Fico intrigado como os cidadãos se posicionam, sobre um mesmo assunto, sobre uma determinada pessoa publica.
São a favor, quando essa pessoa publica faz parte daquelas que os cidadãos gostam.
São contra, quando ela faz parte daquelas que os cidadãos não gostam.
Por uma questão de coerência, honestidade moral e justiça, quando o assunto é o mesmo, o que é certo para um não pode ser errado para outro, e vice versa.
É o caso do que acontece com Flavio Bolsonaro.
Os que gostam dele acham que o assunto Dark Horse é pagina virada.
Os que não gostam, insistem que ele preste mais esclarecimentos sobre os valores recebidos de Daniel Vorcaro para custear o filme, como ele mesmo declarou.
Querem uma prestação de contas do gasto com o filme.
É o caso do que acontece com Flavio Bolsonaro.
Os que gostam dele acham que o assunto Dark Horse é pagina virada.
Os que não gostam, insistem que ele preste mais esclarecimentos sobre os valores recebidos de Daniel Vorcaro para custear o filme, como ele mesmo declarou.
Querem uma prestação de contas do gasto com o filme.
O argumento para o questionamento à Flavio Bolsonaro se da pelo fato do dinheiro disponibilizado por Vorcaro para financiar o filme Dark Horse ser oriundo da fraude do Banco Master.
Se é assim, então todos os que receberam qualquer pagamento ou favores de Vorcaro encontram-se na mesma situação!
Todos devem prestar contas do valor que receberam.
Todos devem prestar contas do valor que receberam.
Sejam Ministros do Supremo, Governadores ou ex, Ministros ou ex do governo Lula, Senadores, Deputados, Prefeitos, enfim todo o mundo politico e mesmo fora da politica, que receberam valores ou favores de Vorcaro.
Não é o que acontece nas cobranças das mídias jornalisticas e sociais.
Por exemplo, por que não se cobra nenhum esclarecimento do contrato da Dra. Viviane Barci de Moraes?
Mas, é preciso separar as coisas.
Uma coisa é a fraude.
Se algum deles contribuiu direta ou indiretamente com a pratica da fraude, sabendo dela, devem prestar contas é para a Justiça como criminosos iguais a Vorcaro.
Se receberam qualquer valor ou favores de Vorcaro, por outras razões, são terceiros de boa fé.
Evidentemente, porque ninguém é tolo, todo mundo sabe que Vorcaro distribuiu dinheiro e promoveu festas, degustações de bebidas caras e jantares sofisticados para conquistar, no minimo, a simpatia do alvo, com o objetivo de, no futuro, ter alguma reciprocidade.
Agora, se receberam por motivos de corrupção é outro crime, que deve ser investigado, também, e levado à Justiça.
Entendo que a cobrança, com mais enfase, à Flavio Bolsonaro acontece porque ele é candidato a presidente e, como tal, para desconstruir sua candidatura, é preciso apresentar seus pontos de vulnerabilidade.
Assim como acontece com a candidatura de Lula, que do lado que não gosta dele, explora a questão de suposto trafico de influencia de seu filho Lulinha.
A campanha negativa é o padrão de como se faz politica no Brasil.
Não se discute projetos, realizações, capacidade de liderança.
Ao que tudo indica, ate o momento, Flavio Bolsonaro captou recursos de Vorcaro sem saber de que ele praticava fraudes bancarias e, pelo que foi apurado, não ha indícios de corrupção.
O filme foi uma iniciativa privada, portanto, não deveria ser motivo de prestação de contas nenhuma.
As explicações de Flavio foram claras.
Pegou dinheiro de Vorcaro para financiar o filme.
Se, depois, a produção do filme gastou ou não todo o recurso arrecadado não é da conta de ninguém.
Pegou dinheiro de Vorcaro para financiar o filme.
Se, depois, a produção do filme gastou ou não todo o recurso arrecadado não é da conta de ninguém.
Trata-se de uma atividade privada.
Se a produtora enviou recursos para Eduardo Bolsonaro fazer politica contra o Brasil nos EUA, é outra estoria.
Quem deve responder por isso é a produtora.