O debate do domingo dia 18 de outubro, na Band, entre Lula e Flavio Bolsonaro, como era esperado, não foi de apresentação de propostas.
Nem teria sido possível ser, por mais que desejássemos.
A causa disso foi a deslealdade praticada por Lula que, ao arrepio de qualquer projeto de governo, durante a campanha eleitoral, decidiu partir para o vale tudo.
Tomou decisões populistas com o objetivo único de ganhar a eleição.
Se as medidas que tomou fizessem parte de um plano de governo dele, ele deveria te-las tomada durante seu mandato.
Prova disso é que a Divida Publica Federal explodiu mais e o Orçamento Publico para 2027 terá que ser revisto, pois as decisões que Lula tomou não estavam previstas naquele Orçamento.
Apesar de sua politica de gastança. que teve ao longo do governo, durante a campanha eleitoral, Lula perdeu o limite da razoabilidade.
Enfiou o pé no acelerador de gastos públicos, tornando a disputa presidencial totalmente desequilibrada.
Fazer o que Lula fez deveria ser, como é previsto na Lei, crime eleitoral.
Mas, diante de um Supremo aliado de Lula, tornou-se impossível tomar medidas para conte-lo e, no limite, tira-lo da disputa.
Então, como Flavio poderia apresentar propostas racionais diante de eleitores, que não repudiaram os gastos exorbitantes de Lula.
Mas, diante de um Supremo aliado de Lula, tornou-se impossível tomar medidas para conte-lo e, no limite, tira-lo da disputa.
Então, como Flavio poderia apresentar propostas racionais diante de eleitores, que não repudiaram os gastos exorbitantes de Lula.
Obvio que não repudiaram, pois foram as migalhas, que tanto esperavam, caindo-lhes na boca.
Assim, restou para o debate um tiroteio, com um tentando desmoralizar o outro.
Mas, mesmo assim teve um resultado positivo.
Provou que Flavio Bolsonaro, que participou de um debate para presidente, pela primeira vez, se saiu bem e teve coragem de enfrentar Lula, que veio se especializando em se sair bem de debates presidenciais desde 1989.

Show de horrores, debate totalmente descabido para a situação que passa o país! Deveria ter havido uma interdição da Polícia Federal dada a revelação de tantos crimes. É uma pena um país tão rico ser comandado por um bandido. O voto útil é necessário, e se cumprida a palavra um único mandato de transição, pois nenhum novo mandatário conseguirá resolver nos próximos 4 anos a roubalheira dos últimos meses.
ResponderExcluirAcreditar que Flávio Bolsonaro será capaz de liderar um processo de estabilização da divida pública é o mesmo que apostar na loteria e já sair gastando por conta da expectativa de ganhar. Ele sequer trabalhou uma vez na vida. O que sabe fazer é rachadinha e lavar dinheiro. E mesmo assim faz errado pois já foi descoberto. É evidente que o único projeto de governo dele é obter imunidade para livrar a si mesmo das consequências de seus atos criminosos. E isso só de concretizará se se perpetuar no poder. Pra todo aquele que diz que o problema do Brasil é a corrupção, o voto em Flávio nem deveria ser opção. Assim como para aqueles que prezam pela possibilidade de alternância no poder.
ResponderExcluirFlavio, não tem propostas, caiu de paraquedas
ResponderExcluirAntonio
O debate não foi um milímetro aquém do que esperava. Mediocridades às pencas. Pobre Brasil. O que sobra ao eleitor é enterrar o Lulopetismo e aguardar o próximo velório. Neste exato momento me sinto à vontade para dizer que eleitor do Lula é oportunista ou desonesto.
ResponderExcluirAqui no nosso país so cabe uma frase "Hay gobierno? ¡Soy contra!" (em português: "Há governo? Sou contra!") é um lema clássico associado a uma postura crítica ou anarquista em relação ao poder estatal — a ideia de que, seja qual for o governo no poder, a posição natural é de oposição
ResponderExcluirAqui no nosso país só cabe A frase "Hay gobierno? ¡Soy contra!" (em português: "Há governo? Sou contra!") é um lema clássico associado a uma postura crítica ou anarquista em relação ao poder estatal — a ideia de que, seja qual for o governo no poder, a posição natural é de oposição
ResponderExcluirPOIS É E MAIS UMA VEZ QUEM VAI PÁGAR O PREÇO DA GASTANÇA DA MAQUINA PÚBLICA PARA FINACIAR A CAMPPANHA É O POVO, CHEGA A SER IRRITANTE ISSO, LULA VIVE SDIZENDO QUE SE ELEITO VOU FAZER ISSO E ACULÁ SERA QUE ESQUECE QUE AINDA ESTA NO GOVERNO ATÉ 31/12? DEVERIA COLOCAR EM PRÁTICA TUDO QUE PROMETE DE IMADEIATO, COM ISSO AO INVEZ DE APRESSAR AS VOTAÇÕES DE PROJETOS ELEITOREIROS TERIA AT´WE CHANCE DE REELEIÇÃO POR MÉRITO DE REALMENTE TER FEITO ALFGO EM PROL DO POVO, MAS NÃO , CONTINUA COM O REI NA BARRIGA E COM A MÃO NO BOLSO ALHEIO, AFUNDANDO CADA DIA MAIS A ECONOMIA DO PAIS, E QUE SE APOSENTE LOGO PARA O BEM DA POPULAÇÃO , PRINCIPALMENTE OS MAIS CARENTES E VULNERÁVEIS,
ResponderExcluirCACO SIQUEIRA