Depois reclamamos que as empresas aéreas cobram preços exorbitantes no Brasil.
O fato é que, embora muitos gostem disso, a grande interferência dos governos na operação do sistema aéreo nacional é a maior responsável pelos preços altos.
Apenas no Brasil, as empresas aéreas são as mais demandadas na Justiça e o consumidor ganha sempre essas demandas.
Apenas no Brasil, as empresas aéreas são as mais demandadas na Justiça e o consumidor ganha sempre essas demandas.
Tudo é razão para que se ingresse com uma ação contra a companhia aérea.
Por exemplo, atrasos devidos ao clima, em nenhum pais obriga as companhias aéreas a custear acomodações e refeições enquanto persistir o clima que impeça voar.
Aqui no Brasil, não.
A empresa aérea tem que dar assistência e ainda sujeitar-se a pedidos de indenização na Justiça.
De onde sai toda essa dinheirama para pagar para pagar essas indenizações fabulosas e esse todo esse assistencialismo?
Do preço da passagem!
Isso acontece porque ha muita legislação que prevê essas possibilidades, que acaba por proteger demais o consumidor, como se as empresas aéreas tivessem como único proposito prejudicar o consumidor.
Não é verdade, as empresas aéreas brasileiras prestam um serviço de qualidade e com muita segurança ao voar.
Os baixos números de acidentes aéreos demonstram a grande responsabilidade das companhias aéreas em realizar manutenções adequadas e em manter atualizados os profissionais no comando das aeronaves.
No exterior, para que as empresas possam oferecer passagens de baixo custo, primeiro o governo não cria legislação para dar suporte a tanto assistencialismo e judicialização.
Além disso, permite que as empresas ofereçam passagens com o minimo de serviços.
São as chamadas empresas de baixo custo.
Aqui no Brasil, bastou as companhias aéreas criarem uma modalidade de passagem sem que o passageiro tenha direito a bagagem de mão, virou um caso de debate, no Congresso nacional, para impedir esse tipo de passagem.
O que as companhias pretendem com a criação de diversos tipos de tarifas é poder oferecer ao passageiro um leque maior de opções, de acordo com o quer gastar.
Esquecem-se que a tarifa, com todos os serviços de bordo, continuam ativas.
Só que custam mais caro.
Alias, essas interferência só acontece porque, como alguém disse, no Brasil as empresas privadas são dirigidas pelo governo, enquanto as estatais ninguém
manda.
Aqui tudo é mais complicado porque tem a mão do governo se metendo onde não deveria!!!
ResponderExcluirA olhar para as dificuldades que essas companhias operam e a interferência política em tudo, nos remete a pensar na reestatização? Neste dia já teremos sucumbido e mergulhado numa depressão profunda sem retorno. Que os brasileiros acordem antes que tarde seja!
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