Não apoio a ditadura comunista de Cuba.
Acho que, depois de 67 anos de fracasso de ditadura, os dirigentes cubanos deveriam sair do governo e permitir o retorno à livre democracia, para que os cubanos escolhessem como querem viver daqui pra frente.
A utopia de que o comunismo traria prosperidade ao povo cubano resultou na triste realidade de que cerca de 89% das famílias em Cuba vivem em situação de extrema pobreza, afetadas pela escassez severa de alimentos, inflação elevada, apagões constantes e salários insuficientes.
O governo cubano não divulga estatísticas oficiais sobre a pobreza, contestando tais dados e atribuindo as dificuldades a fatores estruturais e ao embargo imposto pelos EUA.
Esse embargo teve inicio em 1960, quando o governo americano proibiu a exportação de quase todos os produtos para Cuba, exceto alimentos e remédios, após a desapropriação de refinarias de petróleo americanas na ilha, por Fidel Castro.
Na sequencia, em 1962, o presidente Kennedy assinou o decreto oficializando o embargo comercial total de transações entre os dois países, com o objetivo de asfixiar o governo e força-los a se retirar do poder.
Não concordo com o embargo comercial como método eficaz de catalizar a queda do.
Os fatos falam por si.
Não deu certo, apesar dos governos norte-americanos, ate hoje, acreditarem que o bloqueio comercial conseguirá enfraquecer as finanças do Estado cubano e estimular uma transição democrática e o respeito aos direitos humanos na ilha.
O fato é que o bloqueio encarece produtos essenciais e sufoca a economia local, sem atingir o objetivo de derrubar o regime e gerando forte custo social para a população cubana.
Uma das razões do fracasso do embargo foi que Cuba teve a economia totalmente subsidiada pela União Soviética a partir de 1960.
O processo iniciou-se com acordos comerciais de troca de açúcar por petróleo, motivado pelo aumento das tensões entre Havana e os Estados Unidos, e evoluiu rapidamente para uma forte aliança militar e econômica.
Durou até 1990, quando esses subsídios acabaram.
A ditadura de Fidel Castro teve quer enxergar que o sistema comunista, com monopólio estatal e pouca iniciativa privada, teria que ser abrandado, fazendo com que o que o país abrisse a economia, no final dos anos 90.
Assim, Fidel Castro legalizou o uso do dólar, abriu o turismo internacional e permitiu formas limitadas de trabalho autônomo e investimentos estrangeiros.
Mas, isso não foi o suficiente, pois a estrutura econômica interna é a principal causa da falta de desenvolvimento.
O controle estatal sobre quase todos os meios de produção reduz a iniciativa privada, a inovação e a produtividade.
Alem disso a burocracia é ineficiência, sem uma planificação rígida da economia, que dificulta a resposta rápida a crises de abastecimento e inflação.
Contribuí, ainda, a baixa capacidade de exportação, pois Cuba produz poucos bens de alto valor agregado para negociar no mercado internacional.
Agora, o governo de Donald Trump, sob influencia de Marco Rubio, busca o fim do regime comunista em Cuba por meio de um cerco econômico extremo, com bloqueio de combustíveis, de forte pressão política e severas sanções econômicas.
O objetivo estratégico é asfixiar as finanças da ilha para enfraquecer o governo local, forçar uma mudança de poder ou gerar instabilidade interna.
Essa estrategia fez com que Cuba atravesse a maior crise de sua história recente, marcada por severos e frequentes apagões de energia que chegam a durar 20 horas diárias, escassez extrema de alimentos e remédios, gerando grande desgaste na rotina da população.
O atual líder máximo de Cuba é Miguel Díaz-Canel resiste a essa intensa pressão, e tem adotado uma estratégia dupla: implementa reformas econômicas internas de abertura ao setor privado e busca canais de diálogo diplomático sem condições prévias.
Esse embargo teve inicio em 1960, quando o governo americano proibiu a exportação de quase todos os produtos para Cuba, exceto alimentos e remédios, após a desapropriação de refinarias de petróleo americanas na ilha, por Fidel Castro.
Na sequencia, em 1962, o presidente Kennedy assinou o decreto oficializando o embargo comercial total de transações entre os dois países, com o objetivo de asfixiar o governo e força-los a se retirar do poder.
Não concordo com o embargo comercial como método eficaz de catalizar a queda do.
Os fatos falam por si.
Não deu certo, apesar dos governos norte-americanos, ate hoje, acreditarem que o bloqueio comercial conseguirá enfraquecer as finanças do Estado cubano e estimular uma transição democrática e o respeito aos direitos humanos na ilha.
O fato é que o bloqueio encarece produtos essenciais e sufoca a economia local, sem atingir o objetivo de derrubar o regime e gerando forte custo social para a população cubana.
Uma das razões do fracasso do embargo foi que Cuba teve a economia totalmente subsidiada pela União Soviética a partir de 1960.
O processo iniciou-se com acordos comerciais de troca de açúcar por petróleo, motivado pelo aumento das tensões entre Havana e os Estados Unidos, e evoluiu rapidamente para uma forte aliança militar e econômica.
Durou até 1990, quando esses subsídios acabaram.
A ditadura de Fidel Castro teve quer enxergar que o sistema comunista, com monopólio estatal e pouca iniciativa privada, teria que ser abrandado, fazendo com que o que o país abrisse a economia, no final dos anos 90.
Assim, Fidel Castro legalizou o uso do dólar, abriu o turismo internacional e permitiu formas limitadas de trabalho autônomo e investimentos estrangeiros.
Mas, isso não foi o suficiente, pois a estrutura econômica interna é a principal causa da falta de desenvolvimento.
O controle estatal sobre quase todos os meios de produção reduz a iniciativa privada, a inovação e a produtividade.
Alem disso a burocracia é ineficiência, sem uma planificação rígida da economia, que dificulta a resposta rápida a crises de abastecimento e inflação.
Contribuí, ainda, a baixa capacidade de exportação, pois Cuba produz poucos bens de alto valor agregado para negociar no mercado internacional.
Agora, o governo de Donald Trump, sob influencia de Marco Rubio, busca o fim do regime comunista em Cuba por meio de um cerco econômico extremo, com bloqueio de combustíveis, de forte pressão política e severas sanções econômicas.
O objetivo estratégico é asfixiar as finanças da ilha para enfraquecer o governo local, forçar uma mudança de poder ou gerar instabilidade interna.
Essa estrategia fez com que Cuba atravesse a maior crise de sua história recente, marcada por severos e frequentes apagões de energia que chegam a durar 20 horas diárias, escassez extrema de alimentos e remédios, gerando grande desgaste na rotina da população.
O atual líder máximo de Cuba é Miguel Díaz-Canel resiste a essa intensa pressão, e tem adotado uma estratégia dupla: implementa reformas econômicas internas de abertura ao setor privado e busca canais de diálogo diplomático sem condições prévias.
Mas, os EUA não demonstram vontade de uma negociação.
O que Marco Rubio quer é a submissão total de Miguel Díaz-Canel, como aconteceu com Delcy Rodríguez, a presidente interina da Venezuela, a quem ele da ordens diretas.
Trump e seus asseclas não estão nem um pouco preocupados em implantar democracia nem na Venezuela, nem em Cuba.
Aliás, eles estão vilipendiando a democracia americana!
Querem o domínio da economia dos dois países para eles próprios enriquecerem-se ainda mais.