domingo, 20 de setembro de 2026

As jogadas politicas na disputa da eleição para presidente



Na campanhas eleitorais de Lula e Flavio Bolsonaro, que são os que conquistaram, nas pesquisas, os maiores índices de intenção de votos a presidente, ambos não discutem projetos de governo.
As campanhas são para desconstruir o candidato adversário.
Lula explora a relação de Flavio Bolsonaro com Vorcaro.
Flavio Bolsonaro explora a relação de Lula com Moraes.
Ambos não inventaram esses argumentos, pois são reais.
De fato, Flavio Bolsonaro pediu valores de alta monta para a produção do filme Dark Horse e, até hoje, não explicou, convincentemente, se o dinheiro recebido foi para a produção do filme e, também, não explicou que argumentos utilizou para sensibilizar Vorcaro a custear tal produção.
Já Lula não tem como esconder que Alexandre de Moraes promoveu uma conciliação entre ele e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Moraes disponibilizou a casa dele para um encontro secreto entre eles.
Atitude absolutamente politica de Moares.
Não é papel de um magistrado da alta Corte se imiscuir em politica, princialmente
em ano eleitoral.
Especula-se de que ha um interesse, entre eles,  em formar um triunvirato ditatorial formado por Lula, se for eleito Presidente da Republica, por Moraes que, se não for impedido, será o futuro presidente do Supremo e por Alcolumbre, que pretende se reeleger presidente do Senado.
Será semelhante a ditadura de Maduro em que a Presidência, o Congresso e o Judiciário um apoiava o outro, dissolvendo a democracia, e comandando unidos a Venezuela!
Como instrumento de campanha, Lula usa e abusa do fato de ser presidente, que não é novidade nenhuma.
Todos candidatos incumbentes fazem o mesmo.
O problema é quando adotam o populismo eleitoral, conhecido como bondades eleitorais, sem que haja um planejamento constante em seu programa de governo.
Tudo é feito no improviso, para conquistar votos.
Veja o caso, às vésperas da eleição, do aumento do valor do Bolsa Família.
O presidente Lula mente, descaradamente, quando afirmou que o aumento do Bolsa Família estava planejado em seu governo.
Mentira!
Não constava no Orçamento de 2026.
Portanto será mais uma despesa extra, que aumentara a divida publica neste ano.
Para piorar, não conta do Orçamento de 2027, que Lula mandou, em agosto deste ano, para o Congresso aprovar.
Portanto, Lula armou uma bomba fiscal contra o próximo governo eleito, criando despesas que ultrapassam as despesas previstas no Orçamento.
Tudo na tentativa de aumentar os 53% que recebem o Bolsa Família e que dizem votar nele.
Isso para não falar da lamentavel reunião do Supremo, com um comportamento inadequado de seus integrantes, que se reuniram para analisar a denuncia e a atuação do ministro bolsonarista Andre Mendonça.
Mendonça, numa suposta tentativa de ajudar a campanha de Flavio Bolsonaro, revelou conversas entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moares.
Apresentou ligações telefônicas entre eles, apenas com as falas de Vorcaro dirigida a Moares, sem que tivéssemos acesso às respostas de Moares, pois foram apagadas.
Mas, pelo teor da parte da conversa unidirecional, transparece 
uma relação espúria, que nos induz a justificar o por que do milionário contrato de Viviane Barsi com Vorcaro.
O objetivo de Mendonça foi o de consolidar a reunião conciliatória entre Moraes, Lula e Alcolumbre para tentar envolver Lula na extensa rede de integrantes da Republica, que Vorcaro amealhou, com suas generosas doações de quantias em dinheiro e privilégios, próprias de milionários.
Lula tentou se distanciar de Moares, mas não conseguiu esconder o cagoete de elogiar Moares pelo julgamento e condenação de Jair Bolsonaro.
Que foi um julgamento que esta engasgado ate hoje, em muitas pessoas, e piorou com as revelações de enriquecimento suspeito de Moares, que ate então se apresentava como de ilibada reputação.
Isso para não falar das rigorosas condenações dos buchas de canhão que foram presos por vandalizar Brasilia.
O fato é que, mais uma vez, nos encontramos num pântano politico.
Não foi possível o surgimento de uma terceira via, tanto da esquerda, quanto da direita, capaz de acabar com essa polarização apaixonada entre os brasileiros.
Lula, se for eleito, continuará com suas politicas de gastança, num ambiente econômico desfavorável.
Isso para não falar que governaria com mais de 80 anos, numa faixa de idade que muitos começam a ter distúrbios mentais. 
É só lembrar do governo Biden, nos EUA, que  tinha a mesma faixa etária de Lula  e demonstrou sinais de demência.
Já Flavio, ainda que mais jovem, não tem liderança politica. 
Virou candidato por ser herdeiro politico do pai Jair.
Seja quem for o eleito entre os dois, continuaremos frustados quanto a solução de todas aquelas necessidades de reformas institucionais e estruturais, que um estadista seria capaz de fazer para melhorar as condições de vida do brasileiro.

Nota do autor: Não se esqueça de acessar as publicidades que aparecem no texto para que eu possa ganhar créditos. Grato




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