Como temas de debates, sua participação nas discussões politicas são importantes para que aja uma evolução sócio cultural.
Se não discutíssemos novas ideias, continuaríamos na Idade da Pedra Lascada.
A esquerda articula seus objetivos conectando os problemas do cotidiano, como trabalho, moradia, preconceito, a uma crítica estrutural do sistema econômico, empacotando essas demandas tanto na forma de protestos de rua quanto de projetos de lei e narrativas culturais.
A esquerda brasileira, historicamente, nunca teve maiorias absolutas e ideológicas no Congresso Nacional, mesmo durante os períodos em que ocupou a Presidência da República.
Diante de um Legislativo predominantemente centrista ou conservador, a aprovação de pautas progressistas, como direitos LGBTQIA+, descriminalização do aborto ou pautas ambientais severas, frequentemente esbarrava em barreiras intransponíveis na Câmara e no Senado.
A esquerda articula seus objetivos conectando os problemas do cotidiano, como trabalho, moradia, preconceito, a uma crítica estrutural do sistema econômico, empacotando essas demandas tanto na forma de protestos de rua quanto de projetos de lei e narrativas culturais.
A esquerda brasileira, historicamente, nunca teve maiorias absolutas e ideológicas no Congresso Nacional, mesmo durante os períodos em que ocupou a Presidência da República.
Diante de um Legislativo predominantemente centrista ou conservador, a aprovação de pautas progressistas, como direitos LGBTQIA+, descriminalização do aborto ou pautas ambientais severas, frequentemente esbarrava em barreiras intransponíveis na Câmara e no Senado.
A situação ficou pior, pois os conservadores encontraram nas religiões apoio para defender suas idéias, misturando leis politicas com dogmas bíblicos, abrindo caminho para um retrocesso à Idade Media, quando a Igreja Católica não era apenas uma instituição religiosa, mas era a maior potência política, econômica e jurídica da Europa Ocidental, pois utilizando-se do Direito Canônico, tinhas suas próprias leis e tribunais com as quais julgava não apenas heresias, mas também questões de família, heranças e contratos.
Quando o debate encontra barreira no Parlamento, o caminho encontrado por movimentos sociais e partidos da esquerda foi recorrer ao Judiciário para garantir o que consideram "direitos fundamentais já previstos na Constituição", contornando a paralisia legislativa, que prefere não votar temas polêmicos para não desgastar seus parlamentares com bases eleitorais específicas.
Desta forma, os partidos mais litigantes da esquerda, pela ordem, são: PSOL, Rede, PDT, PT, PSB e PCdoB.
Entre 2019 e 2022, esses partidos ingressaram com 2.000 Ações Direta de Inconstitucionalidade, ADI, e 600 Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, ADPF, para barrar no Supremo as iniciativas do Executivo e Legislativo.
Algumas legitimas, como providencias relativas à COVID 19, mas tornou-se um processo de aumentar o poder dos ministros do STF e de redução do debate de ideias no Parlamento, que é o local adequado, para o Judiciário, que não foi eleito para isso.
Esse deslocamento gera um debate intenso e legítimo sobre o equilíbrio entre os Poderes, onde críticos argumentam que juízes não eleitos acabam legislando, enquanto defensores apontam que o Tribunal está apenas garantindo o cumprimento da Constituição quando os outros poderes falham.
Desta forma, os partidos mais litigantes da esquerda, pela ordem, são: PSOL, Rede, PDT, PT, PSB e PCdoB.
Entre 2019 e 2022, esses partidos ingressaram com 2.000 Ações Direta de Inconstitucionalidade, ADI, e 600 Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, ADPF, para barrar no Supremo as iniciativas do Executivo e Legislativo.
Algumas legitimas, como providencias relativas à COVID 19, mas tornou-se um processo de aumentar o poder dos ministros do STF e de redução do debate de ideias no Parlamento, que é o local adequado, para o Judiciário, que não foi eleito para isso.
Esse deslocamento gera um debate intenso e legítimo sobre o equilíbrio entre os Poderes, onde críticos argumentam que juízes não eleitos acabam legislando, enquanto defensores apontam que o Tribunal está apenas garantindo o cumprimento da Constituição quando os outros poderes falham.
Se você não esta satisfeito com a atual politica nacional e quer mudar tudo isso, nas próximas eleições, não basta trocar de presidente.
É preciso renovar o Congresso levando para o Parlamento pessoas, que mesmo sendo religiosas, sabem distinguir o que é religião e o que é politica.