Quando se comenta do atual estagio da divida publica brasileira, com previsões devastadoras de um colapso financeiro, imagina-se que a correção do problema será automática.
Não será.
Não será porque os que estão no poder pensam numa logica diferente da racionalidade, que entende que a unica maneira de resolver o problema são reformas estruturais com objetivo de reduzir os gastos públicos.
Acreditam que para tudo se da um jeito.
Sempre fizeram assim.
Aliás, é a maneira de pensar do brasileiro.
FHC, em seus diários e reflexões, dizia que o brasileiro possui uma visão ambígua: protesta contra os custos sociais, mas cultiva um fundo anticapitalista e espera que o Estado provedor resolva todas as demandas, sem que haja disposição geral para arcar com os impostos necessários.
Assim, não é apenas Lula que é contra reformas.
O povo brasileiro, de maneira geral, também o é.
Por isso, inclusive vota nele.
Quando digo povo brasileiro, não estou falando apenas dos dependentes do assistencialismo social do Estado.
Mas, também, de alguns empresários, que buscam e conseguem isenção fiscal, subsídios financeiros e facilidades de crédito para reduzir custos e aumentar seus lucros.
As Igrejas foram mais longe.
Obtiveram imunidade fiscal da entidade e de suas lideranças.
Ou seja, de cara, ha uma enorme fração da população que quer deixar como está para não ser prejudicada em seus interesses egoístas e pessoais.
Lula em seu discurso na convenção do PT, que o definiu como o candidato do partido à reeleição, afirmou que, se eleito, vai enfrentar as emendas parlamentares, que são outro problema que asfixia o poder no orçamento do Executivo.
É uma batalha importante, mas só será travada por Lula para atender a vontade politica dele de gastar como ele quiser e não como os parlamentares querem.
Mas, em momento algum ele falou em buscar uma conciliação entre os 3 poderes para redução de gastos.
Assim como, nunca falará de sua manobra fiscal que criou e ampliou as exceções legais na Lei de Diretrizes Orçamentárias, LDO, e no próprio arcabouço fiscal para retirar despesas específicas do limite de gastos e do cálculo da meta primária.
Em vez de um único ato secreto, a estratégia consiste em usar "puxadinhos" legais e flexibilizações aprovadas ou propostas junto ao Congresso Nacional para acomodar novos programas, investimentos ou reajustes sem estourar o teto oficial.
Ai esta a razão do aumento da divida publica!
Assim Lula mente para o incauto brasileiro de que cumpre a meta fiscal estabelecia pelo seu governo.
Lula não conseguira reduzir a taxa de juros da Selic, a menos, que aumente a carga tributaria, como alguns acreditam que fará, se eleito.
Esta bem, isso é o Lula que conhecemos.
E os demais candidatos, se, entre eles, algum for eleito.
O que fará?
Primeiro, pensa diferente de Lula?
FHC, em seus diários e reflexões, dizia que o brasileiro possui uma visão ambígua: protesta contra os custos sociais, mas cultiva um fundo anticapitalista e espera que o Estado provedor resolva todas as demandas, sem que haja disposição geral para arcar com os impostos necessários.
Assim, não é apenas Lula que é contra reformas.
O povo brasileiro, de maneira geral, também o é.
Por isso, inclusive vota nele.
Quando digo povo brasileiro, não estou falando apenas dos dependentes do assistencialismo social do Estado.
Mas, também, de alguns empresários, que buscam e conseguem isenção fiscal, subsídios financeiros e facilidades de crédito para reduzir custos e aumentar seus lucros.
As Igrejas foram mais longe.
Obtiveram imunidade fiscal da entidade e de suas lideranças.
Ou seja, de cara, ha uma enorme fração da população que quer deixar como está para não ser prejudicada em seus interesses egoístas e pessoais.
Lula em seu discurso na convenção do PT, que o definiu como o candidato do partido à reeleição, afirmou que, se eleito, vai enfrentar as emendas parlamentares, que são outro problema que asfixia o poder no orçamento do Executivo.
É uma batalha importante, mas só será travada por Lula para atender a vontade politica dele de gastar como ele quiser e não como os parlamentares querem.
Mas, em momento algum ele falou em buscar uma conciliação entre os 3 poderes para redução de gastos.
Assim como, nunca falará de sua manobra fiscal que criou e ampliou as exceções legais na Lei de Diretrizes Orçamentárias, LDO, e no próprio arcabouço fiscal para retirar despesas específicas do limite de gastos e do cálculo da meta primária.
Em vez de um único ato secreto, a estratégia consiste em usar "puxadinhos" legais e flexibilizações aprovadas ou propostas junto ao Congresso Nacional para acomodar novos programas, investimentos ou reajustes sem estourar o teto oficial.
Ai esta a razão do aumento da divida publica!
Assim Lula mente para o incauto brasileiro de que cumpre a meta fiscal estabelecia pelo seu governo.
Lula não conseguira reduzir a taxa de juros da Selic, a menos, que aumente a carga tributaria, como alguns acreditam que fará, se eleito.
Esta bem, isso é o Lula que conhecemos.
E os demais candidatos, se, entre eles, algum for eleito.
O que fará?
Primeiro, pensa diferente de Lula?
Se pensar, deveria saber que as reformas não dependem apenas da vontade do presidente.
Cabe a ele estrutura-las, através de projeto de Lei.
Mas, tem que ser aprovadas no Congresso.
Mesmo assim, correm o risco de serem rejeitadas pelo Supremo, pois os perdedores do Congresso, indubitavelmente, recorrerão ao Supremo para derrubar as aprovações, como fazem sempre e algumas vezes conseguem.
Será preciso um presidente determinado, um líder estadista, para convencer a população a apoia-lo e ter capacidade para reunir as melhores cabeças para elaborar as reformas necessárias.
Enfrentara o que escreveu Maquiavel,em sua obra O Príncipe, que explica por que é tão difícil mudar as leis, os costumes ou o poder estabelecido na sociedade.
Nada é mais difícil de executar, mais duvidoso de ter êxito ou mais perigoso de manejar do que dar início a uma nova ordem de coisas. O reformador tem inimigos em todos os que lucram com a velha ordem e apenas defensores tépidos nos que lucrariam com a nova ordem.
Será preciso um presidente determinado, um líder estadista, para convencer a população a apoia-lo e ter capacidade para reunir as melhores cabeças para elaborar as reformas necessárias.
Enfrentara o que escreveu Maquiavel,em sua obra O Príncipe, que explica por que é tão difícil mudar as leis, os costumes ou o poder estabelecido na sociedade.
Nada é mais difícil de executar, mais duvidoso de ter êxito ou mais perigoso de manejar do que dar início a uma nova ordem de coisas. O reformador tem inimigos em todos os que lucram com a velha ordem e apenas defensores tépidos nos que lucrariam com a nova ordem.
Sou bem realista.
O Brasil continuara capengando, pois, realmente, não somos um povo sequioso de um pais para todos.
Não muda! Nenhum desses políticos candidatos que aí estão farão qq esforço para mudar o sistema. É verdade quando se diz que o assistencialusmo cobre pobre e ricos, empresários, ONG's, Igrejas, Rouanet, etc....querem se manter e continuar nessa desgraça, usurpando e obrigando quem luta para sobreviver neste mundo selvagem. Quem sabe um dia encontramos um salvador da Pátria. Até lá estaremos mendigando um prato de comida! A guerra não começou ainda!
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