Depois que o governo de Trump, em julho de 2025, impôs sanções e tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, pareceu que as boas relações entre o Brasil e os EUA atingiram seu pior momento.
Essas sanções aconteceram em consequência de um intenso lobby feito por Eduardo Bolsonaro, em Washington, que alegava perseguição politica a seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, pelo governo Lula, através do Supremo Tribunal Federal.
A expectativa de Eduardo Bolsonaro era a de que as tenebrosas sanções intimidassem tanto Lula, quanto os ministros do Supremo, a ponto de encerrarem o julgamento de Jair Bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro imaginou que haveria uma resposta maciça da população brasileira contra o governo Lula.
Seu delírio simulou a queda antecipada do governo Lula.
Mas isso não aconteceu, pois acabou virando apoio a Lula, quando ele levantou a bandeira de soberania nacional.
Mas isso não aconteceu, pois acabou virando apoio a Lula, quando ele levantou a bandeira de soberania nacional.
E os Ministros do Supremo não se intimidaram, julgando e condenando Jair Bolsonaro à prisão.
Apesar do esforços do governo Lula, na tentativa de abrir um dialogo com o governo Trump permanecer fechado, havia uma expectativa de que não aconteceria uma melhora durante o mandato de Trump.
Agora era esperar findar o governo Trump.
Entretanto, Trump nunca esteve preocupado com o Jair Bolsonaro, nem com o governo Lula.
Trump tem seu olhar para negócios e oportunidades.
Foi quando ele tomou conhecimento de que o Brasil possuía a segunda maior reserva de terras raras no mundo.
Isso o fez lembrar de que, em abril de 2025, o governo chines ameaçou restringir o fornecimento de terras raras a seu governo.
Trump, então, enxergou uma oportunidade de negociar com um novo fornecedor.
Assim, durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025, enquanto Trump entrava no plenário e Lula estava saindo, houve uma troca de abraços amistosa e uma promessa de um encontro entre os presidentes para um dialogo mais amplo.
Depois, em seu discurso, Trump disse sobre Lula :
Apesar do esforços do governo Lula, na tentativa de abrir um dialogo com o governo Trump permanecer fechado, havia uma expectativa de que não aconteceria uma melhora durante o mandato de Trump.
Agora era esperar findar o governo Trump.
Entretanto, Trump nunca esteve preocupado com o Jair Bolsonaro, nem com o governo Lula.
Trump tem seu olhar para negócios e oportunidades.
Foi quando ele tomou conhecimento de que o Brasil possuía a segunda maior reserva de terras raras no mundo.
Isso o fez lembrar de que, em abril de 2025, o governo chines ameaçou restringir o fornecimento de terras raras a seu governo.
Trump, então, enxergou uma oportunidade de negociar com um novo fornecedor.
Assim, durante a Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025, enquanto Trump entrava no plenário e Lula estava saindo, houve uma troca de abraços amistosa e uma promessa de um encontro entre os presidentes para um dialogo mais amplo.
Depois, em seu discurso, Trump disse sobre Lula :
"Ele parece um cara muito legal, ele gosta de mim e eu gostei dele. E eu só faço negócio com gente de quem eu gosto. Quando não gosto deles, eu não faço. Quando eu não gosto, eu não gosto. Por 39 segundos, nós tivemos uma ótima química e isso é um bom sinal."
Surpresa!!!
Não, nada foi por acaso.
Na verdade a ótima química não era uma boa relação entre amigos, mas apenas interesse no produto químico das terras raras que o Brasil pode oferecer aos EUA.
Na verdade a ótima química não era uma boa relação entre amigos, mas apenas interesse no produto químico das terras raras que o Brasil pode oferecer aos EUA.
Essa foi, inclusive, a razão da reunião, por cerca de três horas, entre o presidente Trump com Lula, que fez sua primeira visita oficial à Casa Branca.
Trump como todo bom negociador, quando quer agradar seu parceiro comercial, ao final da reunião, falou de Lula:
"Ele é um bom homem. É um cara inteligente."
Sempre os interesses monetários prevalecem sobre os mais “nobres” sentimentos de cortesia.
ResponderExcluirEssa química é a arte da guerra, quando há interesse e oportunidades, o inimigo pode ser um bom negócio. Muitos ditadores ganharam batalhas utilizando-se dessa estratégia, basta trazer o inimigo para seu curral!
ResponderExcluirSuper divertida sua dissertação. Quão uma pessoa se comporta como se fosse mais do que é, facilmente se pode fazer dessa pessoa como uma marionete. Trump brincou com Lula, que é vaid. Pior que tudo ele é refem e presidiário do Supremo. que camuflou suas maldades, com medo de Bolsonaro que poderia ameaçar o opulento domínio que o mesmo exerce sobre os demais poderes. A imprensa e as redes sociais falam de vexame. Talvez seja verdade. Mas para o que passou. Lula deveria ter vergonha. Ass.: José Alves Silva
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