Sobre a terrível ação de combate ao crime organizado pela policia do Rio de Janeiro, foi, a meu ver, mais uma ação espetaculosa, sob o comando do governo fluminense, com vista nas próximas eleições.
Não foi o prenuncio de uma guerra civil, como muitos a classificaram, pois não é o povo que está nas ruas lutando.
É briga de poder.
Entre o crime organizado e a segurança publica.
Os resultados são o aumento do medo da população, que vive fora da zona nobre e sofre com as consequências desse embate; e, ao final, não mudará nada.
O Rio continuara violento, sob o comando do crime.
Isso tudo começou com a complacência da população fluminense, que elegeu vários e sucessivos governos inescrupulosos, corruptos, com baixos investimentos na policia, e ma gestão dos recursos públicos.
É isso mesmo, os políticos imprestáveis chegaram ao poder pelos votos dos eleitores do estado.
É verdade que muitos foram eleitos ou sob o efeito de "bondades" do governo ou sob a determinação do voto em candidatos apoiados pelo crime.
O que de fato ha, hoje, é a supremacia do crime organizado, que domina os poderes constitucionais.
Sem guerra eles conquistaram o poder.
Infiltraram-se na maquina publica e na politica.
O que torna a solução do problema bem mais complexa.
Primeiro envolve a cultura do povo!!
Que é difícil de mudar.
Já foi tentado em diversas partes do mundo, mas só acontece enquanto houver a dominação do povo por um governo autoritário.
Passado esse momento, tudo volta como era antes.
Gosto de citar, como exemplo o que aconteceu na União Soviética.
Os bolchevistas, ao chegar ao poder, impediriam o culto religioso.
Queriam e impuseram um estado ateu.
Foi assim ate a queda da União Soviética, quando a liberdade religiosa foi liberada.
A maior parte da população deixou de ser"ateu por lei" e voltou aos templos e cultos religiosos, como se nada tivesse impedido terem suas crenças ao longo dos anos da ditadura.
Digo mais, o negócio do povo, já percebido pelos donos do poder do Império Romano, é pão e circo.
O Coliseu é o simbolo disso.
O que torna a solução do problema bem mais complexa.
Primeiro envolve a cultura do povo!!
Que é difícil de mudar.
Já foi tentado em diversas partes do mundo, mas só acontece enquanto houver a dominação do povo por um governo autoritário.
Passado esse momento, tudo volta como era antes.
Gosto de citar, como exemplo o que aconteceu na União Soviética.
Os bolchevistas, ao chegar ao poder, impediriam o culto religioso.
Queriam e impuseram um estado ateu.
Foi assim ate a queda da União Soviética, quando a liberdade religiosa foi liberada.
A maior parte da população deixou de ser"ateu por lei" e voltou aos templos e cultos religiosos, como se nada tivesse impedido terem suas crenças ao longo dos anos da ditadura.
Digo mais, o negócio do povo, já percebido pelos donos do poder do Império Romano, é pão e circo.
O Coliseu é o simbolo disso.
Portanto, apesar de diretamente afetado, o povo não consegue buscar solução.
Importante ressaltar que o crime é um problema que afeta vários países pelo mundo.
O crime só é praticamente zero nos países islâmicos, em razão do estado ser teocrático e a aplicação das Leis, com base na religião, serem rigorosas.
Entretanto, acho que são medievais demais e tolhem a liberdade individual.
Não recomendaria como solução, mesmo com o sucesso que tem.
Isso nos leva a questão critica:
Como resolver isso?
Aqui no Brasil, não basta o Poder Legislativo aumentar o numero de Leis.
Por mais que os legisladores tornem as Leis mais duras, a aplicação delas cabe ao Poder Judiciário, que acabou sendo um dos responsáveis pela atual situação.
As decisões judiciais não são pragmáticas no combate ao crime.
A situação se agravou, pois os juízes as tomam interpretando as Leis de maneira flexível.
Isso nos leva a questão critica:
Como resolver isso?
Aqui no Brasil, não basta o Poder Legislativo aumentar o numero de Leis.
Por mais que os legisladores tornem as Leis mais duras, a aplicação delas cabe ao Poder Judiciário, que acabou sendo um dos responsáveis pela atual situação.
As decisões judiciais não são pragmáticas no combate ao crime.
A situação se agravou, pois os juízes as tomam interpretando as Leis de maneira flexível.
Por razões que vão desde a corrupção, como a venda de sentenças; alegação de
fragilidade nas provas, em razão de processos mal formulados pela autoridade policial e/ou Ministério Publico; ate filosóficas e ideológicas.
A consequência é a libertação de indiscutíveis criminosos, que saem da cadeia pela porta da frente.
Vamos aceitar virarmos um narco-estado ou teremos vontade de mudar tudo isso?