sábado, 3 de outubro de 2026

Estamos numa encruzilhada. Que caminho devemos tomar?



Tenho preocupação com o nível de corrupção que tomou conta de membros da Instituições republicanas.
Felizmente, não sou único.
Pelas pesquisas de opinião, 82,4% estão muito preocupados com a corrupção.
O que é bom. 
Mostra que não estamos cegos.
Entretanto, fico intrigado qual é a porcentagem de brasileiros que pretendem reagir a isso.
E como pretendem reagir.
Irão sair às ruas e criar um movimento para remover da vida publica esses criminosos?
Ou continuam com medo de sair à ruas e serem presos, como os que foram no 8 de janeiro?
Porque, uma coisa é certa.
A prisão arbitraria e extramente rigorosa nas penalidades daqueles que participaram do 8 de janeiro  foi um recado intimidatório!
Muita gente ficou com medo de ser preso e não ousava levantar uma voz discordante do que decidiam, arbitrariamente, os membros do Supremo.
Vivemos momentos de medo, semelhantes aos que vivi, durante a ditadura militar, que fez que gente, como eu, deixasse de atuar na politica, na condição de oposição à ditadura, para não ser confundido com os insurgentes, que tentaram derrubar a ditadura com armas e foram presos, torturados e mortos.
Para completar a dominação pelo medo foi aproveitado o inquérito das fakes news, na qual o ministro Alexandre de Moares era o relator, que foi utilizado como instrumento arbitrário e autoritário para calar a boca dos poucos que se aventuraram a contestar essa dominação.
Mas, foi graças a denuncias de corrupção instalada no Supremo, que reavivou a coragem para contestar o Supremo.
Entretanto, as pesquisas indicam que 73% dizem preferir a democracia.
Embora indignadas com tudo que assistimos, continuam acreditando que a democracia é o caminho para a solução.
Não estão errados, mas para isso é preciso que fosse possível uma renovação na politica.
Mas, a estrutura politica atual não permite isso.
Os partidos políticos existentes não tem ideologia e projetos politicos.
São comandados por pessoas inescrupulosas, que não tem compromisso com a vontade de mudar tudo, em busca da melhora do Brasil.
Os partidos se tornaram associações de pessoas que tem como único objetivo o poder pelo poder e o enriquecimento a curto prazo.
Ou seja, entramos num circulo vicioso difícil de quebrar, a menos que seja por uma ruptura.
Ruptura que não acontecerá por dentro dessas instituições.
Não ha chance de agirmos como os ovíparos, que para nascer precisam quebrar a casca do ovo por dentro.
A menos que a nova geração entrasse na politica, como esta acontecendo com o partido Missão, e conseguisse conquistar espaço na politica.
Ai, talvez, quebrassem a estrutura maléfica, por dentro.
O partido Novo tentou trazer uma renovação na politica, mas não conseguiu quebrar a barreira dos partidos que estão no poder.
Os partidos que detêm o poder manipulam verbas publicas para se manterem no poder, impõe regras que impossibilitam que partidos novos tenham chance de se apresentar nos horários eleitorais e nos debates políticos televisivos.
Basta ver as alternativas que temos nesta eleição de 2026.
Votar em quem para deputados e senadores?
São milhares de candidatos, que não foram selecionados pelo partido por terem algo de bom para o Brasil.
A maioria que esta ai é por interesse politico da associação, que quer manter as coisas como estão, há décadas!
E o eleitor acaba escolhendo, na ultima hora, aquele que é conhecido, mas que quando eleito nada faz. 
E para presidente?
Votar em Lula é manter tudo como está.
Votar em Flavio Bolsonaro é uma incógnita, se não soubéssemos de sua historia politica como filho de um golpista.
E os demais?
Nem conseguiram sensibilizar o eleitorado a buscar uma terceira via.
O fato é que ou damos chance para partidos alternativos crescerem ou continuaremos sendo enganados de que a democracia que esta ai se renovara sozinha.
Diante disso vejo que ha uma grande contradição na população.
Querem mudar para manter o mesmo!



sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Em 2022 foi Jair. Em 2026 é o Judiciário que quer dar um golpe na democracia




Ouviu-se tanto falar que Trump interferiria na eleição de 2026.
Mas, não vejo ação nesse sentido.
Diferente da interferências em eleições em outros países como, por exemplo, foi com a declaração de apoio explicito de Trump ao candidato da direita, Abelardo de La Espriella, na eleição presidencial da Colômbia, Trump não manifestou, declaradamente, apoio a Flavio Bolsonaro.
Até porque, diferente do que ocorreu em outras nações, a eleição presidencial brasileira, nas pesquisas eleitorais, indicam um empate técnico entre Lula e Flavio.
Trump, apesar de suas sandices, não quer criar barreiras para negociações futuras, que interessam aos Estados Unidos, com o o presidente que for eleito.
Por isso mantem a descrição.
Mas, do poder Judiciário vejo muitas interferências indevidas e descaradas à favor da eleição de Lula!!!!
Ha uma razão para isso.
Diante de tantas arbitrariedades cometidas pelos membros da Corte, que culminaram com o envolvimento ilícito com Daniel Vorcaro, ex dono do banco Master, cresceu no cidadão brasileiro uma grande indignação contra eles e o descredito na Justiça como um todo.
Esperava-se que o Senado agisse afastando ministros.
Mas, isso não ocorreu diante de um acordo tácito entre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que, também, esta envolvido em suspeitas ligações com Vorcaro, e o ministro do Supremo Alexandre de Moares, que fez com que o presidente do Senado sentasse em cima de todos os processos de impeachment contra este ministro. 
Isso acabou resultando numa reação da direita de promover a eleição de novos senadores comprometidos em avançar no pedido de impeachment contra ministros do Supremo. 
Mesmo com os ministros do Supremo acreditarem que são cidadãos acima de qualquer suspeita e serem inatingíveis em ações judiciais, com esta resposta da direita, pela primeira vez, os ministros sentiram-se ameaçados. 
A situação piorou com o racha que aconteceu na Corte.
Antes, a maior parte dos ministros haviam sido nomeados por Lula ou Dilma, ou seja, de origem petista.
Com Jair Bolsonaro na presidência, houve o ingresso de 2 novos ministros, Kassio Nunes e Andre Mendonça.
Juntaram-se a eles, ainda que não totalmente, o presidente do Supremo, Edson Fachin, Luiz Fux, Carmen Lucia e Dias Toffoli.
Dias Toffoli era da turma do Alexandre de Moares, mas diante da denuncia que surgiu do caso Master e seu resort Tayaya, este percebeu que queriam usa-lo como bode expiatório para tirar o foco dos demais ministros envolvidos no caso Master.
Com todo esse enrosco, bateu o desespero na turma de ministros do Supremo, aliados de Alexandre de Moraes, Flavio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin,  que para se auto preservarem, através de blindagem de todo tipo, levou-os a acreditar que, mantendo Lula na presidência, conseguiriam neutralizar as ações dos futuros senadores eleitos e manter a situação de estabilidade, como sempre esteve.
Para atingir esse objetivo, acabaram por agir como fez Jair Bolsonaro, que  pretendia dar um golpe na democracia, mas por não ter sucesso, foi levado ao tribunal onde foi julgado por estes ministros e preso.
Agora é a Justiça quer dar um golpe à democracia para favorecer a eleição de Lula!
Se metem em tudo que possa prejudicar a eleição de Flavio Bolsonaro.
Interferiram tanto no programa de debate presidencial, que seria promovido pela rede Globo, que esta decidiu cancelar, pela primeira vez, na historia republicana, o programa, por se sentir vilipendiada.
Se eles querem acabar com a democracia, agora chegou a vez deles de serem, também, processados e punidos.
Se é pra melar a eleição com truques jurídicos golpistas, que os militares acabem com essa palhaçada!


quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Eduardo Bolsonaro pode atrapalhar a eleição do irmão Flavio!


Eduardo Bolsonaro passou todo mandato de Lula, nos EUA, tentando prejudicar o mandato deste com articulações junto a uma ala politica do governo Trump, com a qual se identifica.
Não lhe faltou determinação, mesmo com as ameaças, concretizadas, de perda de seu mandato de deputado federal e do seu emprego na Policia Federal, além de condenação pelo Supremo.
Começou apresentando propostas de punições ao governo brasileiro e a membros do Supremo, com o objetivo de encerrar o julgamento de seu pai Jair.
Acreditou que, com a imposição de um tarifaço, por Trump, sobre os produtos exportados pelo Brasil, haveria uma reação dos empresários para derrubar o governo Lula, que estava num momento de baixa aprovação.
Mas, o tiro saiu pela culatra.
Nem o governo Lula nem os ministros do Supremo se intimidaram.
Na área governamental, aconteceu o inverso do que Eduardo esperava.
Os empresários prejudicados se aliaram a Lula, na busca de uma solução para o problema que enfrentavam, enquanto Lula soube explorar o tema de soberania nacional.
Agora, no final da campanha eleitoral, Eduardo demonstra que, caso seu irmão Flavio vença as eleições, sua intenção é assumir o poder não para colaborar com o irmão, para que este governe visando o desenvolvimento do Brasil.
Mas para se vingar daqueles que, enxerga, foram traidores do idealismo bolsonarista.
Numa de suas falas revanchistas promete uma faxina no Itamaraty afastando 
diplomatas que, no entender dele, sabotaram o governo de seu pai Jair.
Mas, não para por ai.
Faz parte de seus planos uma drástica mudança ideológica na politica externa brasileira, deixando de ser multilateral e passando a ser mais subserviente ao governo Trump.
Eduardo pretende introduzir indicações politicas, ao invés de diplomatas de carreira para postos em embaixadas, acabando com a habilidade de negociar, que a diplomacia construiu ao longo de anos, que beneficiou o Estado e o empresariado brasileiro.
Entretanto, o que Eduardo tem de ardiloso, falta-lhe de capacidade de enxergar as  consequências negativas que essa medida trará, por exemplo, ao agronegócio, que tem a China como principal cliente.
A intenção de Eduardo é fomentar o isolamento internacional, que não deu certo no governo de Jair Bolsonaro.
Como reagirá o empresariado nacional diante de um risco ameaçador?
Será que, mais uma vez, com essa declaração bombástica, poderá resultar para a família Bolsonaro em dar com os burros n'água, perdendo a eleição?


 

terça-feira, 29 de setembro de 2026

Lula não cumpre o que promete!






Lembra quando o então deputado federal Roberto Jefferson, em junho de 2005, denunciou a corrupção do Mensalão?
Bem, primeiro não foi um ato de bravura.
Jefferson estava envolvido no esquema e, inconformado por receber menos do que esperava, denunciou.
Primeiro, Jefferson blefou ameaçando denunciar o esquema de corrupção.
Mas, como a gangue, liderada pelo então ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula, Jose Dirceu, não acreditou, Jefferson partiu para o ataque.
Dez dias depois da denúncia, José Dirceu deixou o cargo de ministro da Casa Civil e retornou à Câmara dos Deputados para tentar se defender, acabando por ter o mandato cassado no mesmo ano.
Em julho de 2005, numa primeira reação, Lula deu uma entrevista para uma TV francesa, minimizando o caso.
Alegou que o que o PT havia feito não era compra de votos, mas sim "caixa dois" de campanha.
Uma prática que, segundo ele, era comum entre outros partidos políticos no Brasil.
Mas, Lula sentiu o baque e, para se defender, fez um pronunciamento oficial em cadeia nacional de rádio e TV para declarar que foi traído.
Na maior cara de pau, Lula pronunciou a histórica frase: 
“Eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento”.
Foi além.
Fez um pedido de perdão à nação em nome do governo e do partido pelas irregularidades.
Ficou apavorado com o risco de poder sofrer um processo de impeachment.
Diante dessa hipótese, Lula decidiu que deveria recorrer ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, enviando os ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça, para manterem conversas secretas com ele, com o objetivo de travar o avanço do pedido de impedimento dentro do seu grupo político, que era o PSDB e o antigo PFL, atual União Brasil.
Tive acesso a parte do conteúdo dessas conversas, através de um amigo que assessorava FHC.
Ele me revelou que fez parte do acordo firmado com FHC a disposição de Lula de não concorrer a reeleição em 2006, permitindo que FHC pudesse voltar ao poder.
Diante desse acordo, FHC atendeu aos apelos e agiu ativamente para desaconselhar e conter a abertura do processo pela oposição.
Lula, então passou a respirar mais aliviado e diante do resultado das pesquisas de opinião, que apresentavam bom desempenho de seu governo, Lula rompeu com o acordo com FHC e se candidatou à reeleição, ganhando-a.
A partir dai o discurso de Lula mudou drasticamente de tom.
Passou a rechaçar a tese de compra de apoio parlamentar, afirmando que o Mensalão foi uma tentativa de golpe contra o seu governo e que as denúncias eram uma "farsa" orquestrada pela oposição.
Novamente Lula, em 2022, apos ser eleito, prometeu que não se apresentaria para uma reeleição.
Mas, como Lula não cumpre seus acordos, esta ai ativamente tentando se reeleger, apelando para um Vale Tudo eleitoral, utilizando-se, indevidamente, de recursos públicos não previstos no Orçamento, resultando no aumento irresponsável da divida do Estado brasileiro.
Isso trará consequências econômicas terríveis, não para apenas os eleitores dele.
Mas para todos nós cidadãos brasileiros!
Neste domingo,nesta eleição, temos que mandar Lula, definitivamente. para casa!

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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Lula aposta tudo para se reeleger!




Toda pessoa normal, que atinge posições de destaque ao longo da vida, pensa em sua sucessão, que pode ser familiar ou através de mentoria de um pupilo. 
Deixar de agir assim acontece naqueles que se acham, egoisticamente, 
insubstituíveis ou pensam que são eternos.
É o que passa na cabeça de Lula, que não se cansa de ser presidente da Republica.
Embora não tenha se expressado com a frase de que seu partido governaria o país por 20 anos, como se atribuiu a FHC, mas, na verdade, esta foi uma frase de seu ministro Sergio Motta, sobre o PSDB, Lula, também tinha um projeto de poder de que o PT se eternizasse no governo federal. 
Felizmente, não quis manter sua vitaliciedade mantendo-se no poder burlando a democracia, através de um golpe de estado. 
Aceitou as regras do jogo democrático, quando, apos dois mandatos, indicou Dilma Rousseff como candidata a presidente em 2010.
Na verdade, Lula indicou Dilma não pensando em indicar um pupilo para sua sucessão.
Ele a escolheu não por suas qualidades, mesmo porque Dilma, como foi possível constatar, não junta lé com cré.  
A ideia era ele voltar a ocupar o cargo de presidente ao final do mandato dela. 
Entretanto, ela pegou gosto pela coisa e quis se reeleger.
Como não tinha a mesma habilidade de Lula e nem quis ser mentorada por ele, acabou por tomar um impeachment pela sua má gestão.
Concomitantemente, Lula sofreu processo judicial e foi preso.
Diante disso, frustou-se a perspectiva de Lula voltar ao poder, em 2018. 
Pior, sua determinação de manter o PT no poder ficou prejudicada, pois Lula nunca pensou em construir sua sucessão.
Como recurso improvisado indicou Fernando Haddad, que não teve sua liderança construída para suceder Lula, tendo por isso recebido a alcunha de poste.
O resultado foi que Jair Bolsonaro, surgiu na onda anti petista e se elegeu.
Através de manobras judiciais, Lula conseguiu a anulação de seu processo e habilitou-se para a eleição de 2022.
Conseguiu se eleger, graças à memoria de seus dois mandatos anteriores, no qual saiu-se bem.
Uma vez eleito, Lula prometeu que não tentaria a reeleição em 2026.
Imaginou-se, até, que, agora, Lula iria construir um sucessor pra valer.
Afinal esta com idade avançada e poderia encerrar sua vida politica por cima.
Mas, como todos que estão no poder, não quis largar o poder.
Lula é, novamente, o candidato do PT a presidência.
Entretanto as condições econômicas e politicas do Brasil não são as mesmas de 2006, quando foi reeleito.
Ao contrario, Lula apresenta uma alta taxa de rejeição e alta taxa de desaprovação de seu governo.
Lula esta sentindo isso e bateu o desespero.
Perder a eleição seria encerrar a carreira com uma derrota, que não esta nos planos dele.
Por outro lado, parte do Supremo, que, também, esta com alta taxa de rejeição e com medo de que alguns de seus membros possam sofrer impeachment pelos senadores, que forem eleitos, se aliou a Lula e está agindo para ajuda-lo a ganhar a eleição.
Neste domingo, o ministro do STF Flavio Dino demonstrou que não teve suficiente para analisar seu pedido de vista que fez durante a votação da questão de ordem, do dia 15 de setembro, pois, até agora, segura o final daquela votação.
Mas, para se meter numa decisão de seu colega, ministro Andre Mendonça, que havia dado ordem para suspensão de um post eminentemente com objetivo de prejudicar a imagem do candidato Flavio Bolsonaro, e anular a decisão dele, ah! esse tempo ele tem de sobra.
Vamos falar o português claro.
Dino apoia, indevidamente, a candidatura de Lula.
Essa atitude fere a imparcialidade, que se espera de um juiz.
Dino tem que ser expulso do Supremo e, se quiser, que vá fazer politica no lugar certo.
Não no Supremo.
Como nesta reta final da campanha eleitoral os candidatos Flavio Bolsonaro e Lula estão em empate técnico, Lula resolveu abrir sua caixa de bondades para tentar angariar os votos decisivos para se reeleger.
O problema é que para promover suas bondades, Lula tem que gastar recursos públicos não previstos no Orçamento.
De bondades em bondades, o governo irresponsável de Lula, aumenta, a cada jogada, a divida brasileira!
As consequências surgiram em breve e cairão no colo do futuro presidente eleito.
Se houvesse cumprimento das Leis, Lula deveria ser levado a um impeachment, como ocorreu com Dilma.
Mas, a Justiça e a politica estão contaminadas pela corrupção.
Os eleitores, ao que parece, não se dão conta de quanto isso será prejudicial para suas vidas e
não se rebelam indo às ruas.
Talvez, estejam esperando o momento cetro, que é o dia da eleição, que se aproxima, para votar contra Lula.

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sábado, 26 de setembro de 2026

Lula o desesperado!




O desespero de perder a eleição atingiu Lula de tal forma que esta vendendo ate a mãe.
A proibição das Bets é de uma imbecilidade, que pode até agradar uma franja eleitoral de puritanos malucos.
Igual foi feito nos EUA com a Lei Seca, não resolveu o problema de consumo de bebidas alcoólicas.
Da mesma forma a proibição das Bets não impedira ninguém de jogar.
Continuarão clandestinamente.
O correto seria proibir propagandas, pois qualquer publicitário medíocre sabe a propaganda é a alma do negocio.
Lula vai perder a eleição com toda sua caixa de "bondade".

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

O ensino é fundamental para o crescimento do Brasil!


Quando fui assessor da presidência de uma fundação de ensino, consultoria e pesquisa, no campo da administração, tomei conhecimento de que várias secretárias dos coordenadores dessa fundação tinham nível universitário, mas ao contrario do que trabalhavam eram formadas em administração de empresas.
Muitas delas tiveram seus cursos universitários custeados pela própria fundação!
Comentei isso com o presidente e recomendei que a fundação não deveria investir na formação universitária de funcionários, que não exerciam cargos objeto do estudo, a menos que houvesse a possibilidade de, futuramente, haver vagas para contrata-los no cargo que se formariam.
Para dar o exemplo, sugeri ao presidente que sua secretaria, que havia se formado em administração de empresas, voltasse aos bancos universitários para formar-se em secretariado.
Assim foi feito e ela, que continua no cargo ate hoje, é grata pela minha orientação.
Assim, deveria ser com os financiamentos do governo a alunos que cursam faculdades.
A maioria, após sua formatura, não trabalha no curso que se formou.
Pelo simples fato que não estão habilitados, mesmo com o diploma que obtiveram!
Mas, as faculdades, nas quais eles cursaram, agradecem.
Nunca ganharam tanto dinheiro.
Sobrevivem não pela capacidade de formar bons alunos, porque são péssimas instituições de ensino, mas porque vendem a falsa esperança de que um diploma melhorara suas vidas através da elevação de seus salários.
O que, na pratica, não esta acontecendo.
Na verdade, a maioria dessas faculdades acolhe alunos, que carregam deficiências de aprendizagem no ensino fundamental e médio, que, em razão disso, são privados de adquirir o conhecimento minimo necessário para atuarem em cargos de sua área de formação.
Ou seja, tem um diploma universitário que não serve para nada.
Mas, o MEC vê tudo isso e acha normal.
Deveria fechar essas faculdades de enganação.
E melhorar a qualidade do ensinos pre universitários.
Mas, não o faz, pelas pressões dos donos das faculdades junto ao Congresso.
Enquanto essas faculdades eram custeadas pelo próprio aluno, era uma questão de foro intimo dele se sentir feliz por ser enganado.
O problema é que  a maioria dessas faculdades são financiadas com recursos do governo federal!
Ai a coisa muda de figura.
Trata-se de verba publica, que pagamos através dos impostos!
Por que isso acontece?
Ha o mito de que o diploma universitário basta para que o país se desenvolva.
O que é uma ilusão, se o curso não for de boa qualidade.
Só o fato de diplomados não atuarem em sua área de formação é prova disso.
Mas, essa situação não é de hoje.
Vem desde a década de 1980, quando universitários se formavam em direito, mas, depois de formados, pouco sabiam sobre o assunto, levando a OAB a promover exames para que o bacharel em direito pudesse obter a carteira da ordem e estar habilitado para exercer a profissão de advogado.
Apesar de louvável, não foi o suficiente para impor melhora no ensino, pois persiste  ate hoje, o altíssimo índice de reprovação no exame.
Ou seja, ha milhares de bacharéis em direito que estão impedidos de exercer a profissão na qual se formaram.
O mesmo esta acontecendo com formados em medicina.
Diante da situação da baixa qualidade de certas faculdades de medicina, o Conselho de Medicina discute a possibilidade de criação de um exame, semelhante ao praticado pela OAB, para habilitar os bacharéis em medicina  a exercer a profissão de médico!
A conclusão dessa minha reflexão é que os governantes brasileiros administram mal o investimento em educação.
Tenho outro exemplo.
Foram os cursos de requalificação do trabalhador, financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), pelo governo federal, destinado ao custeio de políticas de emprego.
Não sei como esta atualmente, pois não acompanho mais o assunto, mas no inicio dos anos 2000, quem recebia os recursos para disponibilizarem os cursos eram predominantemente ONGs e sindicatos.
Entretanto, foi uma grande farsa.
Os cursos efetivos eram poucos e, quando haviam, eram de baixíssima qualidade.
A maioria eram fraudados através de relatórios de prestação de contas com assinaturas, com nomes e CPF, de alunos, que não existiam.
As ONGs obtinham as assinaturas e copias dos documentos de moradores junto a donos de favelas, em troca de pequenos subornos e tíquetes de transporte. 
Os sindicatos faziam o mesmo junto a parentes de sindicalizados.
Quanto de recurso foi gasto para a custear a corrupção de malandros!
Para finalizar, é preciso planos bem elaborados para a melhoria do ensino, com maior fiscalização, e com foco no financiamento de escolas reconhecidamente qualificadas de ensino técnico, como é o SENAI,  pois estas são a base para o funcionamento da sociedade com profissionais que prestam bons serviços.
As faculdades deveriam ser apenas para aqueles bem formados nos ensinos fundamental e médio, que gostem de estudar e não estejam apenas em busca de um diploma para esquecer pendurado na parede. 

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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Chegamos no ponto critico!!! Ou se restabelece a moralidade ou seremos todos prejudicados.




Toda hora descobrimos que mulher, filho ou aparentado de membros do Poder Judiciário constituíram escritórios de advocacia, para atender a demanda de empresários envolvidos em fraudes, através de contratos milionários!!!
Parece que a ética, nesse meio, foi substituída pela desfaçatez.
A normalização dessa pratica parece não incomodar mais ninguém.
Se tivéssemos um minimo de indignação, pra valer, sairíamos às ruas para arranca-los de seus pomposos gabinetes e joga-lo no olho da rua, para nunca mais voltarem a ocupar cargo publico.
Infelizmente, somos um povo apático, mas não indiferentes.
Ao invés de irmos à ruas e agirmos, preferimos assistir sentados, confortavelmente, em nossa poltronas e assistir programas humorísticos, cujo tema é a pratica da desonestidade de várias de nossas autoridades e rir.   
E não é de hoje.
Há, entre variações de personagens, interpretados por diversos humoristas, um que me vem a mente.
Trata-se do personagem Deputado João Plenário, do programa humorístico A Praça É Nossa, que, quando alguém o procurava desesperado para resolver um problema jurídico ou político de forma honesta, ele estufava o peito e dizia ser "absolutamente incorruptível" e um homem de moral ilibada.
No entanto, logo em seguida, ele sussurrava algo como:
- "Mas eu tenho um primo..." ou "Procure o meu assessor...", indicando um parente ou intermediário que aceitaria o suborno e resolveria a falcatrua.
Temos que acabar com essa forma de corrupção indireta, que só é engraçada quando feita por um humorista.
O problema se agravou a tal ponto que, no dia 15 de setembro de 2026, assistimos a patética sessão extraordinária e tensa no Supremo Tribunal Federal, 
realizada para analisar se o ministro Alexandre de Moraes deveria ser investigado a partir de um relatório da Polícia Federal relacionado ao chamado "caso Banco Master e desandou para um bate boca entre ministros, com acusações entre eles de suspeita de corrupção.
Esse episodio foi preocupante, pois o Supremo é o ultimo recurso que o cidadão confia para defender os interesses do povo.
Sua ruína é a ruína da Republica, que já esta abalada pela desfiguração praticada pelos entes das Instituições, que compõe a Republica.
E não é de hoje.
Para piorar, o resultado que sairá das eleições, tanto legislativas quanto do presidente da Republica, não parece ser constituído por políticos dispostos a promover uma ampla reforma institucional.
Apesar desse cenário desolador, sempre se encontra uma solução.
Mas, não basta sermos esperançosos.
Temos que agir.
O processo terá que ser por partes.
Assim, a parte da sociedade mais consciente tem que exigir a saída imediata dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que foram os primeiros que surgiram com denuncias de envolvimento no caso Master.
Entendo que com essa saída arrefecerá a indignação contra o Supremo.
É importante que se restabeleça a credibilidade do Supremo, para que seja possível que a Justiça tome outras medidas corretivas.
Depois, os demais suspeitos do Supremo, também, devem ter sua hora com a Justiça.
Paralelamente, é preciso que se esclareça, de vez, se Flavio Bolsonaro esta habilitado para ser candidato a presidente, com respostas transparentes se seu envolvimento no caso Master foi ou não foi um ato de corrupção.
E isso tem que ser sumaríssimo, pois as eleições estão batendo na porta.
Não podemos eleger um presidente carregando a pecha de corrupto.
Na sequencia, tem-se que depurar o Congresso, com afastamento de todos os políticos envolvidos pro corrupção no caso Master, caso sejam reeleitos.
Sem essa faxina, continuaremos no pântano e seremos todos prejudicados como cidadãos.


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domingo, 20 de setembro de 2026

As jogadas politicas na disputa da eleição para presidente



Na campanhas eleitorais de Lula e Flavio Bolsonaro, que são os que conquistaram, nas pesquisas, os maiores índices de intenção de votos a presidente, ambos não discutem projetos de governo.
As campanhas são para desconstruir o candidato adversário.
Lula explora a relação de Flavio Bolsonaro com Vorcaro.
Flavio Bolsonaro explora a relação de Lula com Moraes.
Ambos não inventaram esses argumentos, pois são reais.
De fato, Flavio Bolsonaro pediu valores de alta monta para a produção do filme Dark Horse e, até hoje, não explicou, convincentemente, se o dinheiro recebido foi para a produção do filme e, também, não explicou que argumentos utilizou para sensibilizar Vorcaro a custear tal produção.
Já Lula não tem como esconder que Alexandre de Moraes promoveu uma conciliação entre ele e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Moraes disponibilizou a casa dele para um encontro secreto entre eles.
Atitude absolutamente politica de Moares.
Não é papel de um magistrado da alta Corte se imiscuir em politica, princialmente
em ano eleitoral.
Especula-se de que ha um interesse, entre eles,  em formar um triunvirato ditatorial formado por Lula, se for eleito Presidente da Republica, por Moraes que, se não for impedido, será o futuro presidente do Supremo e por Alcolumbre, que pretende se reeleger presidente do Senado.
Será semelhante a ditadura de Maduro em que a Presidência, o Congresso e o Judiciário um apoiava o outro, dissolvendo a democracia, e comandando unidos a Venezuela!
Como instrumento de campanha, Lula usa e abusa do fato de ser presidente, que não é novidade nenhuma.
Todos candidatos incumbentes fazem o mesmo.
O problema é quando adotam o populismo eleitoral, conhecido como bondades eleitorais, sem que haja um planejamento constante em seu programa de governo.
Tudo é feito no improviso, para conquistar votos.
Veja o caso, às vésperas da eleição, do aumento do valor do Bolsa Família.
O presidente Lula mente, descaradamente, quando afirmou que o aumento do Bolsa Família estava planejado em seu governo.
Mentira!
Não constava no Orçamento de 2026.
Portanto será mais uma despesa extra, que aumentara a divida publica neste ano.
Para piorar, não conta do Orçamento de 2027, que Lula mandou, em agosto deste ano, para o Congresso aprovar.
Portanto, Lula armou uma bomba fiscal contra o próximo governo eleito, criando despesas que ultrapassam as despesas previstas no Orçamento.
Tudo na tentativa de aumentar os 53% que recebem o Bolsa Família e que dizem votar nele.
Isso para não falar da lamentavel reunião do Supremo, com um comportamento inadequado de seus integrantes, que se reuniram para analisar a denuncia e a atuação do ministro bolsonarista Andre Mendonça.
Mendonça, numa suposta tentativa de ajudar a campanha de Flavio Bolsonaro, revelou conversas entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moares.
Apresentou ligações telefônicas entre eles, apenas com as falas de Vorcaro dirigida a Moares, sem que tivéssemos acesso às respostas de Moares, pois foram apagadas.
Mas, pelo teor da parte da conversa unidirecional, transparece 
uma relação espúria, que nos induz a justificar o por que do milionário contrato de Viviane Barsi com Vorcaro.
O objetivo de Mendonça foi o de consolidar a reunião conciliatória entre Moraes, Lula e Alcolumbre para tentar envolver Lula na extensa rede de integrantes da Republica, que Vorcaro amealhou, com suas generosas doações de quantias em dinheiro e privilégios, próprias de milionários.
Lula tentou se distanciar de Moares, mas não conseguiu esconder o cagoete de elogiar Moares pelo julgamento e condenação de Jair Bolsonaro.
Que foi um julgamento que esta engasgado ate hoje, em muitas pessoas, e piorou com as revelações de enriquecimento suspeito de Moares, que ate então se apresentava como de ilibada reputação.
Isso para não falar das rigorosas condenações dos buchas de canhão que foram presos por vandalizar Brasilia.
O fato é que, mais uma vez, nos encontramos num pântano politico.
Não foi possível o surgimento de uma terceira via, tanto da esquerda, quanto da direita, capaz de acabar com essa polarização apaixonada entre os brasileiros.
Lula, se for eleito, continuará com suas politicas de gastança, num ambiente econômico desfavorável.
Isso para não falar que governaria com mais de 80 anos, numa faixa de idade que muitos começam a ter distúrbios mentais. 
É só lembrar do governo Biden, nos EUA, que  tinha a mesma faixa etária de Lula  e demonstrou sinais de demência.
Já Flavio, ainda que mais jovem, não tem liderança politica. 
Virou candidato por ser herdeiro politico do pai Jair.
Seja quem for o eleito entre os dois, continuaremos frustados quanto a solução de todas aquelas necessidades de reformas institucionais e estruturais, que um estadista seria capaz de fazer para melhorar as condições de vida do brasileiro.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

A Republica ameaçada.




Quando foi revelado pelo ministro Andre Mendonça supostas conversações entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes ja pesava sobre este a suspeita de um milionário contrato entre o Banco Master e a esposa de Moraes, Viviane Barci.
Naquele momento da revelação da existência do contrato, Moraes já deveria ter sido investigado, mas a Corte não entendeu assim.
A suposta conversa, que foi revelada meses depois, foi o que faltava para confirmar a suspeita consensual entre aqueles, que acompanham, de maneira isenta, os fatos políticos, de que houve, sim, um suposto ato de prevaricação de Moraes.
Se, realmente, Moares fosse inocente nessa estoria e tivesse sido indevidamente  utilizado por Vorcaro para falsear ligações para ele, sabe-se la com qual intuito, bastaria Moares se colocar a disposição para os esclarecimentos e provar que houve falsidade ideológica de Vorcaro.
Mas, Moares reusou-se a defender-se.
Pior, utilizando-se de instrumento autoritário, semelhante ao que se vê em ditaduras, partiu para o ataque com golpe baixo contra Mendonça.
Indiciou Mendonça no inquérito das fake news sem obedecer o rito, que agora exige que seja feito para ele, de pedir autorização para que Mendonça fosse investigado.
Por sorte, o presidente do STF, Edson Fachin, decidiu tirar a relatoria desse interminável inquérito, que Moares detinha desde 2019, e anulou o arbitrário ato.
Nesse momento, Moares perdeu parte de seu autoritário poder, que prejudicou muita gente inocente.
Agindo assim, Moares cometeu mais um suposto crime, semelhante àquele que tentou imputar a Mendonça, que foi objeto de uma petição, a qual o presidente Fachin estabeleceu uma data para ser apreciado pela Corte.
Moares, também, deveria ser objeto de mais essa suspeita.
Pelos supostos contatos telefônicos e de  reuniões entre Moares e Vorcaro, o que houve foi uma audiência, que aconteceu no dia 15 de setembro, para apreciação, pela Corte, da procedência ou não de abertura de investigação contra Moares.
É bom lembrar que investigar é uma obrigação, quando se ha suspeitas.
Não se trata de julgar, nem criminalizar ninguém, na qualidade de réu.
Mas, a apreciação acabou sendo impedida de acontecer, diante de chicanas praticadas por Flavio Dino e Gilmar Mendes, semelhantes àquelas utilizadas por advogados canalhas e que são objeto de repulsa por juízes idôneos.
Essa atitude envergonhou o digno oficio da magistratura, pois nunca poderia acontecer na mais alta corte do Brasil.
São manchas negativas que comporão o currículo desses ministros.
Mas, parece que não se preocupam com isso, pois a chicana maior foi o pedido de vista de Dino, que, no meu entender, é indevido, pois o que se discutia não era um processo, mas uma questão de ordem, que é administrativa.
O pior é que esse pedido foi feito após Dino ter votado.
Diante da iminente perda da questão de ordem, pelo voto da ministra Carmen Lucia, utilizou-se desse vil procedimento.  
Com todo esse aparato de blindagem a Moares, fica implícito, para quem assiste a tudo isso, que Moraes reconhece, intimamente, que deveria ser réu e tenta escapar de uma possível condenação, evitando ser julgado!
Diante dessa divisão da Corte a favor da impunidade a um de seus membros, a Republica vê-se ameaçada e traz intranquilidade a todos.
Resta aos senadores agirem com dignidade, abrindo imediatamente um pedido de IMPEACHMENT contra  Alexandre de Moraes, Flavio Dino e Gilberto Mendes. 


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terça-feira, 15 de setembro de 2026

Depois das eleições



Diante das pesquisas eleitorais, será eleito como novo presidente da Republica ou Lula ou Flavio Bolsonaro.
Assim, caberá ao escolhido promover reformas estruturais desafiadoras, que, pelo passado de ambos, não vislumbro que tenham capacidade e vontade politica de faze-las.
Na verdade, deveríamos acabar com essa acirrada disputa que vem desde 2018 e que não contribuiu para a melhora do Brasil, elegendo outras alternativas que se apresentaram
Não vivo de sonhos, sei que dificilmente acontecerá. 
Mas, ha um fator imponderável, que será a decisão do Supremo quanto a abertura de investigação contra Alexandre de Mores e consequentes investigações sobre o caso Master, que poderá mudar o rumo da eleição.
Tanto Lula, que é associado a fortes ligações com membros do Supremo, que demonstram apoio a Moraes, como Flavio e o desfecho do caso Dark Horse, podem sair ambos, ou pelo menos um deles, prejudicados com o resultado. 
Voltando à analise sobre o próximo presidente, entendo que na área econômica, o novo presidente terá que enfrentar questões difíceis e importantes na busca do equilíbrio fiscal, que é fundamental para redução dos juros.
Se não houver perspectiva de redução de juros, a economia reagirá com 
demissões de trabalhadores, com fechamento de empresas e com redução das atividades econômicas, que já dão sinais de estar acontecendo.
Outra consequência, será a redução da arrecadação de impostos, que impactará ainda mais o equilíbrio fiscal.
Concomitantemente, os agentes econômicos, para se protegerem, poderão correr para compra de dólares, que como consequência provocara inflação nos produtos com preços internacionais.
Para evitar que o eleito perca sua popularidade, no inicio de seu mandato, ele terá que ser eficiente, com medidas mais rigorosas, do que gostaria qualquer um dos eleitos, na busca do equilíbrio fiscal.
Assim diante do que foi o governo Lula III, não ha sinais de que pense em mudar a cartilha, que usou, e que foi inspirada na cartilha de seus governo anteriores.
No Lula III, mesmo sem os ventos favoráveis da economia, que favoreceram seu projeto em governos anteriores, desta vez, ele teve um relativo sucesso na economia, pelo baixo índice de desemprego, pela inflação oficial controlada, pela balança de pagamentos externo com superavit, não se repetiu o mesmo aumento expressivo da atividade econômica e do PIB, que ocorreu entre junho de 2003 e julho de 2008.
Por que?
Porque neste últimos anos vivemos crises institucionais, tanto no Legislativo como no Judiciário.
No Legislativo, houve um perigoso avanço nos valores das emendas parlamentares, que capturaram cerca de 25% do orçamento livre, as chamadas despesas discricionárias, do governo federal.
A perda dessa fatia do Orçamento tirou do presidente sua capacidade de alocar recursos públicos para projetos de seu governo.
Além da perda do poder de negociação nas votações de interesse do governo, quando aqueles que se aliavam nessas votações, eram recompensados com emendas.
Por outro lado, a capacidade dos parlamentares enviarem recursos para suas bases politicas, fortaleceu-os a ponto de quase 80% dos atuais deputados federais se recandidatarem.
Fazem isso confiantes que vencerão, pois as emendas provocaram um 
desequilíbrio na igualdade de condições para que novos políticos possam ascender ao poder, impossibilitando a necessária renovação democrática.
Por isso é um erro deixar para segundo plano a pesquisa e decisão consciente para candidatos do poder Legislativo.
Atualmente, eles são mais importantes do que nunca, pois detém um espaço de poder decisivo na condução do pais.
Ainda com dificuldades para os candidatos novos, devemos votar neles, para tentar ventilar o Legislativo e remover a parte podre que esta destruindo a democracia.
O Judiciário enfrenta uma crise institucional e de imagem, sem precedentes, marcada por conflitos internos recentes e debates sobre a conduta de seus ministros e quebra do principio fundamental do colegiado.
Há um excesso de decisões tomadas por um único ministro, sem passar imediatamente pelo crivo do plenário.
Os ministros passaram a se expor fora do autos, com forte atuação pública, e a personalização das pautas, transformando o tribunal em um polo de disputas políticas, levando à percepção popular de imparcialidade nos julgamentos.
Tudo isso trouxe intranquilidade aos empresários, que contiveram seus investimentos na melhoria da produtividade.
Quanto a Flavio Bolsonaro, é uma incógnita, pois sua popularidade eleitoral não foi construída por uma brilhante carreira politica, mas por herança de votos que Jair Bolsonaro transferiu a ele.
Poderá surpreender, ao avesso do que diz a Lei de Murphy de que "se algo pode dar errado, dará errado".
Diante de tantos problemas, que urgem soluções, se o Supremo não tomar o rumo da recuperação de sua imagem negativa, antes das eleições, obrigará o Legislativo que for eleito, em especial o Senado, a dedicar seu precioso tempo em discussões sobre o impeachment de ministros do Supremo.

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sábado, 12 de setembro de 2026

A Justiça sob julgamento do povo!



Essa convulsão, que assistimos, neste momento, no Supremo, apesar de estar contida, ate a revelação do áudio entre o golpista Vorcaro e o ministro Alexandre de Moares, estava fermentando ha tempos, aguardando, apenas, o momento certo.
E ele veio com o áudio.
Na verdade, já deveria ter acontecido antes, quando da revelação do envolvimento de outro ministro, Dias Toffoli, com Vorcaro, no episodio do Resort Tayayá, que foi abafado em reunião secreta entre os membros do Supremo.
O presidente do STF, Edson Fachin, agiu dentro dos preceitos corporativistas, com medidas de blindagem à Toffoli, extinguindo formalmente o pedido de suspeição encaminhado pela Policia Federal 
contra ele e mantendo sigilo da decisão.
A contenção do inquérito contra Toffoli ajudou Moraes a se safar, momentaneamente, quando foi revelado pela jornalista Malu Gaspar, da Globo, um contrato entre o escritório de Viviane Barci, esposa dele, e Vorcaro.
Esses dois episódios deveriam ter sido suficientes para abertura de inquérito contra os dois ministros.
Mas, Fachin achou que não.
Com o áudio revelador de conversas entre Moares e Vorcaro, houve a  saturação da tolerância de parte da sociedade mais politizada.
Começou um movimento contra o abafamento de mais esse caso.
Evidentemente, a imprensa livre, tendo em suas pautas diárias o assunto, colaborou com o aumento da indignação popular.
A tal ponto que as discussões sobre eleições ficou para segundo plano.
Só se fala da reunião da próxima terça feira, especulando-se como o Supremo vai reagir, abrindo investigação contra Moraes ou, novamente, abafando o caso, através de vários tipos de manobras elencadas por analistas políticos, como, por exemplo, pedido de vistas com o objetivo de levar a discussão para um futuro distante.
Seja o que for utilizado, para  postergar a decisão correta, os ministros estarão apostando na impunidade a favor deles, acreditando que o tempo favorece essa pretensão.
Mas, não consideram que isso transmitirá à população um aumento do sentimento de impunidade, que poderá desaguar na votação de senadores que se manifestem a favor de um impeachment para ministros do Supremo.
Ou seja, pode não dar certo, num futuro próximo.
Qualquer decisão, que não ofereça uma conclusão que faça a população acreditar que houve justiça contra os poderosos, não é nem a questão pessoal de um ou outro ministro, mas afetará a já desgastada credibilidade na Instituição  Justiça, como um todo.
E isso é péssimo para a democracia.
Se não pudermos confiar na Justiça, em quem confiar?

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sábado, 5 de setembro de 2026

A alienação do povo e dos políticos!



Muito se comenta nas mídias sociais, com desdem, que a população brasileira é alienada politicamente.
Á primeira vista, parece uma verdade.
Mas, se observarmos com profundidade a vida do povo, concluiremos que eles não tem motivos para se interessar pela discussão politica, que alguns de nós conseguímos fazer.
Como, em geral, moram muito distantes do local de trabalho, o povo acorda de madrugada, pega duas a três conduções para chegar ao trabalho e outras tantas para voltar e chegar tarde da noite em casa.
Tudo em condições precárias.
O transporte publico, apesar de haver muitos com qualidade, esta sempre lotado. Muitas vezes o trabalhador se vê obrigado a aguardar a próxima condução, pois a primeira, que chegou, estava tão lotada que ele não conseguiu entrar.
Qualquer problema, que aconteça e afeta o meio de transporte, faz com ele chegue atrasado e, para piorar,  não encontra a compreensão de seu chefe, que invariavelmente diz:
-Se não quer se atrasar, acorde mais cedo.
Mas, ele já acorda muito cedo, pois, se não fizesse, não teria o tempo que utiliza para percorrer o trajeto até o trabalho, que, invariavelmente, o obriga a consumir  pelo menos duas horas no trajeto de ida e outro tanto no de volta para casa.
Ou seja, somando as oito horas de trabalho com uma de intervalo para almoço, mais as quatro gastas com a condução, o trabalhador ficou, no minimo, mais  metade de seu dia dedicado ao trabalho.
Há os que tem condições de ter um carro.
Estes enfrentam um irritante transito lento, que pode afetar seu humor ao chegar tanto no trabalho, como em casa.
Ao chegar em casa, ainda precisam preparar o jantar e fazer uma rápida limpeza na casa.
Assim, não há tempo para conviver com a família e para descansar com tranquilidade, depois de uma exaustiva rotina diária de trabalho.
Some-se a tudo isso a baixa qualidade de sua alimentação, que em geral são compradas com o vale refeição, quando recebem, para comprar alimentos ultra processados, que são mais baratos e cabem no valor do vale refeição, mas que fazem mal a saúde. 
Mas, os problemas do trabalhador não ficam só nisso.
Ha a falta de segurança no trajeto ao trabalho, quando sofrem furtos dentro dos meios de transporte que, por estarem lotados, facilita essa pratica.
Aqueles, que vão de carro, pelo transito moroso, ficam expostos à ação de criminosos que quebram os vidros dos carros para roubarem, em especial, celulares.
Ou, enquanto caminham a pé, ate chegar a estação do transporte são assaltados com violência. 
Quando tem filhos, há, ainda, a necessidade de leva-los a uma creche ou escola, antes de ir ao trabalho e busca-los ao sair do trabalho.
Se tiverem problemas de saúde, mesmo havendo uma ampla rede de atendimento publico, o atendimento é demorado e, em casos mais complexos, tem seus exames e procedimentos médicos com agendamentos com disponibilidade a perder de vista.
Aqueles que precisam retirar medicamentos nas farmácias de alto custo, também, enfrentam demoras na retirada.  
Para completar, os salários estão muito baixos para que o trabalhador possa custear o minimo necessário de seu consumo.
Quando comparados com ao potencial de gastos, que havia a quarenta anos atrás, os salários de hoje são menores. 
Estamos ganhando menos que no passado.
Essa situação leva alguns a apostarem em Bets, que criam a esperança de ganhar um reforço em seu orçamento domestico, mas os resultados pioram ainda mais a dramática situação financeira, levando-os a um endividamento impagável.
Tudo isso promove estresse na vida do trabalhador e acaba prejudicando a 
produtividade no trabalho.
O resumo é que, realmente, sobram razões para que o povo seja alienado.
Mas, para compensar tudo isso, o povo encontra no futebol, ou nas novelas, ou nos Big Brother,  o meio de distender todo esse estresse, alienando-os ainda mais. 
Mas, o povo não deveria agir assim, pois tudo o que foi explanado aqui são causados por decisões politicas praticadas por aqueles que elegemos.
O fato é que falta aos políticos enxergar a triste realidade do trabalhador, tornado-os alienados a realidade do povo.
Vivem um outro mundo, onde tudo, para eles, é maravilhoso.
Ai é criada o circulo vicioso perverso.
Não ha melhora politica porque o povo é alienado e o povo é alienado porque não há melhora na politica.
O resultado é que, enquanto persistir esse anestesiamento do povo, não haverá solução.
 

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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A novela Vorcaro

 


O caso Vorcaro virou uma novela dividida em capítulos diários, cheio de emoções, e estruturada em múltiplos núcleos de personagens para atrair diferentes públicos.
As denuncias estão sendo reveladas pouco a pouco e formando um mosaico.
Eu não vou julgar nada antes do fim.
Por enquanto, são especulações.
Também, não vou defender ninguém.
Que a verdade venha à tona.
E que todos os envolvidos no caso Master, sem exceção, se sejam julgados pela Justiça isenta e se, ao final, foram considerados culpados que sejam devidamente punidos.
Fico impressionado como esse canalha conseguiu amealhar tanta gente do andar de cima!
Se caírem todos, teremos que refundar a Republica!
Como disse minha amiga de facebook Cely McNaughton:
"Quando surgiram as confissões e outros documentos sobre a corrupção na Lava Jato, pensei: agora o Lula acabou. Mas… não.
Quando Flávio Bolsonaro foi pego na mentira e apareceram as gravações das conversas dele com o Vorcaro “mermão”, pensei: agora Flávio Bolsonaro acabou. Mas… não.
Ontem, quando estourou o escândalo sobre a ligação de Alexandre de Moraes com Vorcaro, pensei:agora o Moraes acabou. Mas…"
Minha conclusão é de que toda essa reação de "agora acabou", que ela descreveu, fica restrita a uma bolha de pessoas informadas, como nós.
A grande massa popular ainda quer frequentar o Coliseu!!!!
Que virou o estadio de futebol!
As pessoas, em sua maioria, são alienadas.
Se fossem minimamente informados teríamos uma revolução civil.
E mais, os brasileiros, de maneira geral, quando flagrados em delitos tem uma obsessão para negar tudo peremptoriamente.
Não ha a menor preocupação em provar sua inocência.
A defesa se baseia no que chamam de garantismo penal, que utiliza manobras, na tentativa de livrar o réu da acusação, questionando a tecnicidade utilizada na acusação e buscando fatos, que ao olhar das pessoas, possa descredibilizar os acusadores.
É uma tática que funciona, na maioria das vezes.
Lula que o diga com a anulação de sua condenação.
A maioria das pessoas pensa que Lula foi inocentado.
Não foi.
Todo seu julgamento foi anulado e deveria ser refeito um novo julgamento.
Mas, nunca mais o será.
Agora, na suspeita de crime que paira sobre Alexandre de Moares, tentarão, por todos os meios possíveis e impossíveis, descredibilizar o ministro Andre Mendonça, que é o relator do caso, para livrar a cara de Alexandre de Moares e companhia.
Intrigante é que quando foi feita a revelação do contrato milionário entre Vorcaro  e a esposa de Alexandre de Moraes, não houve tanta comoção.
Suponho que, agora, com a as revelações das conversas entre Vorcaro e Alexandre de Moares, o elo que faltava para provar o por que daquele contrato foi o suficiente para provocar a agitação que vemos.
Todos os candidatos a presidente, da direita, se manifestaram sobre as revelações das conversas entre Vorcaro e Alexandre de Moraes, concluindo pelo afastamento dele do Supremo.
O presidente Lula esta calado.
Mas deveria se manifestar na mesma linha que fez com relação a acusação a seu filho Lulinha: Se Lulinha cometeu algum ilícito, terá que pagar por seus atos como qualquer outro cidadão.
Esse é o núcleo criminal da novela.
O núcleo politico envolve o candidato Flavio Bolsonaro, que coletou recursos milionários para o filme Dark Horse.
A depender do que surgir pela frente e pelo curto espaço para as eleições, Flavio poderá enterrar sua candidatura. 
Mas, a estrategia de Lula não conta apenas com isso.
Para consolidar sua candidatura, no meio à eleição presidencial, o presidente Lula enviou para apreciação no Congresso o tema do fim da escala 6x1.
Como não deveria deixar de ser o tema ganhou forte apelo popular e transformou-se em uma importante vitrine política e eleitoral do candidato Lula.
Aproveito para manifestar minha opinião sobre o tema.
Sempre gostei de trabalhar e, agora, aposentado sinto falta do trabalho.
Mas, a vida toda pensei: Trabalho para viver e não vivo para trabalhar.
Durante toda vida, inclusive como empresario, que fui, trabalhei na escala 5X2.
Mas, lembro que meu pai tinha um escritório de advocacia e, quando criança, ele trabalhava aos sábados!
Felizmente, quando entrei para o mercado de trabalho, na minha área de atuação, não se trabalhava mais aos sábados.
Diante disso sou favorável a mudança da escala 6X1.
Entendo que essa redução trara problemas para muitas empresas e que, sempre que ha mudanças, ha consequências.
Foi assim, quando acabou a escravatura.
Por essa razão, acredito que essa discussão não deveria ser neste momento.
Se for aprovada, antes da eleição, Lula a vencerá sem a menor duvida.
E assim, Alcolumbre sera reeleito presidente do Senado, Alexandre de Moares sera o novo presidente do Supremo e teremos que esperar ate 2030 para que haja mudanças efetivas na politica brasileira. 


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terça-feira, 1 de setembro de 2026

As consequências econômicas do governo Lula preocupam?




As realidades dos governos de Lula diferem significativamente entre as suas passagens pela presidência.
Enquanto os dois primeiros mandatos, entre 2003 a 2010, foram marcados por um forte crescimento puxado pelo cenário externo favorável que permitiu que o governo tivesse pontos favoráveis à sua gestão, como a alta na exportação, que permitiu saldos positivos na balança comercial, e, mesmo com aumento nos gastos públicos, que Lula aprecia fazer, conseguiu superavit no Orçamento Federal, o terceiro mandato, iniciado em 2023, enfrenta restrições fiscais severas, pressões inflacionárias e um cenário global mais complexo.
O ponto fundamental, que provocou efeitos negativos na economia, no terceiro mandato de Lula, foram os desdobramentos,  que a pandemia produziu e que continuam atormentando a economia mundial e a brasileira.
Quando presidente, Jair Bolsonaro sabia que todo o aparato necessário no combate à pandemia iria prejudicar seu governo.
Como de fato aconteceu.
Todas aquelas projetos, que seu ministro da economia queria produzir, e, diga-se de passagem, eram ótimos, foram prejudicados.
Por isso, Jair entrou no modo desespero.
Sua reação imediata foi minimizar a gravidade da doença e, pior, contestou o isolamento social, obviamente imprescindível, para tentar conter a proliferação do vírus.
Se não tivesse acontecido o isolamento, ainda que parcial, muito mais gente teria morrido.
Independentemente da vontade de Jair Bolsonaro tentar conter os 
efeitos econômicos negativos, o fato é que a pandemia causou, e ainda causa, problemas.
Com a necessidade de prestação de atendimento emergencial de socorro às vitimas da pandemia, além da ajuda aos empregadores para não demitirem seus empregados, o governo Bolsonaro teve que gastar alem do Orçamento.
Iniciou-se, nesse momento, o furo no teto de gastos do Orçamento, que foi um excelente projeto implementado pelo governo de Michel Temer, com o objetivo de blindar o orçamento público através do reequilíbrio das contas públicas e conter o crescimento da dívida, após o país registrar sucessivos déficits fiscais herdados do governo Dilma.
A partir dai o Estado brasileiro passou, novamente, a ter aumento da divida publica. 
Lula, em seu terceiro mandato, voltou acreditando que vinha acompanhado da mesma sorte que teve em seu primeiro mandato.
Só que não.
Continuou com a ideia de que poderia gastar o que precisasse para manter a avaliação de seu governo em patamar elevado, para poder encerrar sua carreira politica cheio de louros.
Chegou ate a falar, no inicio de seu governo, que não tentaria a reeleição.
Mas, a realidade foi outra.
Lula abandonou o Teto de Gastos e criou seu próprio programa, que chamou de Novo Arcabouço Fiscal, que estabelecia metas anuais para buscar o equilíbrio.
Entretanto, Lula realizou despesas expressivas fora das regras e metas fiscais tradicionais, desde o final de 2022, como a PEC da Transição, e ao longo de seu mandato vem acumulando centenas de bilhões de reais em exceções, que provocaram a exorbitante divida publica.
Essa foi a verdadeira razão da alta dos juros da Selic, que Lula recusa-se aceitar, e que continua provocando o endividamento que afeta tanto os empresários, como o cidadão comum.
O endividamento das pessoas, aconteceu por vários fatores, mas o essencial é que os salários, em especial na iniciativa privada, são muito baixos. 
O fato é que o governo Lula estimulou as pessoas a gastar, no inicio de seu governo, quando os juros estavam mais baixos.
Com o aumento dos juros, o tíquete médio das parcelas financiadas aumentaram de valor, mas não intimidaram o consumidor.
Como os salários estão baixos para o consumo desejado, com a legalização das Bets, a pessoas acreditaram que poderiam aumentar sua renda jogando.
Incrível como, ate hoje, as pessoas não entenderam que, quando você entra num cassino, quem ganha é o cassino. 
Você só perde.
Assim, esse fator também contribuiu para aumentar o endividamento.
O consumidor continuou gastando e tendo dificuldade em pagar suas dividas, como acontece no governo Lula.
Para ajudar as pessoas a reduzir o nível de endividamento, o governo criou o programa Desenrola 1.
Mas, essa ajuda não resolveu o problema da divida.
Ao contrario, permitiu que o cidadão aumentasse ainda mais seu endividamento, pois com o nome limpo o consumidor, avido por comprar, continuou gastando o que não tinha, levando o governo a criar o programa Desenrola 2.
O resultado desse endividamento das pessoas, acabou levando a uma redução nas compras.
Ai foram as varejistas que sentiram o peso dessa redução, provocando o endividamento acima do sustentável de algumas empresas, que tiveram que  entrar em processo de recuperação, judicial ou não.
Mas, o endividamento do varejo começou la na pandemia e se agravou com os juros altos. 
Os juros altos são terríveis, mas a gestão dessas empresas, também, não foi das melhores.
A direção das empresas não percebeu, ou não quis enxergar, uma mudança no comportamento do consumidor, que, desde a pandemia, passou a comprar produtos mais pela internet e no varejo de comida passou a comprar por aplicativo, deixando as custosas lojas vazias e cheias de funcionários sem ter o que fazer.
Os bancos foram espertos. 
Há alguns anos vieram fechando agencias e enxugando o numero de bancários. Faltou essa visão aos empresários, que hoje estão em dificuldade.
Como já fui empresario da construção civil, eu entendo a dificuldade dos dirigentes da empresas em enfrentar a adversidade com racionalidade e pragmatismo.
O empresario, de maneira geral, nutre a esperança de que dias melhores virão, impedindo-o de fazer adaptações, que reduzam o tamanho da sua empresa.
Felizmente, eu pensava como os banqueiros e, nos primeiros sinais de dificuldades, na década de 1990, com os juros da Selic ultrapassando os 25% ao ano, durante o governo FHC, reagi sem paixão e comecei um processo de enxugamento da empresa ate ficar eu, meu ex-sócio e uma secretaria. 
Além disso, estabeleci como meta o ano 2000 para que houvesse uma recuperação do mercado imobiliário.
Quando chegou o ano 2000, como a situação continuava difícil, eu quis fechar o que restava da empresa, mas meu ex-sócio quis ficar com ela.
Então, dividimos o que restava de patrimônio da empresa e eu praticamente a dei para ele.
Para encerrar, há uma preocupação dos empresários e eleitores de quem for eleito presidente como enfrentará o necessário ajuste na economia.
Flavio Bolsonaro participou de um jantar com lideranças de grandes bancos e empresários.
Quando questionado sobre seus planos para o ajuste fiscal, ao invés dele mesmo responder, passou a palavra para Daniella Marques, coordenadora do programa econômico da campanha, que o acompanhava, que fez uma boa apresentação, mas sem detalhamentos. 
Essa postura acabou por deixar, nos participantes, uma impressão de falta de entusiamo de como sera o futuro governo Flavio, se ganhar a eleição.
Lula não deixou passar batido  e convidou a mesma turma para um jantar no Alvorada.
Por ser mais habilidoso, Lula tentou passar a imagem de que não é um
irresponsável, mudando o tom, que havia dado, numa entrevista no Jornal Nacional, quando disse que não se preocupava com o alto endividamento do Estado.
Desta vez, seguindo os conselhos de seu ministro da Fazenda, Lula admitiu, de viva voz, que buscaria reduzir os gastos públicos para redução dos juros.
Além disso, com a intenção de agradar os donos do PIB brasileiro, informou que apresentou ao Congresso uma proposta de Orçamento, para 2027, com superavit de quase R$19 bilhões.
Ainda que esse projeto de Orçamento, para ser crível, necessite de uma ampla reforma nos gastos públicos, alem de ter uma previsão de arrecadação fantasiosa, Lula, também, não detalhou como fará os ajustes.
Seja quem for eleito presidente, é certo que haverá muita pressão para que seja encontrado uma solução para redução dos juros e restabelecimento da economia.