Quando fui assessor da presidência de uma fundação de ensino, consultoria e pesquisa, no campo da administração, tomei conhecimento de que várias secretárias dos coordenadores dessa fundação tinham nível universitário, mas ao contrario do que trabalhavam eram formadas em administração de empresas.
Muitas delas tiveram seus cursos universitários custeados pela própria fundação!
Comentei isso com o presidente e recomendei que a fundação não deveria investir na formação universitária de funcionários, que não exerciam cargos objeto do estudo, a menos que houvesse a possibilidade de, futuramente, haver vagas para contrata-los no cargo que se formariam.
Para dar o exemplo, sugeri ao presidente que sua secretaria, que havia se formado em administração de empresas, voltasse aos bancos universitários para formar-se em secretariado.
Assim foi feito e ela, que continua no cargo ate hoje, é grata pela minha orientação.
Assim, deveria ser com os financiamentos do governo a alunos que cursam faculdades.
A maioria, após sua formatura, não trabalha no curso que se formou.
Comentei isso com o presidente e recomendei que a fundação não deveria investir na formação universitária de funcionários, que não exerciam cargos objeto do estudo, a menos que houvesse a possibilidade de, futuramente, haver vagas para contrata-los no cargo que se formariam.
Para dar o exemplo, sugeri ao presidente que sua secretaria, que havia se formado em administração de empresas, voltasse aos bancos universitários para formar-se em secretariado.
Assim foi feito e ela, que continua no cargo ate hoje, é grata pela minha orientação.
Assim, deveria ser com os financiamentos do governo a alunos que cursam faculdades.
A maioria, após sua formatura, não trabalha no curso que se formou.
Pelo simples fato que não estão habilitados, mesmo com o diploma que obtiveram!
Mas, as faculdades, nas quais eles cursaram, agradecem.
Nunca ganharam tanto dinheiro.
Sobrevivem não pela capacidade de formar bons alunos, porque são péssimas instituições de ensino, mas porque vendem a falsa esperança de que um diploma melhorara suas vidas através da elevação de seus salários.
Mas, as faculdades, nas quais eles cursaram, agradecem.
Nunca ganharam tanto dinheiro.
Sobrevivem não pela capacidade de formar bons alunos, porque são péssimas instituições de ensino, mas porque vendem a falsa esperança de que um diploma melhorara suas vidas através da elevação de seus salários.
O que, na pratica, não esta acontecendo.
Na verdade, a maioria dessas faculdades acolhe alunos, que carregam deficiências de aprendizagem no ensino fundamental e médio, que, em razão disso, são privados de adquirir o conhecimento minimo necessário para atuarem em cargos de sua área de formação.
Ou seja, tem um diploma universitário que não serve para nada.
Mas, o MEC vê tudo isso e acha normal.
Deveria fechar essas faculdades de enganação.
E melhorar a qualidade do ensinos pre universitários.
Mas, não o faz, pelas pressões dos donos das faculdades junto ao Congresso.
Enquanto essas faculdades eram custeadas pelo próprio aluno, era uma questão de foro intimo dele se sentir feliz por ser enganado.
O problema é que a maioria dessas faculdades são financiadas com recursos do governo federal!
Ai a coisa muda de figura.
Trata-se de verba publica, que pagamos através dos impostos!
Por que isso acontece?
Ha o mito de que o diploma universitário basta para que o país se desenvolva.
O que é uma ilusão, se o curso não for de boa qualidade.
Só o fato de diplomados não atuarem em sua área de formação é prova disso.
Mas, essa situação não é de hoje.
Vem desde a década de 1980, quando universitários se formavam em direito, mas, depois de formados, pouco sabiam sobre o assunto, levando a OAB a promover exames para que o bacharel em direito pudesse obter a carteira da ordem e estar habilitado para exercer a profissão de advogado.
Apesar de louvável, não foi o suficiente para impor melhora no ensino, pois persiste ate hoje, o altíssimo índice de reprovação no exame.
Ou seja, ha milhares de bacharéis em direito que estão impedidos de exercer a profissão na qual se formaram.
O mesmo esta acontecendo com formados em medicina.
Diante da situação da baixa qualidade de certas faculdades de medicina, o Conselho de Medicina discute a possibilidade de criação de um exame, semelhante ao praticado pela OAB, para habilitar os bacharéis em medicina a exercer a profissão de médico!
O mesmo esta acontecendo com formados em medicina.
Diante da situação da baixa qualidade de certas faculdades de medicina, o Conselho de Medicina discute a possibilidade de criação de um exame, semelhante ao praticado pela OAB, para habilitar os bacharéis em medicina a exercer a profissão de médico!
A conclusão dessa minha reflexão é que os governantes brasileiros administram mal o investimento em educação.
Tenho outro exemplo.
Foram os cursos de requalificação do trabalhador, financiados pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), pelo governo federal, destinado ao custeio de políticas de emprego.
Não sei como esta atualmente, pois não acompanho mais o assunto, mas no inicio dos anos 2000, quem recebia os recursos para disponibilizarem os cursos eram predominantemente ONGs e sindicatos.
Entretanto, foi uma grande farsa.
Os cursos efetivos eram poucos e, quando haviam, eram de baixíssima qualidade.
A maioria eram fraudados através de relatórios de prestação de contas com assinaturas, com nomes e CPF, de alunos, que não existiam.
As ONGs obtinham as assinaturas e copias dos documentos de moradores junto a donos de favelas, em troca de pequenos subornos e tíquetes de transporte.
Os sindicatos faziam o mesmo junto a parentes de sindicalizados.
Quanto de recurso foi gasto para a custear a corrupção de malandros!
Para finalizar, é preciso planos bem elaborados para a melhoria do ensino, com maior fiscalização, e com foco no financiamento de escolas reconhecidamente qualificadas de ensino técnico, como é o SENAI, pois estas são a base para o funcionamento da sociedade com profissionais que prestam bons serviços.
As faculdades deveriam ser apenas para aqueles bem formados nos ensinos fundamental e médio, que gostem de estudar e não estejam apenas em busca de um diploma para esquecer pendurado na parede.
Nota do autor: Não se esqueça de acessar as publicidades que aparecem no texto para que eu possa ganhar créditos. Grato
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