sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Toffoli começou seu declínio.



Ainda não ficou evidente qual a razão do ministro Dias Toffoli querer dominar o processo de investigação do caso Master e fazer movimentos para atrapalha-la.
Que estava envolvido com o resort, do qual era dono, e fez transação envolvendo o resort com o banco, isso é pacifico.
Se foi feito dentro da legalidade, era uma questão fácil de resolver.
Bastava, de forma transparente, comunicar seu negocio, sem constrangimento nenhum.
Como não o fez, a Policia Federal continuou sua investigação e encontrou coisas inexplicáveis, envolvendo o ministro. 
Na mentira, uma coisa puxa outra ate o mentiroso ficar enredado em sua própria mentira.
Foi o que aconteceu com Toffoli.
A ponto de Toffoli cair em descredito e ser forçado a deixar a investigação, a contra gosto.
Mas, não é de hoje que Toffoli pratica reinações.
Ha muitos processos em que agiu, monocraticamente, de maneira suspeita, em prejuizo dos princípios da Justiça.
Embora, todos seus pares nada tenham feito em sentido contrario.
Ali vale a regra de ouro de cada um cuidar do seu feudo!
Quando deveriam agir como um colegiado.
Há várias razões para afasta Toffoli.
Desta vez, pode ser o pingo d'água que faltava.
Mas, não esta só.
O Supremo, como um todo, abandonou suas prerrogativas constitucionais e ingressou, consciente, num processo de desgaste da instituição, sem medo da opinião publica.
Mesmo quando agiram em defesa da democracia, que fora ameaçada por atos de Jair Bolsonaro e apoiadores, suas decisões contra os insurgentes foi,  demasiadamente, rigorosa.
Muitos envolvidos na trama, que no momento de sua execução agiram mais com vandalismo do que insurreição, foram condenados a duras penas.
Nesse momento, Alexandre de Moraes tomou para si a rédea do processo.
Isso bastou para que muitas pessoas passassem a desaprovar os julgamentos de Alexandre de Moraes.
Depois, com o julgamento de Jair Bolsonaro, que também foi sentenciado a penas duras, o Supremo passou a ser alvo da vontade de afastamento de ministros, em especial de Alexandre de Moraes.
Como o atual numero de senadores é insuficiente para atingir esse objetivo, os partidos de direita passaram a articular a formação de um grupo de candidatos a senador, para vencer a eleição de 26, que atinjam numero suficiente para promover processos de impeachment contra ministros do Supremo.  
Os ministros do Supremo, através do ministro Gilmar Mendes, percebendo o risco futuro, reagiu com medidas protecionistas, que possibilitassem a blindagem total dos ministros.
O presidente do Senado, que mantem relações cordiais com o Supremo, para contornar a rigidez da blindagem, tornou Lei a vontade dos ministros, mas de maneira mais amena.
A coisa parecia se acomodar até Toffoli entrar em cena na investigação do Master.
Com suas ações, conseguiu a proeza de reacender a desaprovação do STF e dar tração na vontade de expulsão de parte de seus ministros.
Com sua saída da investigação, os ministros esperam que a fervura caia.
Mas, surgiu outro problema, desta vez para Lula.
O ressurgimento do anti petismo, que estava adormecido!
Mesmo diante da roubalheira do INSS, que o governo conseguiu abafar, o anti petismo passou batido.
Como Toffoli foi cria do PT, suas ações deploráveis podem contaminar a candidatura à reeleição de Lula.
O caso Master pode ser associado aos casos de corrupção do Mensalão e Petrolão e trazer à memoria do povo a necessidade de um candidato anti sistema, como foi em 2018, com Jair Bolsonaro.
Assim como Eduardo Bolsonaro, com suas ações acabou ajudando Lula a melhorar sua imagem, Toffoli, pode fazer o mesmo para Flavio Bolsonaro. 
É fato que ha muito tempo ate a eleição.
Num pais, que todo dia surgem casos escabrosos, qual será o próximo? 










3 comentários:

  1. Se houvesse vontade de passar alguma coisa a limpo, material não falta.Mas com tantos interesses em jogo, ano de eleição, etc, acredito que nao vai ocorrer nenhum fato novo, a não ser o samba enredo que poderá defenestrar Lula de suas pretensões. Dalva

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  2. Exatamente. Qual será o próximo caso escabroso. Lula é um boi cego arrastado pelo laço do STF. Tem mágoa pessoal de Toffoli pois quando morreu seu irmão, Toffoli não autorizou Lula a ir aos funerais. Lula estava preso. Continua preso hoje. Não tem qualquer argumento de autoridade sobre o assunto pois o move a mágoa pessoal . É a mesma mágoa que move Moraes e sua cozinheira a colocar Bolsonaro na forca.

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  3. Ass. : José A. Alves Silva - Eng. Civil

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