Lembra quando o então deputado federal Roberto Jefferson, em junho de 2005, denunciou a corrupção do Mensalão?
Bem, primeiro não foi um ato de bravura.
Jefferson estava envolvido no esquema e, inconformado por receber menos do que esperava, denunciou.
Primeiro, Jefferson blefou ameaçando denunciar o esquema de corrupção.
Mas, como a gangue, liderada pelo então ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula, Jose Dirceu, não acreditou, Jefferson partiu para o ataque.
Dez dias depois da denúncia, José Dirceu deixou o cargo de ministro da Casa Civil e retornou à Câmara dos Deputados para tentar se defender, acabando por ter o mandato cassado no mesmo ano.
Em julho de 2005, numa primeira reação, Lula deu uma entrevista para uma TV francesa, minimizando o caso.
Alegou que o que o PT havia feito não era compra de votos, mas sim "caixa dois" de campanha.
Uma prática que, segundo ele, era comum entre outros partidos políticos no Brasil.
Mas, Lula sentiu o baque e, para se defender, fez um pronunciamento oficial em cadeia nacional de rádio e TV para declarar que foi traído.
Na maior cara de pau, Lula pronunciou a histórica frase:
“Eu me sinto traído. Traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tive conhecimento”.
Foi além.
Fez um pedido de perdão à nação em nome do governo e do partido pelas irregularidades.
Ficou apavorado com o risco de poder sofrer um processo de impeachment.
Diante dessa hipótese, Lula decidiu que deveria recorrer ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, enviando os ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça, para manterem conversas secretas com ele, com o objetivo de travar o avanço do pedido de impedimento dentro do seu grupo político, que era o PSDB e o antigo PFL, atual União Brasil.
Tive acesso a parte do conteúdo dessas conversas, através de um amigo que assessorava FHC.
Ele me revelou que fez parte do acordo firmado com FHC a disposição de Lula de não concorrer a reeleição em 2006, permitindo que FHC pudesse voltar ao poder.
Diante desse acordo, FHC atendeu aos apelos e agiu ativamente para desaconselhar e conter a abertura do processo pela oposição.
Lula, então passou a respirar mais aliviado e diante do resultado das pesquisas de opinião, que apresentavam bom desempenho de seu governo, Lula rompeu com o acordo com FHC e se candidatou à reeleição, ganhando-a.
A partir dai o discurso de Lula mudou drasticamente de tom.
Passou a rechaçar a tese de compra de apoio parlamentar, afirmando que o Mensalão foi uma tentativa de golpe contra o seu governo e que as denúncias eram uma "farsa" orquestrada pela oposição.
Novamente Lula, em 2022, apos ser eleito, prometeu que não se apresentaria para uma reeleição.
Mas, como Lula não cumpre seus acordos, esta ai ativamente tentando se reeleger, apelando para um Vale Tudo eleitoral, utilizando-se, indevidamente, de recursos públicos não previstos no Orçamento, resultando no aumento irresponsável da divida do Estado brasileiro.
Nota do autor: Não deixe de acessar as publicidades, que aparecem no texto, para que eu possa ganhar créditos. Grato
Foi além.
Fez um pedido de perdão à nação em nome do governo e do partido pelas irregularidades.
Ficou apavorado com o risco de poder sofrer um processo de impeachment.
Diante dessa hipótese, Lula decidiu que deveria recorrer ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, enviando os ministros Antonio Palocci, da Fazenda, e Márcio Thomaz Bastos, da Justiça, para manterem conversas secretas com ele, com o objetivo de travar o avanço do pedido de impedimento dentro do seu grupo político, que era o PSDB e o antigo PFL, atual União Brasil.
Tive acesso a parte do conteúdo dessas conversas, através de um amigo que assessorava FHC.
Ele me revelou que fez parte do acordo firmado com FHC a disposição de Lula de não concorrer a reeleição em 2006, permitindo que FHC pudesse voltar ao poder.
Diante desse acordo, FHC atendeu aos apelos e agiu ativamente para desaconselhar e conter a abertura do processo pela oposição.
Lula, então passou a respirar mais aliviado e diante do resultado das pesquisas de opinião, que apresentavam bom desempenho de seu governo, Lula rompeu com o acordo com FHC e se candidatou à reeleição, ganhando-a.
A partir dai o discurso de Lula mudou drasticamente de tom.
Passou a rechaçar a tese de compra de apoio parlamentar, afirmando que o Mensalão foi uma tentativa de golpe contra o seu governo e que as denúncias eram uma "farsa" orquestrada pela oposição.
Novamente Lula, em 2022, apos ser eleito, prometeu que não se apresentaria para uma reeleição.
Mas, como Lula não cumpre seus acordos, esta ai ativamente tentando se reeleger, apelando para um Vale Tudo eleitoral, utilizando-se, indevidamente, de recursos públicos não previstos no Orçamento, resultando no aumento irresponsável da divida do Estado brasileiro.
Isso trará consequências econômicas terríveis, não para apenas os eleitores dele.
Mas para todos nós cidadãos brasileiros!
Neste domingo,nesta eleição, temos que mandar Lula, definitivamente. para casa!
Nota do autor: Não deixe de acessar as publicidades, que aparecem no texto, para que eu possa ganhar créditos. Grato
Mandar Lula para casa e colocar a família de milicianos no poder?
ResponderExcluirSe correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
Antonio