Eduardo Bolsonaro passou todo mandato de Lula, nos EUA, tentando prejudicar o mandato deste com articulações junto a uma ala politica do governo Trump, com a qual se identifica.
Não lhe faltou determinação, mesmo com as ameaças, concretizadas, de perda de seu mandato de deputado federal e do seu emprego na Policia Federal, além de condenação pelo Supremo.
Começou apresentando propostas de punições ao governo brasileiro e a membros do Supremo, com o objetivo de encerrar o julgamento de seu pai Jair.
Acreditou que, com a imposição de um tarifaço, por Trump, sobre os produtos exportados pelo Brasil, haveria uma reação dos empresários para derrubar o governo Lula, que estava num momento de baixa aprovação.
Mas, o tiro saiu pela culatra.
Começou apresentando propostas de punições ao governo brasileiro e a membros do Supremo, com o objetivo de encerrar o julgamento de seu pai Jair.
Acreditou que, com a imposição de um tarifaço, por Trump, sobre os produtos exportados pelo Brasil, haveria uma reação dos empresários para derrubar o governo Lula, que estava num momento de baixa aprovação.
Mas, o tiro saiu pela culatra.
Nem o governo Lula nem os ministros do Supremo se intimidaram.
Na área governamental, aconteceu o inverso do que Eduardo esperava.
Na área governamental, aconteceu o inverso do que Eduardo esperava.
Os empresários prejudicados se aliaram a Lula, na busca de uma solução para o problema que enfrentavam, enquanto Lula soube explorar o tema de soberania nacional.
Agora, no final da campanha eleitoral, Eduardo demonstra que, caso seu irmão Flavio vença as eleições, sua intenção é assumir o poder não para colaborar com o irmão, para que este governe visando o desenvolvimento do Brasil.
Mas para se vingar daqueles que, enxerga, foram traidores do idealismo bolsonarista.
Numa de suas falas revanchistas promete uma faxina no Itamaraty afastando
diplomatas que, no entender dele, sabotaram o governo de seu pai Jair.
Mas, não para por ai.
Faz parte de seus planos uma drástica mudança ideológica na politica externa brasileira, deixando de ser multilateral e passando a ser mais subserviente ao governo Trump.
Eduardo pretende introduzir indicações politicas, ao invés de diplomatas de carreira para postos em embaixadas, acabando com a habilidade de negociar, que a diplomacia construiu ao longo de anos, que beneficiou o Estado e o empresariado brasileiro.
Entretanto, o que Eduardo tem de ardiloso, falta-lhe de capacidade de enxergar as consequências negativas que essa medida trará, por exemplo, ao agronegócio, que tem a China como principal cliente.
A intenção de Eduardo é fomentar o isolamento internacional, que não deu certo no governo de Jair Bolsonaro.
Como reagirá o empresariado nacional diante de um risco ameaçador?
Será que, mais uma vez, com essa declaração bombástica, poderá resultar para a família Bolsonaro em dar com os burros n'água, perdendo a eleição?
O papel do Eduardo não ajudou o Brasil. O tiro pegou no pé dele. Achar que os USA se importam com o Brasil é uma ingenuidade. Seu papel ficou enfraquecido. Espero todavia que Lula e sua quadrilha sejam afastados pelo voto e que a vontade de trabalhar pelo Brasil enterre as debilidades e expectativas de adolescentes que ao agir por impulso são derrotados pela vaidade. TCHAU LULA!
ResponderExcluirAss: JOSE ALVES SILVA