A delação premiada foi criada, em 2013, como uma ferramenta estratégica para combater o crime organizado, a corrupção e crimes complexos que o Estado, sozinho, tinha extrema dificuldade de desmantelar.
Mas, tanto no crime de corrupção do Mensalão quanto no Petrolão, os principais dirigentes e integrantes do núcleo político do PT mantiveram a postura de não realizar delação premiada, mantendo um pacto de silêncio institucional e optando por cumprir suas penas sem fechar acordos de colaboração com a Justiça.
As exceções foram o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-senador Delcídio do Amaral, que foram expulsos ou se desfiliaram do partido, após delatarem.
No Mensalão, todos os petistas cumpriram parte de suas penas e depois receberam indultos natalinos da então presidente Dima Rousseff, do PT, ou extinção de pena pelo STF.
Os que recusaram a delatar foram:
José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e homem forte do primeiro governo Lula, foi condenado e preso no Mensalão por corrupção ativa no fim de 2013, tendo obtido o perdão da pena, por indulto, em 2016.
José Genoino, ex-presidente nacional do PT e deputado federal, foi condenado e preso por corrupção ativa, obtendo a extinção de sua pena por indulto em 2015.
Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, apontado como o operador político do esquema de repasses de dinheiro junto a Marcos Valério.
Cumpriu a pena, que foi extinta, via indulto, em 2016.
João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados pelo PT, foi condenado por corrupção passiva e peculato, em 2014 e teve a punibilidade extinta por indulto em 2016.
No Petrolão foram:
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente, que foi preso em 2018 após condenação no caso do Triplex do Guarujá.
Lula sempre rechaçou qualquer possibilidade de delação premiada, afirmando que aceitar um acordo seria admitir uma culpa que ele negava.
Suas condenações foram, em 2019, anuladas pelo STF.
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT foi um dos operadores do partido no esquema da Petrobras e chegou a acumular penas que somavam décadas de prisão.
Foi preso em 2015, estando totalmente livre, hoje, após as anulações e revisões dos processos de Curitiba pelo STF.
José Dirceu foi novamente preso, em 2015, desta vez, sob a acusação de receber propinas residuais do esquema da Petrobras, mas o STF anulou todas as suas condenações por capítulos.
Em 2017 o STF concedeu um habeas corpus e determinou sua soltura.
Em 2018, após voltar a ser preso por conta de uma condenação em segunda instância, o STF voltou a libertá-lo, permitindo que ele aguardasse o julgamento de recursos em liberdade.
Finalmente, em 2024 o ministro Gilmar Mendes anulou todas as condenações de José Dirceu.
André Vargas, ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados pelo PT foi preso em 2015, cumpriu sua pena de prisão e foi solto no final de 2018, após obter liberdade condicional.
Paulo Ferreira, também ex-tesoureiro do PT, foi preso na Operação Custo Brasil, desdobramento da Lava Jato que investigava fraudes no Ministério de Planejamento, em 2015, estando totalmente livre hoje, após as anulações e revisões dos processos de Curitiba pelo STF.
Mas essa recusa de não fazer delação foi diferente em membros de partidos como o MDB e o PP, ou de empreiteiros e diretores da Petrobras, que delataram para terem suas penas abrandadas.
As exceções foram o ex-ministro Antonio Palocci e o ex-senador Delcídio do Amaral, que foram expulsos ou se desfiliaram do partido, após delatarem.
No Mensalão, todos os petistas cumpriram parte de suas penas e depois receberam indultos natalinos da então presidente Dima Rousseff, do PT, ou extinção de pena pelo STF.
Os que recusaram a delatar foram:
José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e homem forte do primeiro governo Lula, foi condenado e preso no Mensalão por corrupção ativa no fim de 2013, tendo obtido o perdão da pena, por indulto, em 2016.
José Genoino, ex-presidente nacional do PT e deputado federal, foi condenado e preso por corrupção ativa, obtendo a extinção de sua pena por indulto em 2015.
Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, apontado como o operador político do esquema de repasses de dinheiro junto a Marcos Valério.
Cumpriu a pena, que foi extinta, via indulto, em 2016.
João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados pelo PT, foi condenado por corrupção passiva e peculato, em 2014 e teve a punibilidade extinta por indulto em 2016.
No Petrolão foram:
Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente, que foi preso em 2018 após condenação no caso do Triplex do Guarujá.
Lula sempre rechaçou qualquer possibilidade de delação premiada, afirmando que aceitar um acordo seria admitir uma culpa que ele negava.
Suas condenações foram, em 2019, anuladas pelo STF.
João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT foi um dos operadores do partido no esquema da Petrobras e chegou a acumular penas que somavam décadas de prisão.
Foi preso em 2015, estando totalmente livre, hoje, após as anulações e revisões dos processos de Curitiba pelo STF.
José Dirceu foi novamente preso, em 2015, desta vez, sob a acusação de receber propinas residuais do esquema da Petrobras, mas o STF anulou todas as suas condenações por capítulos.
Em 2017 o STF concedeu um habeas corpus e determinou sua soltura.
Em 2018, após voltar a ser preso por conta de uma condenação em segunda instância, o STF voltou a libertá-lo, permitindo que ele aguardasse o julgamento de recursos em liberdade.
Finalmente, em 2024 o ministro Gilmar Mendes anulou todas as condenações de José Dirceu.
André Vargas, ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados pelo PT foi preso em 2015, cumpriu sua pena de prisão e foi solto no final de 2018, após obter liberdade condicional.
Paulo Ferreira, também ex-tesoureiro do PT, foi preso na Operação Custo Brasil, desdobramento da Lava Jato que investigava fraudes no Ministério de Planejamento, em 2015, estando totalmente livre hoje, após as anulações e revisões dos processos de Curitiba pelo STF.
Mas essa recusa de não fazer delação foi diferente em membros de partidos como o MDB e o PP, ou de empreiteiros e diretores da Petrobras, que delataram para terem suas penas abrandadas.
O resumo é que os figurões do PT, que não delataram, acreditavam, como de fato aconteceu, de que seriam soltos em breve.
Observe que mesmo os condenados no Mensalão pelo STF, de alguma forma, foram descondenados pelo próprio STF, anos mais tarde, ou indultados pela então presidente Dilma Rousseff, do PT!!!!
Apenas como menção, o PT não teve o menor pudor ou constrangimento para indultar os seus, mas Lula, também do PT, pretendendo ser mais altivo do que realmente é, não quis indultar os bolsonaristas, que participaram do 8 de janeiro, por terem cometido seus crimes sob indução de Jair Bolsonaro e não para se locupletarem, como fizeram os indultados do PT.
Lula se negou ate a sancionar parte da Lei da Dosimetria, que beneficiaria os "vândalos" de 8 de janeiro.
Fez valer a máxima:
Pros amigos, tudo, pros inimigos, a Lei!
No mais novo escândalo de fraude financeira, Daniel Vorcaro, que tinha relações interesseiras com a nata dos membros de todas as Instituições da Republica, diante da prisão, cogitou em fazer delação premiada, para aliviar sua futura e esperada condenação.
Brasilia passou dias e dias apreensiva.
Quem Vorcaro levaria junto com ele para a forca?
No mais novo escândalo de fraude financeira, Daniel Vorcaro, que tinha relações interesseiras com a nata dos membros de todas as Instituições da Republica, diante da prisão, cogitou em fazer delação premiada, para aliviar sua futura e esperada condenação.
Brasilia passou dias e dias apreensiva.
Quem Vorcaro levaria junto com ele para a forca?
Parece que se acalmaram.
A pretendida delação foi um fiasco.
Não entregou ninguém.
Obvio.
Os advogados de Vorcaro, que transitam pelo STF em sua vida profissional e não desejam se indispor delatando alguns deles, convenceram-no a não queimar figurinhas, que num futuro próximo, possam agir, como agiram com os bandidos do PT, que tiveram suas penas anuladas e muitos com o dinheiro roubado recuperado.
Ou mesmo, dentro os amigos que fez no Congresso, que podem aprovar Lei que reduza seu crime a um roubo de galinha do vizinho.
Infelizmente, como a historia nos mostra, o Brasil é o pais da corrupção e da impunidade!