Durante a campanha presidencial de 2022, Lula, quando criticava o então presidente Jair Bolsonaro, por ter indicado dois ministros terrivelmente evangélicos, amigos dele, adotou um discurso focado em indicações técnicas para o Supremo Tribunal Federal, prometendo não basear as escolhas em amizade.
Não cumpriu.
Aliás, como sempre faz.
Promete e não cumpre.
Assim, Lula emplacou dois amigos do peito, em que prevaleceu, como requisito, ser de confiança dele:
O advogado, que lutou bravamente em sua defesa, Cristiano Zanin, e seu ex-ministro da Justiça, Flavio Dino.
Desta vez, quando quis emplacar um terceiro, o Advogado-geral da União, Jorge Messias, deu-se mal.
O Senado Federal, em votação agilizada, encerrou a pretensão do presidente Lula de instalar, no Supremo, mais um ministro de sua confiança.
A decisão teve um placar de 42 a 34 contra a indicação de Jorge Messias.
Trata-se de uma derrota fragorosa de Lula, que, com suas lideranças politicas não tiveram a habilidade de perceber a derrota que se avizinhava.
Agora, alguns deles, querem vingança contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Acreditam que ele terá o mesmo fim de Eduardo Cunha, que foi preso por liderar a queda da então presidente Dilma, em razão de seu envolvimento no caso Master, que poderá acontecer após as revelações de Vorcaro, em sua delação premiada, quando, então, não terá o respaldo do governo, para protege-lo.
Esquecem-se que Dilma caiu junto com Cunha.
Lula que fique esperto nesse revanchismo, para não cair junto.
Acreditam que ele terá o mesmo fim de Eduardo Cunha, que foi preso por liderar a queda da então presidente Dilma, em razão de seu envolvimento no caso Master, que poderá acontecer após as revelações de Vorcaro, em sua delação premiada, quando, então, não terá o respaldo do governo, para protege-lo.
Esquecem-se que Dilma caiu junto com Cunha.
Lula que fique esperto nesse revanchismo, para não cair junto.
Nem que seja pela sua não reeleição.
Lula deve sofrer mais uma derrota, em curto espaço de tempo.
Haverá nova votação no Congresso, desta vez, para derrubar o veto de Lula no Projeto de Lei da Dosimetria.
Haverá nova votação no Congresso, desta vez, para derrubar o veto de Lula no Projeto de Lei da Dosimetria.
Que, a meu ver, foi um erro de Lula em vetar.
Deveria ter mostrado sua generosidade e provar que, realmente, estava disposto a uma pacificação nacional, sancionando a Lei, não de olho em Jair Bolsonaro, que continuaria condenado e preso, mas, nas pessoas comuns de 8 de janeiro, que de forma injusta foram condenadas a um excesso na penalidade.
Se o fizesse, seria apreciado por muitos adversários seus e poderia ate ajuda-lo na sua pretensa reeleição.
Agora vai enfrentar mais um percalço em sua campanha eleitoral.
Isso é ruim para o processo de sua ambiciosa reeleição.
Aliás, Lula tem encontrado dificuldade em sua estrategia de melhorar sua imagem.
Entrou em modo desespero e esta tentando de tudo para melhorar sua imagem de bom governante.
Mexe no preço dos combustíveis, no alto endividamento do povo, na redução da jornada de trabalho.
Apelou até para seu cabo eleitoral no exterior.
Lembrando-se do resultado positivo, que obteve após a intervenção de Eduardo Bolsonaro, quando este conseguiu influenciar o presidente Trump a impor sanções ao Brasil e, ao invés de beneficiar o encerramento do julgamento do pai, criou uma revolta nos brasileiros, que se juntaram a Lula na defesa da soberania nacional, Lula voltou a provoca Trump, em suas falas no exterior, para que Trump reagisse com sanções, para que ele pudesse utilizar da mesma formula de defesa da soberania nacional.
Mas, Trump, que esta mais ocupado com sua insana briga contra o Irã, nem teve tempo para tomar conhecimento das bravatas de Lula.
Ou seja, perdeu seu cabo eleitoral.
Ou seja, perdeu seu cabo eleitoral.
Tudo isso poderá levar Lula a uma possível derrota na eleição.
Aliás, se Lula for esperto e conseguir perceber isso, deveria seguir a recomendação dele próprio a Alexandre de Moraes:
"Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora a sua biografia".
Trocando Vorcaro por eleição, Lula deveria evitar que sua biografia encerre sua vida publica com uma derrota eleitoral.
Trocando Vorcaro por eleição, Lula deveria evitar que sua biografia encerre sua vida publica com uma derrota eleitoral.