quarta-feira, 15 de julho de 2026

Emendas parlamentares sob julgamento!



Empatia é tudo.
Tanto Valdemar Costa Neto como Eduardo Cunha, dois ex-deputados federais, agora sem mandatos, foram responsáveis por emendas parlamentares no Congresso Nacional.
Mas, de plano, olha-se para Valdemar com mais complacência, pois sua postura transmite credibilidade.
Mesmo ele tendo sido preso, no passado, por conta do Mensalão.
Valdemar 
abre aquele sorrisão e extravasa simpatia.
Ele não nega que interferiu no envio de emendas para municípios e afirma que o fez porque julgou que havia municípios mais necessitados e que interessava ao partido ajuda-los.
Em entrevistas a alguns canais de TV ele não titubeou por nenhum segundo ao afirmar que acha que o que fez é a coisa mais natural do mundo politico.
Afirma que como presidente de um partido, ele sente-se na obrigação de auxiliar algum parlamentar, quando ele não sabe para onde enviar sua cota de emenda.
Citou, ate, o deputado Tiririca, que segundo ele, elegeu-se por ideologia, sem contar com apoio de nenhum prefeito, e por isso não sabia para onde direcionar sua cota, pedindo a ele que o ajudasse a escolher o município.
Afirmou, ainda, que em momento algum levou alguma vantagem pecuniária para ele, nesse processo, pois o importante era fortalecer politicamente seu partido.
Quanto a Eduardo Cunha, você olha na cara dele e vê um pilantra, sem que ele abra a boca.
Na verdade, a credibilidade de Eduardo é zero, desde quando foi presidente da Câmara e mentiu sobre ocultação de recursos no exterior, oriundo de sua participação no desvio de dinheiro investigada pela Lava Jato.
Some-se a isso a tentativa de chantagem que impôs a presidente Dilma Rousseff, que ela não se submeteu, e resultou no impeachment dela e na cassação do mandato dele.
Já Eduardo tem aquela cara fechada e não é simpático!
Quanto as justificativas de Eduardo começam pela negação de que tenha formalizado emendas,.
Afirma que sua participação nas emendas foi para ajudar o partido Republicano a  atender políticos locais.
Na verdade, foram para alicerçar apoio politico em municípios de Minas Gerais, para que ele se eleja deputado federal novamente, desta vez por Minas.
O fato é que ambos estão errados.
Aliás a politica nacional entrou por uma caminho em que o que interessa não é melhorar o Brasil, mas manter os poderosos no poder e impedir uma renovação politica necessária.
Valdemar, na maior cara de pau, afirma que usa das emendas para que possa eleger mais parlamentares.
Não porque selecionou os melhores políticos e os mais capacitados para resolver os graves problemas nacionais, mas porque quer ter mais "paus mandados", que lhe falem amém às suas vontade pessoais e para angariar maior fatia no bolo da divisão de recursos partidários.
Assim, ele torna-se ainda mais poderoso, como dono de um partido, sem ter o
ônus de ser um parlamentar.
Já Eduardo, quer voltar ao poder parlamentar, sem se preocupar em ser dono de nenhum partido.
É o poder pelo poder.
Como ambos já se envolveram em desvio de recursos públicos, no passado, agora temos que aguardar as investigações da Policia Federal para constatar, ou não, se enfiaram dinheiro publico em seus bolsos ou foi só investimento politico.

2 comentários:

  1. Esses dois indivíduos não fazem nada só pelo poder, o negócio deles é roubar. É incrível o Boy Waldemar é o presidente do PL, imaginem se o Flávio ganha a eleição, vai deitar e rolar.

    Rocca

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  2. É válida a comparação. Valdemar além de tudo levou uma surra da mulher, que o expôs por vagabundagem. Eduardo Cunha veio da Telerj , estava vinculado ao grupo ao grupo e a gico do honrado presidente da Telerj, deputado por vários mandatos.. Era da Igreja Batista. Eduardo se separou e se uniu a uma ex-jornalista da Globo. Essa senhora entrou com uma ré lá trabalhista contra a Globo, cobrando horas extras e outros serviços mais Quanto ao livro que escreveu com a filha, fico curioso para saber e., teve sintonia. Ass : José Alves Silva

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