A maioria das pessoas, muitas com muito esforço, honram seus compromissos financeiros.
Não são apenas pessoas com melhor condição financeira.
Ha muita gente pobre, que se desdobra em outras atividades, além do seu trabalho normal, para poder pagar suas contas no final do mês.
O que me faz concluir que, ainda, esta presente, dentro da sociedade, a determinação de ser honrado.
Como estão se sentindo essas pessoas, diante de mais um programa do governo Lula, na mesma gestão, concedendo perdão de dividas?
No minimo, devem estar se sentindo otárias.
De que valeu todo seu esforço para ser uma pessoa honrada no credito, se o governo, que ha menos de 3 anos atrás fez o mesmo programa de quitação de dividas, o repete agora?
Certamente, o devedor de outrora, que foi beneficiado pelo programa, não aprendeu a gastar dentro de suas possibilidades e deve, novamente, ser atendido pelo mesmo programa.
O cidadão, que gasta alem de suas possibilidades, ao invés de fazer esforço para evitar repetir a situação de insolvência, fica motivado a "quitar" sua divida atual, bem mais barata, e se prepara para novo endividamento, pois acredita que, adiante, o governo vai lhe garantir uma nova quitação vantajosa, que virou rotina o governo conceder.
E não fica apenas na pessoa física.
As empresas, também, tem seus programas de quitação de dividas ao Estado, através de Refis.
Essa mentalidade de dar calote é um exemplo que vem de cima.
O governo Lula gasta alem do Orçamento Publico, aumentando, diariamente, a divida publica do Estado.
E não é só ele.
Governadores e Prefeitos seguem a mesma rotina de gastar além de suas possibilidades orçamentarias.
Dai que o Banco Central, para segurar a inflação, que decorreria desse endividamento publico, mantem os juros da SELIC em alto patamar.
Ou seja, o governo paga juros escorchantes para manter uma divida crescente.
O governo Lula gasta alem do Orçamento Publico, aumentando, diariamente, a divida publica do Estado.
E não é só ele.
Governadores e Prefeitos seguem a mesma rotina de gastar além de suas possibilidades orçamentarias.
Dai que o Banco Central, para segurar a inflação, que decorreria desse endividamento publico, mantem os juros da SELIC em alto patamar.
Ou seja, o governo paga juros escorchantes para manter uma divida crescente.
Se a divida fosse reduzida, ou pelo menos, mantida, ao invés de pagar esses juros altos, eventualmente, com adequações orçamentarias, estes poderiam ser direcionados para gastos com investimentos públicos.
Com juros básicos da economia altos, o cidadão comum, também, é atingido.
Com juros básicos da economia altos, o cidadão comum, também, é atingido.
Sua divida fica mais cara e acaba por se endividar ainda mais.
Diante desse mal exemplo do governo Lula, de gastar alem do Orçamento, somado com o programa de governo de quitação de divida com desconto, cada dia mais pessoas deixam de ser honradas e muitas delas acabam integrando o governo.
Ou damos um basta nessa nova ordem ou, aos poucos, seremos um pais de desonestos.
Ou damos um basta nessa nova ordem ou, aos poucos, seremos um pais de desonestos.
Para um governo que mente o tempo todo, e não para com a gastança, já levou o país ao fundo do poço. Não sei como ainda não reeditou o programa "DE OURO PARA O BEM DO BRASIL". Talvez porque esteja protegendo os ladrões da sobrevivência que estão soltos pelo país roubando alianças e menos celulares. São toneladas desse metal sendo comercializado ilegalmente. O certo é que viramos um país de imbecis que já não conseguem mais reagir pela dignidade e honestidade. VIVA OS BANDIDOS DE NOSSA NACAO! Os celulares quadrilhar dos países vizinhos estão levando embora.
ResponderExcluirInfelizmente, Geraldo, sua análise é perfeita. O que esperar de um presidente sem educação? Sinto vontade de rir ao lembrar de bolsonaristas discutindo se a urna eletrônica seria confiável ou não. Questão realmente interessante num pais em que o presidente abusa da variedade de métodos para comprar o voto dos eleitores vagabundos, iletrados e caloteiros.
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