Fraudes bancarias acontecem em vários países pelo mundo.
Os mais famosos foram os seguintes;
Em 1995, o Barings Bank, da Inglaterra, faliu devido às ações de um único operador que se tornou executivo da filial de Cingapura.
Nick Leeson, chefe de operações na Bolsa de Cingapura, começou a fazer apostas especulativas altamente arriscadas, sem autorização.
Quando as operações começaram a dar errado, ele falsificou registros contábeis para esconder os prejuízos de seus superiores em Londres, causando perdas acumuladas que chegaram a 827 milhões de libras, que correspondiam a mais do que todo o capital disponível do banco.
Em 2016, houve o Escândalo do Wells Fargo, quando executivos do banco impuseram metas de vendas agressivas e irrealistas de "venda cruzada" aos funcionários.
Para cumpri-las e garantir bônus corporativos, os gerentes e funcionários abriram mais de 3,5 milhões de contas bancárias e de cartões de crédito fraudulentos em nome de clientes reais, sem o consentimento deles.
No início dos anos 2000, os juros nos EUA estavam historicamente baixos.
Os bancos tinham muito dinheiro para emprestar e decidiram abrir a torneira para o cliente Subprime, que são pessoas com histórico de crédito ruim, sem renda fixa ou garantias.
Os bancos empurravam hipotecas com juros baixos no primeiro ano, mas que saltavam para valores astronômicos depois.
A premissa do mercado era de que "os preços dos imóveis nunca iam parar de subir".
Mas pararam.
Em 2006 e 2007, os juros das parcelas subiram e o calote disparou, provocando milhares de casas abandonadas, pois as famílias não conseguiram pagar.
Os bancos tomaram os imóveis e tentaram vender, inundando o mercado.
Os preços das casas desabaram.
Em março de 2008, o tradicional banco Bear Stearns quebrou e foi resgatado às pressas.
Em 2008, o gigante Lehman Brothers, um dos maiores bancos de investimento do mundo declarou falência.
A quebra do Lehman Brothers gerou um pânico global instantâneo, paralisando a economia mundial e forçando o governo americano a injetar centenas de bilhões de dólares dos pagadores de impostos para salvar os demais bancos sobreviventes sob a justificativa de que eram "grandes demais para quebrar".
No Brasil, em 2004, houve a fraude do Banco Santos.
Sob o comando do banqueiro Edemar Cid Ferreira, o Banco Santos atraia investidores, fundos de pensão estatais e privados, oferecendo Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e outras aplicações com taxas de retorno muito superiores às praticadas pela média do mercado financeiro na época.
A quebra do banco não foi um acidente de mercado, mas o resultado de uma chamada "gestão nefasta" baseada em fraudes estruturadas.
Os balanços eram maquiados para ocultar a real situação de insolvência.
Quando o banco quebrou, esses fundos sofreram perdas bilionárias imediatas, impactando indiretamente a aposentadoria e a previdência complementar de milhares de cidadãos.
O resultado foi que a instituição sofreu intervenção do Banco Central e teve sua falência decretada. com um rombo contábil deixado na instituição calculado em cerca de R$ 2,9 bilhões,
Em seguida, em 2010, foi a vez do Banco PanAmericano.
A diretoria executiva do banco inflou o balanço contábil ao deixar de dar baixa em carteiras de crédito que já haviam sido vendidas para outras instituições financeiras.
O esquema mascarou um rombo de 4,3 bilhões de reais e envolveu o conluio de membros da alta administração.
O banco precisou de um aporte emergencial do Fundo Garantidor de Créditos e acabou sendo vendido.
Como se vê, houve muitos casos que serviram de inspiração para Daniel Vorcaro acreditar que poderia fazer o mesmo e se dar bem.
A formula foi a mesma do Banco Santos.
Atrair investidores, fundos de pensão estatais oferecendo Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e outras aplicações com taxas de retorno muito superiores às praticadas pela média do mercado financeiro.
Ao mesmo tempo, Vorcaro criou uma estratégia de blindagem complexa, construindo uma forte rede de influência nos Três Poderes da Republica,
A quebra do Lehman Brothers gerou um pânico global instantâneo, paralisando a economia mundial e forçando o governo americano a injetar centenas de bilhões de dólares dos pagadores de impostos para salvar os demais bancos sobreviventes sob a justificativa de que eram "grandes demais para quebrar".
No Brasil, em 2004, houve a fraude do Banco Santos.
Sob o comando do banqueiro Edemar Cid Ferreira, o Banco Santos atraia investidores, fundos de pensão estatais e privados, oferecendo Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e outras aplicações com taxas de retorno muito superiores às praticadas pela média do mercado financeiro na época.
A quebra do banco não foi um acidente de mercado, mas o resultado de uma chamada "gestão nefasta" baseada em fraudes estruturadas.
Os balanços eram maquiados para ocultar a real situação de insolvência.
Quando o banco quebrou, esses fundos sofreram perdas bilionárias imediatas, impactando indiretamente a aposentadoria e a previdência complementar de milhares de cidadãos.
O resultado foi que a instituição sofreu intervenção do Banco Central e teve sua falência decretada. com um rombo contábil deixado na instituição calculado em cerca de R$ 2,9 bilhões,
Em seguida, em 2010, foi a vez do Banco PanAmericano.
A diretoria executiva do banco inflou o balanço contábil ao deixar de dar baixa em carteiras de crédito que já haviam sido vendidas para outras instituições financeiras.
O esquema mascarou um rombo de 4,3 bilhões de reais e envolveu o conluio de membros da alta administração.
O banco precisou de um aporte emergencial do Fundo Garantidor de Créditos e acabou sendo vendido.
Como se vê, houve muitos casos que serviram de inspiração para Daniel Vorcaro acreditar que poderia fazer o mesmo e se dar bem.
A formula foi a mesma do Banco Santos.
Atrair investidores, fundos de pensão estatais oferecendo Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e outras aplicações com taxas de retorno muito superiores às praticadas pela média do mercado financeiro.
Ao mesmo tempo, Vorcaro criou uma estratégia de blindagem complexa, construindo uma forte rede de influência nos Três Poderes da Republica,
desviando parte dos recursos arrecadados.
Na politica, utilizou trânsito com caciques políticos para intermediar negociações com fundos de pensão estatal, além de tentar obter apoio na venda do banco Master ao Banco de Brasília (BRB), plano que acabou vetado pelo Banco Central e barrado pela Justiça Federal.
Paralelamente, fez contratações com bancas advocatícias influentes, ligados diretamente a familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal, como o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes.
Para encerrar a blindagem, criou um "Império de Mídia" e Desinformação, financiando uma rede de sites de notícias e veículos de comunicação para promover sua imagem institucional, antes que a falência fosse decretada.
Ao mesmo tempo, fazia ataques a jornalistas através de redes de desinformação focadas em descredibilizar jornalistas, que investigavam e publicavam furos sobre a real situação de insolvência do Banco Master.
Paralelamente, fez contratações com bancas advocatícias influentes, ligados diretamente a familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal, como o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes.
Para encerrar a blindagem, criou um "Império de Mídia" e Desinformação, financiando uma rede de sites de notícias e veículos de comunicação para promover sua imagem institucional, antes que a falência fosse decretada.
Ao mesmo tempo, fazia ataques a jornalistas através de redes de desinformação focadas em descredibilizar jornalistas, que investigavam e publicavam furos sobre a real situação de insolvência do Banco Master.
Mesmo com todo seu mirabolante plano, Daniel Vorcaro se deu mal.
Pelo menos, ate o momento.
Tem muita gente graúda que poderá fazer com que o "sistema" amenize seu crime, como foi feito com os bandidos da Lava Jato, que foram inocentados, posteriormente, e tiveram ate dinheiro roubado, que fora confiscado, devolvido.
Mas, não podemos deixar, também, de tratar dos investidores.
Golpes de aplicações com taxas de retorno muito superiores às praticadas pela mercado financeiro são conhecidos.
Como explicar que investidores entraram em mais esse golpe?
A ganancia, que cega!
Quanto aos fundos de pensão, acredito, os administradores foram pelo mesmo caminho, para beneficiar os beneficiários dos fundos, motivados, com certeza, por comissões vantajosas que cegam ainda mais sobre a possibilidade de fraude.
Como se vê, quando une-se a fome à vontade de comer, fraudes são fáceis de serem cometidas.