Ha o fator ideologia politica, pois Lula é considerado um indesejável governante de esquerda, mesmo não agindo como verdadeiros governantes de esquerda em diversos países pelo mundo.
Desde 2003, quando Lula assumiu o poder e ao longo dos governos PTista nunca houve estatizações de empresas privadas, como aconteceu em verdadeiros governos de esquerda.
É fato que Lula aprecia o modelo de criar e manter estatais.
A Doutrina de Segurança Nacional tendo as estatais como pilares essenciais para garantir autonomia logística, energética e industrial, também, foi utilizada durante a ditadura militar, de direita.
Empresas como Embraer, criada em 1969, além da Telebras e da Infraero, criadas em 1972 e da Itaipu, em 1973 são exemplos disso.
A Sabesp, que foi estatal paulista ate a privatização feito pelo governador Tarcísio
de Freitas, foi criada em 1973 pelo governador Laudo Natel, que foi escolhido pelo presidente General Garrastazu Medici.
Ate a NASA é uma estatal americana.
Então adotar e manter estatais, desde que necessárias e eficientes, não é razão para qualificar Lula de esquerdista temível.
Por outro lado, ha criticas à Lula de ser de esquerda por ter um olhar mais assistencialista, mas não é nada diferente do praticado em países europeus não considerados de esquerda.
Ate a NASA é uma estatal americana.
Então adotar e manter estatais, desde que necessárias e eficientes, não é razão para qualificar Lula de esquerdista temível.
Por outro lado, ha criticas à Lula de ser de esquerda por ter um olhar mais assistencialista, mas não é nada diferente do praticado em países europeus não considerados de esquerda.
Até o governo, de ultra direita, de Jair Bolsonaro aumentou o valor da bolsa família para R$600,00 em 2021.
Portanto, essa aversão a Lula não se justifica.
Somou-se a esse fator ideológico o trabalho feito pela dupla de traidores da pátria Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que no governo Trump encontraram eco em Marco Rubio.
Os interesses desse traidores não mirava a melhora do Brasil, mas apenas tentar livrar Jair Bolsonaro de um processo judicial, que acabou levando-o à prisão.
Para atingir esse objetivo a dupla arquitetou o tarifaço, acreditando que a não submissão do governo Lula à vontade deles de encerrar o processo contra Jair Bolsonaro, levaria o Brasil a um caos econômico, com quebra de empresas e demissões coletivas, que ao final derrubariam o governo Lula.
Assim, em julho de 2025, Trump anunciou o tarifaço de 50% a ser aplicado sobre os produtos brasileiros exportados para os EUA.
Mas, havia um problema.
O governo Trump entendeu que haviam produtos essenciais para os consumidores
americanos, que, se fossem submetidos ao tarifaço, teriam seus preços elevados, provocando inflação e desaprovação ao governo Trump.
Portanto, essa aversão a Lula não se justifica.
Somou-se a esse fator ideológico o trabalho feito pela dupla de traidores da pátria Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, que no governo Trump encontraram eco em Marco Rubio.
Os interesses desse traidores não mirava a melhora do Brasil, mas apenas tentar livrar Jair Bolsonaro de um processo judicial, que acabou levando-o à prisão.
Para atingir esse objetivo a dupla arquitetou o tarifaço, acreditando que a não submissão do governo Lula à vontade deles de encerrar o processo contra Jair Bolsonaro, levaria o Brasil a um caos econômico, com quebra de empresas e demissões coletivas, que ao final derrubariam o governo Lula.
Assim, em julho de 2025, Trump anunciou o tarifaço de 50% a ser aplicado sobre os produtos brasileiros exportados para os EUA.
Mas, havia um problema.
O governo Trump entendeu que haviam produtos essenciais para os consumidores
americanos, que, se fossem submetidos ao tarifaço, teriam seus preços elevados, provocando inflação e desaprovação ao governo Trump.
Assim, a contra gosto, houve exceções de produtos brasileiros exportados.
A violência contra a boa relação que o Brasil e os EUA tem, ha anos, foi estendida a autoridades do poder Judiciário brasileiro, sob influencia da dupla de traidores brasileiros.
Acredito que tudo isso aconteceu sem uma convicção de Trump.
Tanto o é que, apos o encontro casual entre Trump e Lula nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025, houve manifestação de Trump elogiando Lula, afirmando que os dois tiveram uma "química excelente" e comentando que o líder brasileiro foi muito agradável.
Na sequencia, apos encontros entre Trump e Lula, o governo Trump revogou a aplicação das sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em dezembro de 2025.
A violência contra a boa relação que o Brasil e os EUA tem, ha anos, foi estendida a autoridades do poder Judiciário brasileiro, sob influencia da dupla de traidores brasileiros.
Acredito que tudo isso aconteceu sem uma convicção de Trump.
Tanto o é que, apos o encontro casual entre Trump e Lula nos bastidores da Assembleia Geral da ONU, em setembro de 2025, houve manifestação de Trump elogiando Lula, afirmando que os dois tiveram uma "química excelente" e comentando que o líder brasileiro foi muito agradável.
Na sequencia, apos encontros entre Trump e Lula, o governo Trump revogou a aplicação das sanções da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, em dezembro de 2025.
No final, a Suprema Corte americana revogou tanto o tarifaço imposto ao Brasil, como as tarifas inconstitucionais impostas a diversos países pelo mundo.
É verdade que Trump se orienta como biruta de aeroporto.
Muda de direção conforme o vento.
Ou seja, dependendo do que seus assessores bajuladores sopram-lhe no ouvido, ele decide coisas antagônicas e, depois, com novas informações muda, radicalmente, da decisão anterior.
Isso tem acontecido com frequência na guerra contra o Irã, que ele iniciou, sob influencia de Benjamin Netanyahu, premie israelense, que tinha suas razões próprias para atacar o Irã.
Como Trump não obteve a vitoria com a brevidade, que lhe foi dita que teria, e com a reação inesperada e forte das forças militares do Irã, ele acabou se vendo sem saída, levando-lhe a uma instabilidade em suas decisões, dependendo de quem o aconselhava.
Ora queria destruir o Irã, ora falava de acordos, que não foram cumpridos.
Para complicar essa situação, ha uma resistência interna nos EUA contra a guerra com o Irã, pois trouxe alta de combustível e inflação num momento politico de eleições de meio de mandato, que acontecerão em novembro de 2026, quando o Congresso americano poderá deixar de ser de maioria republicana e passar, em pelo menos uma das casas, a ser democrata.
A consequência disso é que Trump poderá ter um freio mais forte em suas estapafúrdias decisões.
Ou seja, Trump tem grandes problemas a resolver.
Não está, certamente, com a cabeça voltada ao Brasil.
Ao contrario de Marco Rubio, que decidiu continuar dando apoio politico à dupla de traidores para ajudar Flavio Bolsonaro a vencer as eleições brasileiras.
Marco Rubio foi convencido que Lula é um problema para os EUA, enquanto Flavio é a solução para seus desejos ser vice rei da America Latina.
Assim, o governo Trump deu continuidade a uma investigação comercial, que concluiu, de má fé, que o Brasil age contra os interesses comerciais americanos, resultando em novos tarifaços, que foram aplicados.
Entretanto, o Brasil, desde o ano passado, já estava se preparando para uma reação não retaliatória, pois, se fizesse isso, o governo Trump agiria como agiu com a China, que entraram num conflito de um aumentando a taxa de importação do outro a ponto estratosférico.
A diferença é que a China tem poder econômico para enfrentar os EUA.
Mas, o Brasil, não.
A reação do governo Lula foi inteligente.
Primeiro, buscou mecanismos para dar apoio aos exportadores mais prejudicados.
Ao mesmo tempo deu amplitude à politica de busca de novos destinos para os produtos brasileiros exportados, que já estavam acontecendo.
Desta forma, os efeitos nocivos, que poderiam prejudicar o governo Lula, foram mitigados.
Na continuidade de busca de apoio para eleger-se presidente Flavio Bolsonaro recorreu ao presidente da Argentina, Javier Milei, que veio à convenção que o consagrou candidato.
Mas, ao invés de ficar restrito a um apoio com palavras, que motivasse o brasileiro a votar em Flavio, que seria o esperado, passou a atacar Lula com ofensas pessoais desnecessárias.
Para tanto bastaria Milei listar os pontos negativos do governo Lula, como, por exemplo, a politica de gastar alem do teto orçamentário estabelecido pelo próprio governo, através de criativas razões de exceção ao limite do teto, que fizeram o Brasil aumentar drasticamente sua divida interna e que faz com o que o BC brasileiro mantenha a taxa da SELIC em alto patamar.
Ou falar do prejuizo dos Correios sem que o governo consiga estabelecer um plano para conte-lo.
Da parte do governo Trump continua a hostilidade, desta vez com relação a indicação do embaixador americano para o Brasil.
Está claro que a nomeação de Daniel Perez como embaixador não é para atender os interesses diplomáticos entre o Brasil e e o EUA.
Se o fosse, por que Trump, desde janeiro de 2025, manteve o Brasil sem um embaixador?
Na verdade, Perez, outro filho de imigrantes cubanos, como Rubio, tem como suposta missão desacreditar o sistema eleitoral brasileiro, aliás tática adotada por Trump, la nos EUA, com o objetivo de manipular o resultado eleitoral.
Para impor sua vontade, Trump não agiu dentro dos protocolos diplomáticos utilizados pelos países, mas agiu com chantagem ao cancelar o visto da embaixadora brasileira nos EUA, Maria Viotti, ate que o governo Lula de o agreement a Perez.
Lula, por outro lado, não quer se submeter a Trump.
Mas, poderia ate atender a vontade de Trump, pois o sistema eleitoral brasileiro é confiável e não surgiriam razões para desabona-lo.
Entretanto, isso aconteceria se o governo Trump não agisse com ma fé, como agiu na investigação comercial.
Não adiantou o governo Lula apresentar todas suas teses consistentes refutando as acusações infundadas.
O representante comercial americano as ignorou e manteve as acusações como verdadeiras fossem.
Essa disputa entre Lula e Flavio Bolsonaro virou novela.
Aguardemos os próximos capítulos.
É verdade que Trump se orienta como biruta de aeroporto.
Muda de direção conforme o vento.
Ou seja, dependendo do que seus assessores bajuladores sopram-lhe no ouvido, ele decide coisas antagônicas e, depois, com novas informações muda, radicalmente, da decisão anterior.
Isso tem acontecido com frequência na guerra contra o Irã, que ele iniciou, sob influencia de Benjamin Netanyahu, premie israelense, que tinha suas razões próprias para atacar o Irã.
Como Trump não obteve a vitoria com a brevidade, que lhe foi dita que teria, e com a reação inesperada e forte das forças militares do Irã, ele acabou se vendo sem saída, levando-lhe a uma instabilidade em suas decisões, dependendo de quem o aconselhava.
Ora queria destruir o Irã, ora falava de acordos, que não foram cumpridos.
Para complicar essa situação, ha uma resistência interna nos EUA contra a guerra com o Irã, pois trouxe alta de combustível e inflação num momento politico de eleições de meio de mandato, que acontecerão em novembro de 2026, quando o Congresso americano poderá deixar de ser de maioria republicana e passar, em pelo menos uma das casas, a ser democrata.
A consequência disso é que Trump poderá ter um freio mais forte em suas estapafúrdias decisões.
Ou seja, Trump tem grandes problemas a resolver.
Não está, certamente, com a cabeça voltada ao Brasil.
Ao contrario de Marco Rubio, que decidiu continuar dando apoio politico à dupla de traidores para ajudar Flavio Bolsonaro a vencer as eleições brasileiras.
Marco Rubio foi convencido que Lula é um problema para os EUA, enquanto Flavio é a solução para seus desejos ser vice rei da America Latina.
Assim, o governo Trump deu continuidade a uma investigação comercial, que concluiu, de má fé, que o Brasil age contra os interesses comerciais americanos, resultando em novos tarifaços, que foram aplicados.
Entretanto, o Brasil, desde o ano passado, já estava se preparando para uma reação não retaliatória, pois, se fizesse isso, o governo Trump agiria como agiu com a China, que entraram num conflito de um aumentando a taxa de importação do outro a ponto estratosférico.
A diferença é que a China tem poder econômico para enfrentar os EUA.
Mas, o Brasil, não.
A reação do governo Lula foi inteligente.
Primeiro, buscou mecanismos para dar apoio aos exportadores mais prejudicados.
Ao mesmo tempo deu amplitude à politica de busca de novos destinos para os produtos brasileiros exportados, que já estavam acontecendo.
Desta forma, os efeitos nocivos, que poderiam prejudicar o governo Lula, foram mitigados.
Na continuidade de busca de apoio para eleger-se presidente Flavio Bolsonaro recorreu ao presidente da Argentina, Javier Milei, que veio à convenção que o consagrou candidato.
Mas, ao invés de ficar restrito a um apoio com palavras, que motivasse o brasileiro a votar em Flavio, que seria o esperado, passou a atacar Lula com ofensas pessoais desnecessárias.
Para tanto bastaria Milei listar os pontos negativos do governo Lula, como, por exemplo, a politica de gastar alem do teto orçamentário estabelecido pelo próprio governo, através de criativas razões de exceção ao limite do teto, que fizeram o Brasil aumentar drasticamente sua divida interna e que faz com o que o BC brasileiro mantenha a taxa da SELIC em alto patamar.
Ou falar do prejuizo dos Correios sem que o governo consiga estabelecer um plano para conte-lo.
Da parte do governo Trump continua a hostilidade, desta vez com relação a indicação do embaixador americano para o Brasil.
Está claro que a nomeação de Daniel Perez como embaixador não é para atender os interesses diplomáticos entre o Brasil e e o EUA.
Se o fosse, por que Trump, desde janeiro de 2025, manteve o Brasil sem um embaixador?
Na verdade, Perez, outro filho de imigrantes cubanos, como Rubio, tem como suposta missão desacreditar o sistema eleitoral brasileiro, aliás tática adotada por Trump, la nos EUA, com o objetivo de manipular o resultado eleitoral.
Para impor sua vontade, Trump não agiu dentro dos protocolos diplomáticos utilizados pelos países, mas agiu com chantagem ao cancelar o visto da embaixadora brasileira nos EUA, Maria Viotti, ate que o governo Lula de o agreement a Perez.
Lula, por outro lado, não quer se submeter a Trump.
Mas, poderia ate atender a vontade de Trump, pois o sistema eleitoral brasileiro é confiável e não surgiriam razões para desabona-lo.
Entretanto, isso aconteceria se o governo Trump não agisse com ma fé, como agiu na investigação comercial.
Não adiantou o governo Lula apresentar todas suas teses consistentes refutando as acusações infundadas.
O representante comercial americano as ignorou e manteve as acusações como verdadeiras fossem.
Essa disputa entre Lula e Flavio Bolsonaro virou novela.
Aguardemos os próximos capítulos.
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