Lula, diante da herança maldita, que ele mesmo criou para si, com suas promessas e ações tomadas durante a campanha eleitoral, resolveu fazer uma reunião com a equipe econômica e economistas alinhados ao pensamento petista sobre economia.
No governo Lula I, ele tinha em seu redor pessoas, além de petitas, personagens com visão diversificada, que tiveram coragem de falar o que precisava ser dito, sem medo.
Felizmente, ele os ouviu e manteve a politica econômica de FHC, que tanto criticara antes.
Por outro lado, a economia mundial estava numa fase expansionista, possibilitando o crescimento do Brasil.
Todos esses ingredientes positivos permitiram que Lula I fizesse fazer um bom governo, tanto o é que ele foi reeleito.
Naquele momento, ele entendeu, corretamente, que responsabilidade fiscal é o caminho certo para que a economia possa atender sua politica de assistência
social e tenha sustentabilidade para melhorar a condição de vida das pessoas a médio e longo prazo.
Hoje, mesmo tendo visões diversificadas, os personagens não tem coragem de contrariar Lula.
Após a reunião de ontem, Lula, parecendo sensibilizado com a cobrança da sociedade quanto ao retorno à responsabilidade fiscal, reconheceu que tem um grave problema pela frente e precisa buscar soluções.
Disse, corretamente, que para que o investidor tenha tranquilidade em investir no Brasil é preciso haver responsabilidade fiscal e jurídica.
Entretanto, no governo Lula III, ele não as respeitou como deveria.
Entretanto, no governo Lula III, ele não as respeitou como deveria.
Dai ate o susto que tomou, quando perdeu o primeiro turno.
Mesmo havendo um arcabouço fiscal de qualidade, mesmo tendo havido aumento da arrecadação, seja pela criação de novos impostos, seja pelo desempenho econômico, Lula gastou muito mais do que foi previsto, aumentando a divida publica estratosfericamente.
Com seus atos de irresponsabilidade fiscal, Lula não permitiu que o BC reduzisse os juros da Selic, que se encontram em patamar elevado.
Se reduzisse os juros, certamente, haveria um perigoso aumento da inflação.
Quanto a responsabilidade jurídica, Lula, também, trouxe insegurança jurídica, marcando, de maneira hostil, a relação de seu governo com investidores.
Segundo o Índice de Segurança Jurídica e Regulatória (INSEJUR), do JOTA, divulgado em 2025, o Brasil recebeu nota 35, em uma escala de zero a 100.
O levantamento identificou a instabilidade das leis, as contradições entre normas e a dificuldade de prever decisões que afetam as empresas.
O investidor não espera que as leis permaneçam imutáveis, mas precisa confiar que as regras não serão alteradas de maneira abrupta, especialmente após a realização de investimentos, a contratação de trabalhadores e a assunção de compromissos de longo prazo.
Como exemplos:
A questão do imposto sobre as blusinhas.
Quando criou o imposto, o objetivo proclamado era para proteger a industria e o varejo nacional.
Mas, concomitantemente, contribuiu para o aumento na arrecadação.
Entretanto, durante a campanha eleitoral, percebeu que o cancelamento da cobrança daquele imposto melhoraria sua avaliação, junto ao eleitorado.
Não pensou duas vezes.
Cancelou o imposto na canetada.
Entretanto, durante a campanha eleitoral, percebeu que o cancelamento da cobrança daquele imposto melhoraria sua avaliação, junto ao eleitorado.
Não pensou duas vezes.
Cancelou o imposto na canetada.
Não importava mais proteger a industria e o varejo.
Afinal, eles não dão votos.
O mesmo aconteceu com as BETS.
Foi em seu governo que houve a regulamentação.
Foi em seu governo que houve a regulamentação.
Na verdade, enxergou um meio de arrecadar mais.
Mas, diante do endividamento de parcela mais pobre da população, causada pelo excesso em apostas, ao invés de melhorar a regulamentação, tomando medidas restritivas, como por exemplo, proibir propaganda motivadoras, cancelou o funcionamento legal.
Como se isso fosse impedir de quem quisesse jogar o fizesse.
A Lei Seca americana expressou a realidade nefasta da proibição.
Há vários outros exemplos, como no fim de 2023, Lula editou Medida Provisória para retomar a tributação sobre a folha de pagamento de 17 setores, que estão entre os maiores empregadores da economia, contrariando a decisão do Congresso de prorrogar a desoneração até 2027.
Houve a questão do Marco Legal do Saneamento.
Os projetos de infraestrutura dependem de contratos e regras estáveis por períodos de 20 a 30 anos.
Quando o Executivo busca rediscutir essas coisas pela via administrativa ou judicial, ele eleva a percepção de risco regulatório, encarecendo o custo do capital e afasta investimentos.
Para piorar a situação, o Supremo foi chamado várias vezes para decidir sobre temas que o Congresso aprovou e que Lula não concordava.
O problema nessa disputa é que Lula conseguiu reunir uma bancada favorável ao PT, que despreza a analise legal e politiza as decisões, dificultando o planejamento das empresas e a mensuração de riscos.
Lula IV se reciclará ou teremos que aguardar ate 2030?

BELA PERGUNTA! 😂 QUEM FOMENTOU A SAFADEZA A VIDA INTEIRA É MUITO DIFÍCIL QUE DEPOIS DE VELHO SE CONVERTA. QUEM VIVEU DA INCOMPETÊNCIA NA GESTÃO DA “ RÊS PUBLICA “ DIFICILMENTE IRÁ VALORIZAR AQUILO QUE É DO OUTRO LADO, DO LADO DO BRASIL. QUEM NÃO TEVE CORAGEM E AUTORIDADE MORAL PARA ENQUADRAR JUIZES CORRUPTOS NÃO SERÁ AGORA QUE ABRIRÁ MÃO DESSA PROTEÇÃO. QUEM FEZ DISCURSO EM CINA DO CAIXÃO DA MULHER JAMAIS IRÁ CORRIGIR OS PRÓPRIOS FILHOS PELOS ILIMITADOS ILÍCITOS. O MELHOR PARA LULA É CONFESSAR OS SEUS PECADOS E SE PREPARAR PARA O JUÍZO DO ALTISSIMO, UMA VEZ QUE LULA DESTRUIU A MORAL DA SOCIEDADE, DA POLÍTICA E DA FAMÍLIA BRASILEIRA.
ResponderExcluirAss: JOSÉ ALVES SILVA