Lula acredita nos fundamentos de que o Estado é um indutor do crescimento da economia.
Em tese, ele está certo.
O presidente Rooselvelt utilizou dessa formula para recuperar os Estados Unidos da crise econômica de 1929, por meio do New Deal (Novo Acordo), que foi um conjunto de programas de intervenção estatal na economia lançado em 1933, aliado ao enorme esforço industrial e de empregos gerado pela entrada do país na Segunda Guerra Mundial.
O Programa New Deal consistia no abandono governamental do liberalismo clássico e passou a regular ativamente os preços, a produção agrícola e as atividades industriais, através da Intervenção estatal na economia.
Os EUA fizeram amplo investimento em construções de estradas, barragens, pontes e ferrovias, criando milhões de empregos diretos para a população empobrecida.
A grande diferença é que a corrupção, que é inevitável, nos EUA daquela época, era infinitamente inferior a que se pratica no Brasil, ha décadas.
Essa roubalheira não se limita ao topo do governo, mas espraia-se por toda a maquina publica e pelo empresariado, que participa da corrupção prestando serviço ao Estado de qualidade duvidosa e preços elevados.
Não tenho os números, pois é ate difícil de se contabilizar, diante de tantas torneiras de corrupção, muitas que o publico nunca ouviu falar, mas estão la atuantes.
Por outro lado, o Congresso que deveria fiscalizar e impedir, junta-se aos ladrões do dinheiro publico, aumentando ainda mais o rombo fiscal.
E o Judiciário, que deveria coibir tudo isso, participa do butim, vendendo sentenças, que muitas vezes prejudica o erário publico.
Ou seja, ha uma roubalheira ampla, geral e irrestrita.
Mas, o ataque aos recursos públicos não é feito, apenas, pela desonestidade.
Ha o roubo legalizado, que é praticado pelo patrimonialismo de estado, entre as carreiras da nata do funcionarismo publico e por políticos, com seus salários e benefícios fabulosos.
Os EUA fizeram amplo investimento em construções de estradas, barragens, pontes e ferrovias, criando milhões de empregos diretos para a população empobrecida.
A grande diferença é que a corrupção, que é inevitável, nos EUA daquela época, era infinitamente inferior a que se pratica no Brasil, ha décadas.
Essa roubalheira não se limita ao topo do governo, mas espraia-se por toda a maquina publica e pelo empresariado, que participa da corrupção prestando serviço ao Estado de qualidade duvidosa e preços elevados.
Não tenho os números, pois é ate difícil de se contabilizar, diante de tantas torneiras de corrupção, muitas que o publico nunca ouviu falar, mas estão la atuantes.
Por outro lado, o Congresso que deveria fiscalizar e impedir, junta-se aos ladrões do dinheiro publico, aumentando ainda mais o rombo fiscal.
E o Judiciário, que deveria coibir tudo isso, participa do butim, vendendo sentenças, que muitas vezes prejudica o erário publico.
Ou seja, ha uma roubalheira ampla, geral e irrestrita.
Mas, o ataque aos recursos públicos não é feito, apenas, pela desonestidade.
Ha o roubo legalizado, que é praticado pelo patrimonialismo de estado, entre as carreiras da nata do funcionarismo publico e por políticos, com seus salários e benefícios fabulosos.
Assim, a politica de investimento publico é prejudicada pela falta de recursos orçamentários, gastos da forma cima, levando Lula a recorrer ao endividamento publico.
Ai acontece outro problema.
Para pagar a divida, ou o governo emite mais moeda, provocando inflação, ou sujeita-se a pagar juros mais elevados.
Ai acontece outro problema.
Para pagar a divida, ou o governo emite mais moeda, provocando inflação, ou sujeita-se a pagar juros mais elevados.
Esses juros são conhecidos como Selic.
Como cabe ao Banco Central o controle da inflação, este aumenta ainda mais os juros da Selic, para tentar conte-la.
Como consequência, os juros bancários, para financiar o consumo e os investimentos privados, aumenta também.
Desta forma, as empresas produtoras que abastecem o varejo tem dificuldade em financiar sua produção, reduzindo-a.
Como o governo esta estimulando, através de sua politica de gastança, que o consumidor consuma mais, ha um desbalanço entre a oferta e a demanda.
Com a demanda aquecida, surge a inflação.
E o BC tem que aumentar ainda mais a Selic para segura-la.
Desta forma, os juros ao consumidor aumentam, provocando seu endividamento que, diante dos baixos rendimentos, acaba se tornando inadimplente.
Os bancos e agentes financeiros, como resposta, restringem o credito.
O varejo, com consumidor sem credito, vende menos.
Ai começa o circulo vicioso temido nas economias sadias.
Quebra de varejos.
Por outro lado, que não tem nada a ver com a economia do Estado, houve mudança no comportamento do consumidor.
Este passou a comprar pela internet.
Assim, as amplas lojas, cheias de vendedores, com quedas na venda total, chegam à situação de ter que fechar várias lojas e demitir funcionários.
É o que estamos vendo com as Casas Bahia e Marabrás.
Além de pequenos comércios e restaurantes, que estão fechando suas lojas pela redução da presença de consumidores.
O Brasil passa por uma grave crise econômica, provocada pela estrutura republicana destruída, por seus ocupantes, de valores morais e éticos..
Lula já demonstrou incapacidade em dar uma guinada para mitigar a corrupção.
Marca que ele ja traz de governos anteriores como o Mensalão e Petrolão.
Em seu atual governo houve a fraude bilionária do INSS, que lesou muitos aposentados e pensionistas.
Ainda que descoberta, o rombo causado foi coberto pelo governo, que se obrigou a restituir os prejudicados com recursos orçamentários inexistentes, aumentando o endividamento publico.
O Judiciário, que poderia ter ajudado na recuperação acelerada dos valores desviados, alçando os larápios com mais agilidade e determinação, não mostrou esforço.
Diferente de quando quis prender Jair Bolsonaro, cujo processo tramitou, ineditamente, veloz.
Além de toda essa crise, provocada pela alta desonestidade, ha a questão dos altos impostos, que fez com que algumas fabricas mudassem para o Paraguai, reduzindo mais empregos e impostos no Brasil.
Para resolver essa questão tributaria é necessário uma ampla reforma administrativa e consequente reforma na estrutura engessada do Orçamento.
Para promove-la, é preciso vontade politica e determinação.
Qualidades que Lula provou que não as tem.