Na minha visão liberalista essa iniciativa populista do Congresso não me agrada.
Sob o aspecto politico eleitoral, certamente, vai agradar os eleitores masculinos, pois quem não quer mais dias sem trabalhar e recebendo salario integral?
Não tenho duvidas que essa aprovação busca resultados para a próxima eleição de 2026.
Sob o aspecto econômico, trará mais despesas para o Estado, através do INSS, que arcará com os custos dessa licença.
Sob o aspecto econômico, trará mais despesas para o Estado, através do INSS, que arcará com os custos dessa licença.
Entretanto o Orçamento publico está deficitário.
Precisa de cortes e não de mais gastos.
Mas, os políticos acham que o orçamento pode tudo e não tem limites.
Esquecem-se, convenientemente, que nós teremos que pagar mais esse beneficio com mais impostos!
Mas, isso é não problema deles.
O povo paga e não chia.
Sob o aspecto social, o trabalhador agraciado não o vejo, nesses dias parados, ajudando a parturiente ou dando mais atenção ao filho do que num dia normal.
Ate porque, nesse momento inicial, a participação ativa na relação com o filho é da mulher, que amamenta e cuida do bebê.
O pai, na maioria das vezes, vai sair para beber com amigos.
A relação pai e filho da-se no dia a dia, ao longo da vida, com afeto e com suporte financeiro, que alguns, depois da benesse recebida, quando abandonam o lar, se furtam a dar.
Ate porque, nesse momento inicial, a participação ativa na relação com o filho é da mulher, que amamenta e cuida do bebê.
O pai, na maioria das vezes, vai sair para beber com amigos.
A relação pai e filho da-se no dia a dia, ao longo da vida, com afeto e com suporte financeiro, que alguns, depois da benesse recebida, quando abandonam o lar, se furtam a dar.