O governo Temer, em 2016, criou o Teto de Gastos, para limitar o crescimento das despesas públicas à inflação do ano anterior (IPCA), por 20 anos.
O objetivo dessa rígida e acertada medida visava conter o crescimento da dívida pública, reduzir os juros da SELIC e controlar os gastos públicos.
Com isso, a taxa de juros da SELIC, herdada do governo Dilma, que estava em 14,25% ao ano, em 2016, caiu ao longo do tempo ate chegar, no fim do governo Temer, em 2018, no valor de 6,50% ao ano.
Isso é ser bom gestor.
No governo Bolsonaro, esse Teto foi flexibilizado para acomodar as despesas, como as havida durante a pandemia.
Ao entrar no poder, Lula, que chegou disposto a gastar mais do que podia, através de seu ex-ministro Haddad, acabou com o Teto e inventou o arcabouço fiscal, para tentar impor um hipotético equilíbrio das contas públicas.
Embora, formalmente, durante o governo Lula tenha sido atingido o equilíbrio fiscal, diante das novas regras, na verdade, foi só para inglês ver.
Foram criadas tantas exceções, de várias rubricas, que, na prática, não existe equilíbrio fiscal nenhum.
Cada ano do governo Lula, o desequilíbrio aumenta ainda mais, gerando aumento da divida publica, que impede a redução da taxa da SELIC.
O desequilíbrio fiscal real seria motivo de impeachment de Lula, por crime de responsabilidade.
Entretanto, por manobras bem sucedidas, junto ao Congresso, Lula conseguiu aprovar excepcionalidades na rigidez do arcabouço fiscal, legalizando gastos que, num país sério, nunca poderiam existir.
Enquanto Lula fica se postando de bom gestor, pois afirma que cumpre a meta fiscal estabelecida, a oposição e as mídias, tanto sociais como jornalisticas, aceitam essa manobra espúria como verdade, quando trata-se de uma grande mentira de Lula!
Somado a isso, tomamos conhecimento do terrível prejuízo dos Correios, que em 2025, atingiu R$8,5 bilhões.
E o governo Lula, mostra sua absoluta incapacidade para acabar com esse prejuizo, que se arrasta desde sua posse.
Com o prejuizo desses e com a mentira do ajuste fiscal, Lula ainda acredita que é um bom gestor.
Teve a audácia de desdenhar dos presidenciáveis, na feira da Embrapa, quando disse:
-"Está cheio de gente que quer administra este país e não tem a menor noção do que é administrar".
Então ter prejuizo bilionário é saber administrar?
Então ter prejuizo bilionário é saber administrar?
Lula, realmente, é um grande cara de pau!
Não entendo o porque insistir em justificar as atitudes dessa pessoa? Conhecemos toda a evolução desse cidadão e só consigo reconhecer que sempre foi um malandro golpista. Inventa frases de efeito, é esperto, troca promessas como se troca de camisa, como larápio arrebanhar milhares de seguidores que apoiam essa canalhice. Desculpe, fomos muito imbecis em permitir chegar onde chegamos. Ainda vamos ver dias piores infelizmente!
ResponderExcluirMuito bom. Dr. Cicero Silva
ResponderExcluirO caso que derrubou Dilma serviu para prevenir Lula que se blindou com estratagemas que prejudicaram o Brasil para avançar nos gastos do governo. Aprendi quando criança que a luta para expulsão dos holandeses do Brasil teve um traidor, em Pernambuco, de apelido: CALABAR. Esse é o apelido que LULA se autodenomina frente a história: CALABAR II.
ResponderExcluirAss. José Alves Silva Eng. Civil
ExcluirNão paro mais para falar sobre os desgovernos do Lullalá! Cansei!!!
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