No Brasil, a greve é um direito garantido pela Constituição Federal.
A greve serve tanto para reivindicar melhorias, como aumento salarial ou melhores condições de trabalho, quanto para resistir a perdas de direitos.
Portanto, como estudantes não têm vínculo empregatício com a universidade ou escola, o termo greve estudantil nas universidades estaduais paulista, tecnicamente, não é uma greve, mas uma paralisação estudantil, protegida pela Constituição.
Será considerada ilegal se houver impedimento do direito de ir e vir, se houver "piquetes" que barrem fisicamente a entrada de professores, funcionários ou alunos que não aderiram à paralisação.
Assim como, se houver coação com o uso de violência ou ameaça para forçar outros alunos a aderirem ao movimento ou danos ao patrimônio, como depredar carteiras, quebrar equipamentos ou danificar o prédio da instituição durante ocupações.
Como não se trata de uma greve, os estudantes não têm a garantia legal de que suas faltas serão perdoadas.
Se um acordo não for feito com a direção das universidades, para abonar as faltas, os alunos, que faltaram, podem ser reprovados por ausência.
Entendido o conceito, o que levou os estudantes da universidades estaduais paulista permanecerem em paralisação estudantil desde meados de abril?
A paralisação tem como foco a defesa da garantia de condições para que os alunos de baixa renda consigam se manter na universidade.Se um acordo não for feito com a direção das universidades, para abonar as faltas, os alunos, que faltaram, podem ser reprovados por ausência.
Entendido o conceito, o que levou os estudantes da universidades estaduais paulista permanecerem em paralisação estudantil desde meados de abril?
No fundo trata-se de uma manifestação politica da esquerda para aumento de apoio social.
O movimento estudantil pleiteia políticas de auxílio para alunos de baixa renda ou de outras cidades, moradia estudantil em bom estado de conservação, restaurantes universitários, com garantia de acesso e melhoria na qualidade da alimentação.
O movimento estudantil pleiteia políticas de auxílio para alunos de baixa renda ou de outras cidades, moradia estudantil em bom estado de conservação, restaurantes universitários, com garantia de acesso e melhoria na qualidade da alimentação.
Embora pareçam legitimas, diante da mudança no perfil socioeconômico dos estudantes nos últimos anos, com aumento de estudantes mais pobres, a questão de apoio social, no Brasil, diante dos governos de esquerda, que assumiram o poder, foi adotar a politica de dependência do Estado para solucionar o bem estar social.
Diferente do método do idealismo liberal, que acredita que o livre mercado deve ser o fator gerador de riqueza, portanto o melhor programa social que existe.
Nos últimos 30 anos, em razão da prevalência do assistencialismo, ao invés da melhora nas condições estruturais para que o empresario possa gerar mais empregos, com renda maior ao trabalhador, e com maior produtividade,
desincentivou o trabalho e a produtividade.
Como ilustração, o trabalhador brasileiro produz em média de 25% a 33% do trabalhador norte americano!
O resultado dessa politica foi aumento da carga tributaria, necessária para atender os grandes programa sociais, e o achatamento salarial da classe média, levando-a da depender cada vez mais dos programas sociais.
Para se ter uma ideia do custo das universidades públicas paulistas, ao se dividir pelo número de alunos, chegará a um valor estimado entre R$ 70.000 e R$ 100.000 por aluno ao ano, ou seja. cerca de R$ 6.000 a R$ 8.300 por mês!
Ou seja, é um custo alto.E a esquerda quer gastar mais!
Os exemplos dos países que adotaram preferencialmente o estado como provedor, como Cuba, vivem em situação de miséria.
Se quisermos ir para o mesmo caminho, reelejam Lula.