Por serem os pioneiros, no Brasil, na criação de comunidades digitais engajadas e no uso da polarização para mobilizar eleitores, é inegável que os bolsonaristas tem uma alta eficacia e capacidade de comunicação política.
Sabem usar estrategicamente as redes sociais, com uma linguagem simples e direta, e utilizam forte conexão emocional com sua base de apoiadores.
Entretanto a família Bolsonaro tem um grave defeito.
Agem com soberba, acreditando que todos são tolos.
Assim são bons de saída, mas são péssimos de chegada.
Foi assim que Jair Bolsonaro conseguiu convencer seus seguidores a ir para as portas dos quarteis, para clamar por intervenção militar e, depois, invadir os prédios das Instituições democráticas, acreditando que Jair lideraria essa intervenção militar, que acabou não acontecendo.
Jair amarelou, pois não sabia como concluir seu plano de golpe de estado, mesmo tendo em suas mãos o comando das Forças Armadas.
Talvez, por não ser general!
Sabem usar estrategicamente as redes sociais, com uma linguagem simples e direta, e utilizam forte conexão emocional com sua base de apoiadores.
Entretanto a família Bolsonaro tem um grave defeito.
Agem com soberba, acreditando que todos são tolos.
Assim são bons de saída, mas são péssimos de chegada.
Foi assim que Jair Bolsonaro conseguiu convencer seus seguidores a ir para as portas dos quarteis, para clamar por intervenção militar e, depois, invadir os prédios das Instituições democráticas, acreditando que Jair lideraria essa intervenção militar, que acabou não acontecendo.
Jair amarelou, pois não sabia como concluir seu plano de golpe de estado, mesmo tendo em suas mãos o comando das Forças Armadas.
Talvez, por não ser general!
Os de 1964 souberam dar o golpe!
O resultado é que acabou condenado e preso.
Entretanto sua determinação de ficar no poder não terminou com sua prisão.
Como esta impedido de voltar ao poder, decidiu que seu filho Flavio seria o candidato para substitui-lo.
Para concretizar esse plano, foram idealizados várias táticas de persuasão na conquista do eleitorado.
Como principio era preciso manter viva a chama do mito Jair Bolsonaro.
Não bastava apenas o sobrenome.
Era preciso focar na emoção popular, técnica que todo candidato ao poder sabe utilizar.
Lula utiliza-se desse método e, desde sempre, tem obtido sucesso.
O resultado é que acabou condenado e preso.
Entretanto sua determinação de ficar no poder não terminou com sua prisão.
Como esta impedido de voltar ao poder, decidiu que seu filho Flavio seria o candidato para substitui-lo.
Para concretizar esse plano, foram idealizados várias táticas de persuasão na conquista do eleitorado.
Como principio era preciso manter viva a chama do mito Jair Bolsonaro.
Não bastava apenas o sobrenome.
Era preciso focar na emoção popular, técnica que todo candidato ao poder sabe utilizar.
Lula utiliza-se desse método e, desde sempre, tem obtido sucesso.
Aliás, ele é mestre nisso.
Assim foi criado o filme "Dark Horse", que apresenta Jair Bolsonaro como uma figura messiânica, ungida pelo divino.
Obvio que a intenção era lançar o filme no meio da campanha presidencial para abusar da sensibilidade religiosa do brasileiro e convencer o eleitor a votar em Flavio Bolsonaro.
Seria mais uma peça de publicidade politica.
E não uma homenagem ao líder politico, como foi o que fizeram no filme "Lula, o Filho do Brasil".
"Dark Horse" utiliza a exploração do uso de religião na politica, que Jair Bolsonaro e os evangélicos tem utilizado para se perpetuarem no poder.
Tudo seguia como o planejado.
Mas, como sempre, a família Bolsonaro foi atingida pela soberba.
Flavio caiu na malha da Intercept Brasil, portal independente de jornalismo investigativo focado em política e corrupção e revelou sua relação de amizade com Daniel Vorcaro.
Esse portal ja havia causado danos à direita, quando revelou conversas privadas entre o então juiz Sergio Moro e procuradores da Lava Jato, resultando na anulação da condenação, em três instancias, de Lula, pelo Supremo Tribunal Federal.
Assim foi criado o filme "Dark Horse", que apresenta Jair Bolsonaro como uma figura messiânica, ungida pelo divino.
Obvio que a intenção era lançar o filme no meio da campanha presidencial para abusar da sensibilidade religiosa do brasileiro e convencer o eleitor a votar em Flavio Bolsonaro.
Seria mais uma peça de publicidade politica.
E não uma homenagem ao líder politico, como foi o que fizeram no filme "Lula, o Filho do Brasil".
"Dark Horse" utiliza a exploração do uso de religião na politica, que Jair Bolsonaro e os evangélicos tem utilizado para se perpetuarem no poder.
Tudo seguia como o planejado.
Mas, como sempre, a família Bolsonaro foi atingida pela soberba.
Flavio caiu na malha da Intercept Brasil, portal independente de jornalismo investigativo focado em política e corrupção e revelou sua relação de amizade com Daniel Vorcaro.
Esse portal ja havia causado danos à direita, quando revelou conversas privadas entre o então juiz Sergio Moro e procuradores da Lava Jato, resultando na anulação da condenação, em três instancias, de Lula, pelo Supremo Tribunal Federal.
Desta vez, Flavio se deu mal porque escondeu de seus aliados sua relação com Vorcaro.
Se, realmente, fosse uma relação transparente, não havia motivos para esconde-la.
Apesar de Flavio tentar, agora, justificar que sua relação tinha como único objetivo obter recursos para o filme de publicidade politica, ele insiste na equivocada ideia, de que uma figura publica possa continuar agindo como se fosse uma pessoa comum.
Ele reafirma que não tinha obrigação de avisar os aliados sobre sua relação com Daniel Vorcaro e a cobrança de financiamento para o filme "Dark Horse".
Como sempre, ele a família confundem o publico com o privado.
Disse mais, que não tem que justificar nada a ninguém!!
Se pensa assim, não esta preparado para exercer cargo publico, que exige transparência em seus atos e não basta ser honesto, tem que parecer honesto.
Ao invés de suas explicações tentarem demonstrar sua honestidade, Flavio Bolsonaro caiu num pântano!!!
Quanto mais se mexe, mais afunda!
Agora uma nova revelação:
Ficou provado que o irmão Eduardo Bolsonaro tinha atuação na produção do filme e acesso às verbas para custeá-lo.
E mais, diante do conteúdo publicitário do filme, poderá ter sua divulgação barrada pela Justiça, por se tratar de peça para uso eleitoral.
Se, realmente, fosse uma relação transparente, não havia motivos para esconde-la.
Apesar de Flavio tentar, agora, justificar que sua relação tinha como único objetivo obter recursos para o filme de publicidade politica, ele insiste na equivocada ideia, de que uma figura publica possa continuar agindo como se fosse uma pessoa comum.
Ele reafirma que não tinha obrigação de avisar os aliados sobre sua relação com Daniel Vorcaro e a cobrança de financiamento para o filme "Dark Horse".
Como sempre, ele a família confundem o publico com o privado.
Disse mais, que não tem que justificar nada a ninguém!!
Se pensa assim, não esta preparado para exercer cargo publico, que exige transparência em seus atos e não basta ser honesto, tem que parecer honesto.
Ao invés de suas explicações tentarem demonstrar sua honestidade, Flavio Bolsonaro caiu num pântano!!!
Quanto mais se mexe, mais afunda!
Agora uma nova revelação:
Ficou provado que o irmão Eduardo Bolsonaro tinha atuação na produção do filme e acesso às verbas para custeá-lo.
E mais, diante do conteúdo publicitário do filme, poderá ter sua divulgação barrada pela Justiça, por se tratar de peça para uso eleitoral.