Circula nos meios midiáticos um temor, injustificado, de que se Flavio Bolsonaro for eleito, o Brasil sera submisso aos EUA!
Não será!
Esse argumento de submissão do Brasil aos EUA não condiz com a realidade brasileira, desde a nossa independência de Portugal.
Mas, ela sempre vem a tona como tema politico, utilizado pela esquerda.
Quando eu era jovem, na década de 1960, a esquerda de então dizia o mesmo, clamando Fora yankees!
Funcionava como um ato político de cunho anti-imperialista e nacionalista, amplamente utilizado por movimentos sociais, partidos de esquerda e organizações estudantis ao redor do mundo para contestar a influência dos Estados Unidos.
Mas, nunca houve uma dominação americana no Brasil, como alardeava esse movimento.
Funcionava como um ato político de cunho anti-imperialista e nacionalista, amplamente utilizado por movimentos sociais, partidos de esquerda e organizações estudantis ao redor do mundo para contestar a influência dos Estados Unidos.
Mas, nunca houve uma dominação americana no Brasil, como alardeava esse movimento.
Ao contrario, o Brasil recebeu investimentos americanos importantes, que criaram um parque industrial que gerou empregos e impostos!!!
Lula, inclusive, participou do resultado desses investimentos como metalúrgico que foi.
Quando em seu III mandato, Lula aproximou a China do Brasil, aconteceu o contrario.
A direita dizia que a China iria dominar o Brasil.
Não dominou.
A direita dizia que a China iria dominar o Brasil.
Não dominou.
O que a China fez foi trazer crescimento do PIB através de compra dos produtos produzidos pelo agro business e pela extração mineral brasileira, além de investimentos que contribuíram com a criação de empregos e arrecadação de impostos.
Temos que parar de repudiar quem compra produtos produzidos no Brasil ou traz investimentos, que geram empregos e impostos.
Parece que somos tolos.
Agora o PT ressurge com a velha toada, da década de 1960, de que corremos risco de submissão, com objetivo unicamente eleitoral.
Agora o PT ressurge com a velha toada, da década de 1960, de que corremos risco de submissão, com objetivo unicamente eleitoral.
O próprio governo Lula se aproximou dos EUA para negociar e melhorar as condições comerciais entre Brasil e EUA, assim como fez com outros países.
E não houve submissão nenhuma!
Resumindo, trata-se de um argumento de ma fé, intolerável, com único objetivo eleitoral!

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