Toda hora descobrimos que mulher, filho ou aparentado de membros do Poder Judiciário constituíram escritórios de advocacia, para atender a demanda de empresários envolvidos em fraudes, através de contratos milionários!!!
Parece que a ética, nesse meio, foi substituída pela desfaçatez.
A normalização dessa pratica parece não incomodar mais ninguém.
Se tivéssemos um minimo de indignação, pra valer, sairíamos às ruas para arranca-los de seus pomposos gabinetes e joga-lo no olho da rua, para nunca mais voltarem a ocupar cargo publico.
Infelizmente, somos um povo apático, mas não indiferentes.
Ao invés de irmos à ruas e agirmos, preferimos assistir sentados, confortavelmente, em nossa poltronas e assistir programas humorísticos, cujo tema é a pratica da desonestidade de várias de nossas autoridades e rir.
Ao invés de irmos à ruas e agirmos, preferimos assistir sentados, confortavelmente, em nossa poltronas e assistir programas humorísticos, cujo tema é a pratica da desonestidade de várias de nossas autoridades e rir.
E não é de hoje.
Há, entre variações de personagens, interpretados por diversos humoristas, um que me vem a mente.
Trata-se do personagem Deputado João Plenário, do programa humorístico A Praça É Nossa, que, quando alguém o procurava desesperado para resolver um problema jurídico ou político de forma honesta, ele estufava o peito e dizia ser "absolutamente incorruptível" e um homem de moral ilibada.
No entanto, logo em seguida, ele sussurrava algo como:
No entanto, logo em seguida, ele sussurrava algo como:
- "Mas eu tenho um primo..." ou "Procure o meu assessor...", indicando um parente ou intermediário que aceitaria o suborno e resolveria a falcatrua.
Temos que acabar com essa forma de corrupção indireta, que só é engraçada quando feita por um humorista.
O problema se agravou a tal ponto que, no dia 15 de setembro de 2026, assistimos a patética sessão extraordinária e tensa no Supremo Tribunal Federal,
O problema se agravou a tal ponto que, no dia 15 de setembro de 2026, assistimos a patética sessão extraordinária e tensa no Supremo Tribunal Federal,
realizada para analisar se o ministro Alexandre de Moraes deveria ser investigado a partir de um relatório da Polícia Federal relacionado ao chamado "caso Banco Master e desandou para um bate boca entre ministros, com acusações entre eles de suspeita de corrupção.
Esse episodio foi preocupante, pois o Supremo é o ultimo recurso que o cidadão confia para defender os interesses do povo.
Sua ruína é a ruína da Republica, que já esta abalada pela desfiguração praticada pelos entes das Instituições, que compõe a Republica.
E não é de hoje.
Para piorar, o resultado que sairá das eleições, tanto legislativas quanto do presidente da Republica, não parece ser constituído por políticos dispostos a promover uma ampla reforma institucional.
Apesar desse cenário desolador, sempre se encontra uma solução.
Mas, não basta sermos esperançosos.
Temos que agir.
O processo terá que ser por partes.
Assim, a parte da sociedade mais consciente tem que exigir a saída imediata dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que foram os primeiros que surgiram com denuncias de envolvimento no caso Master.
Entendo que com essa saída arrefecerá a indignação contra o Supremo.
É importante que se restabeleça a credibilidade do Supremo, para que seja possível que a Justiça tome outras medidas corretivas.
Depois, os demais suspeitos do Supremo, também, devem ter sua hora com a Justiça.
Paralelamente, é preciso que se esclareça, de vez, se Flavio Bolsonaro esta habilitado para ser candidato a presidente, com respostas transparentes se seu envolvimento no caso Master foi ou não foi um ato de corrupção.
E isso tem que ser sumaríssimo, pois as eleições estão batendo na porta.
Não podemos eleger um presidente carregando a pecha de corrupto.
Na sequencia, tem-se que depurar o Congresso, com afastamento de todos os políticos envolvidos pro corrupção no caso Master, caso sejam reeleitos.
Sem essa faxina, continuaremos no pântano e seremos todos prejudicados como cidadãos.
Nota do autor: Não se esqueça de acessar as publicidades que aparecem no texto para que eu possa ganhar créditos. Grato