Conforme pesquisa Data folha, 59% dos brasileiros concordam com a classificação feita pelos EUA de que o PCC e CV são terroristas.
Mas, na mesma pesquisa, 74% dos entrevistados rejeitam intervenção americana em solo brasileiro.
Parece um paradoxo, mas na verdade revela que os brasileiros, embora concordem com a classificação de terroristas, são favoráveis à soberania nacional.
Situação semelhante já ocorrera antes, quando Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo conseguiram influenciar o governo americano a interferir no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, através da aplicação de sanções econômicas contra o Brasil e sanções diplomáticas contra membros do STF e tiveram o repudio brasileiro por atentarem contra a soberania nacional.
Na época, espertamente, Lula percebeu isso e saiu-se em defesa da soberania nacional, conseguindo reverter o declínio de sua popularidade, que vivenciava naquele momento.
Novamente a família Bolsonaro se envolve na questão soberania nacional, por ter influenciado o governo americano na questão da classificação de terroristas para o PCC e CV.
Não pela classificação que, como se constata, o brasileiro concorda, mas pela possível ameça de uma intervenção militar americana em nosso pais.
Intervenção esta que nunca acontecerá.
Já foi o tempo em que os EUA se envolviam, enviando tropas americanas pelo mundo.
Hoje, o movimento MAGA está mais focado no nacionalismo econômico e sua politica protecionista, que prioriza a produção e o emprego dentro dos EUA; no controle da imigração; no antagonismo contra a mídia tradicional; e nos valores conservadores.
Portanto, ha uma forte resistência americana dos EUA se envolverem em novas guerras.
O exemplo esta ai, com a queda de popularidade de Trump, que se envolveu em ataques militares, sem tropas, no Irã e o obrigou a buscar uma pacificação em condições piores, para os americanos, do que estava antes da agressão.
Após a visita de Flavio Bolsonaro e Eduardo ao presidente Trump, além da classificação de terrorismo, pelos EUA, Flavio trouxe junto novas taxações aos produtos exportados pelo Brasil aos EUA, embora negue sua participação nesta decisão.
O fato é que, novamente, Lula aproveita-se da questão soberania para melhorar as intenções de voto nele, nas pequisas eleitorais.
E deve usar e abusar desse tema durante a campanha eleitoral.
A par disso tudo, deixando de lado o embate politico entre os candidatos Lula e Flavio Bolsonaro, realmente tanto o PCC como CV agem como terroristas no dia a dia da população atingida pela violência, praticada por eles.
Embora não tenham motivação ideológica, política ou religiosa, pois seu objetivo principal é o lucro financeiro, o crime organizado redefiniu as características de grupo terroristas.
E deve usar e abusar desse tema durante a campanha eleitoral.
A par disso tudo, deixando de lado o embate politico entre os candidatos Lula e Flavio Bolsonaro, realmente tanto o PCC como CV agem como terroristas no dia a dia da população atingida pela violência, praticada por eles.
Embora não tenham motivação ideológica, política ou religiosa, pois seu objetivo principal é o lucro financeiro, o crime organizado redefiniu as características de grupo terroristas.
Aliás, o termo narcoterroristas já é utilizado na América Latina ha anos, pois.
utilizam da violência, com o uso de armas de guerra contra a população civil, para impor o terror e operam como um estado paralelo.
No Brasil, os narcotraficantes ocupam territórios, onde disponibilizam serviços do cotidiano da economia local, como comercio e transporte, além de segurança privada ilegal, cobrando taxas, alem de praticarem justiçamento sumario a quem não cumprir seu código de conduta e suas vontades.
Como se não bastasse, infiltraram-se na politica e tem braços poderosos espalhados pela administração publica e no Judiciário, onde dominam pela corrupção, que praticam.
Portanto, realmente, o crime organizado são terroristas e deveriam ser tratados como tal pelas autoridades brasileiras, ha muito tempo.
Lula, apos a classificação ditada por Trump, chegou a reconhecer que o povo brasileiro exige um combate firme ao crime organizado.
Agora, premido pela realidade das pesquisas, como manobra eleitoral, Lula coloca como destaque o tema segurança publica como promessa de campanha.
Assim como o faz Flavio Bolsonaro.
O fato é que nem Lula, durante seu terceiro mandato, nem Jair Bolsonaro, quando presidente, tiveram uma politica efetiva no combate ao crime organizado.
Se eleitos, irão combater o crime organizado?
Essa pergunta pode ensejar como resposta que sim.
Mas, enxerguemos o Brasil de maneira sistêmica.
A corrupção permeia todas as Instituições Republicanas.
Apenas na fraude do banco Master, nos deparamos com personagens dos três
poderes envolvidos, de alguma forma, com Vorcaro.
Será que terão isenção e vontade politica para enfrentar o crime, se estão envolvidos no meio dele?
De acordo com sua coluna e da percepcao de qué Trump nao perde seu sono seja por Lula, seja por JB, o pedido dê reconhecimento do PCC e do CV como organizações terroristas apenas comprova q o Brasil é um país fracassado para solucionar temas sérios pois essas organizações passam dinheiro, via escritórios de advogados Polvos para a classe política. É vergonhoso para o Brasil esse pedido pois a segurança do cidadão é uma forma de tortura não tratada há muito com princípio de soberania. Para o Trump a pergunta é o que eu ganho com isso. Ass: José Alves Silva
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