Que Lula e Flavio Bolsonaro não iriam comparecer ao debate na TV Band, era sabido.
Eles anteciparam que não iriam.
Estão confortáveis, com base nas pesquisas de intenção de votos, que aponta que ambos irão para a disputa do segundo turno.
Para que comparecer a um debate, que torna possível ganhar ou perder preciosas intenções de voto.
É conhecido que, num debate, ganhar ou perder votos depende da performance do candidato e de como ele reage frente a pressão que pode sofrer dos demais candidatos, que querem conquistar as intenções de votos dele.
Espertamente, não quiseram correr riscos desnecessários, ainda mais quando obtiveram uma importante informação, obtida nas pesquisas de intenção de voto.
Trata-se da pergunta sobre a convicção do pesquisado em manter a intenção de voto no candidato escolhido, haja ou que houver.
Tanto para Lula, quanto para Flavio Bolsonaro, o percentual de intenção de voto convicto esta rodando entre 70% a 80%.
Ou seja, tanto Lula quanto Flavio Bolsonaro já tem garantido esse cacife eleitoral em um patamar alto.
Para que arriscar perder os 20% a 30% dos que manifestaram que poderiam mudar sua intenção de voto, se, por alguma razão, seus adversários conseguissem mostrar suas fraquezas.
Foi o fator decisivo que os levou a desistirem de participar do debate.
Alvos para eles serem bombardeados é que não falta.
Lula tem a recente questão do investigado trafico de influencia que seu filho Lulinha teria praticado em seu governo.
Além de Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, que recebeu da empresária e lobista Roberta Luchsinger um empréstimo pessoal de R$ 249 mil, o pagamento de faturas de cartão de crédito, o financiamento de um carro e a compra de joias avaliadas em mais de R$ 9 mil para presentear familiares.Por mais que ele alegue ser um empréstimo tomado, no cargo que ocupava, nunca poderia tomar de uma lobista a quantia constadamente recebida.
E parece haver uma ligação entre os dois casos.
Quanto ao Mensalão e Petrolão, é pagina virada.
Foi mais importante para definir a eleição de 2018.
Já Flavio Bolsonaro tem a questão da tomada de alta soma de dinheiro junto a Vorcaro, para um alegado financiamento do filme Dark Horse.
Flavio, quando pego na revelação prometeu apresentar relatórios justificando o gasto no filme.
Mas, nunca apresentou nada.
Também, para Flavio Bolsonaro, a questão das rachadinhas, por terem sido neutralizadas durante o governo de Jair Bolsonaro, que manobrou para o arquivamento das investigações, é pagina virada.
Assim, para ambos, foi melhor não se exporem ao desgaste de explicações que não explicariam nada e ficar pairando sobre eles apenas a suspeita dos fatos.
O interessante é que o eleitor aceita essa situação com naturalidade.
Em qualquer lugar do mundo, ambos estariam inelegíveis, por opção do eleitor.
Mas, aqui no Brasil, a corrupção naturalizou-se, pois ambos mantem um alto nível de convicção de intenção de voto.
Quem, realmente, perdeu em não comparecer ao debate foi Romeu Zema, que abriu mão da oportunidade de se tornar conhecido nacionalmente.
Deve ser humilhante e difícil ter que explicar porque roubaram ou é corrupto. Se bem que o Nine não teria qualquer pudor e na cara dura dizer mais uma vez que político rouba! Ainda que ladrão de pequenos valores não é ladrão, que seu partido é uma merda, mas que a merda é dele, que vai acabar com a fome depois de 20 anos governando. O outro tem que responder pelo Dark Horse e as rachaduras. Quem compareceu teve a oportunidade de marretas cachorro morto. Estamos em rota de colisão, não tem como segurar essa máquina.
ResponderExcluirAcho um despropósito e um desrespeito não comparecer a um debate. Ou seja quem faz isso é porque tem o rabo preso e não tem como convencer o publico de não é um pilantra. Muito triste e ridículo. Renato Duarte
ResponderExcluirNão compareceram porque são covardes, simples assim. Flavio Bellini
ResponderExcluirOs debates já estão saturando a classe média, que é quem os assiste. O melhor debate da minha vida e que até hoje lembro foi entre LULA E PADRE ORTODOXO KELSON. LULA LEVOU UM “ PÉ DE OUVIDO “ que ficou sem sentido para atravessar a Avenida São João.
ResponderExcluirNa COLÔMBIA o debate entre o Presidente do Partido Comunista Maoista da COLÔMBIA, IVAN CEPEDA E ABELARDO DE LA ESPRIELLA, INDEPENDENTE, para a Presidência, ficou vazio. Um mandou o outro ir a tomar no cool. O comunista teve bilhões dos chefões da droga para comprar votos e ameaçar regiões inteiras.onde o concorrente teve ZERO votos. Outro gastou sua fortuna e blindou qq donativo e acabou vitorioso. A realidade é que a INVEJA dos perdedores não o perdoa. Mas trabalha 24 horas e silencia seus críticos invejosos com trabalho.
O debate teria sido uma perda de tempo ridiculamente organizado. Um funcionário demitido disse q voluntários de países não alinhados não poderiam comparecer. MENTIRA. Há centenas de especialistas mexicanos ajudando. Foi golpe baixo de um parasita burocrático que estava agarrado ao cargo.
Ass.:: JOSÉ ALVES SILVA
Mexicanos ajudando as regiões devastadas pelo recente terremoto.
ExcluirPq acham que já ganharam. Chris Ferraz
ResponderExcluirCulpa de quem vota neles!
ResponderExcluirÉ notório saber que nenhum dos candidatos quer o desgaste de ser exposto ao público , e nem Flávio e muito menos Lula que tem sua imagem ja bem desgastada pelos escândalos de corrupção no INSS, e o envolvimento de seu filhos com o Vorcaro, Flávio também não é nenhum Santo, não existe processos em andamento contra ele de corrupção a não ser os ataques da oposição a direita ou seja da esquerda sobre a "rachadinha" e o enriquecimento sem noção do património da família Bolsonaro, por essas razão acho que você foi "cirúrgico" em seu comentário sobre a ausência dos dois no debate, e podemos esperar mais dessas em outros debates principalmente da Globo, vale lembrar que em 2022, Jair teve sua imagem desgastada no ultimo debate da Globo, onde Lula teve um crescimento declarado, então o risco de perder os 20 a 30% de chances de conquistar o eleitor indeciso, é o foco de todos os candidatos , principalmente os 2 que estão em evidencia.
ResponderExcluirCaco Siqueira