Depois da reconciliação entre o presidente Lula e o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, promovida pelo ministro do Supremo, Alexandre de Moares, em sua casa, parece que de la saiu um acordão entre eles.
Lula e Alcolumbre passaram um pano no desentendimento, que havia, em razão da indicação a ministro do Supremo, por Lula, de Jorge Messias, em detrimento da vontade de Alcolumbre de que fosse indicado Rodrigo Pacheco, e, como vingança, Alcolumbre manobrou a votação para que Messias não fosse aprovado, e voltaram a ser aliados, como antes.
Lula espera se reeleger, com a ajuda de Alcolumbre, que passou a ser cabo eleitoral colocando em pauta votações que segurava.
E não mediu esforços para aprovar, em um único dia, os dois turnos de votação obrigatória para a mudança de escala de 6X1 para 5X2 e redução da carga horaria semanal de 44 horas para 40 horas.
Alcolumbre agiu assim pois, na hipótese de Lula ser reeleito, aumenta seu cacife para se manter presidente do Senado e poder manter-se sentado sobre os pedidos de impeachment contra Moares.
Já Moares, com a reeleição de Lula e Alcolumbre, acredita que neutraliza as expectativas de ser expulso do Supremo e possa a vir ser presidente da Corte em 2027.
Acordo bom para eles!
Mas não para o povo brasileiro.
Por isso ha uma grande expectativa de que Flavio se eleja presidente e quebre esse acordo.
Mas, Lula não entregou os pontos,
Parece que despertou nesse segundo turno e botou para quebrar.
Como sua caixa de bondades do 1º turno não o levou a vence-la, Lula, agora no 2º turno, ampliou o populismo irresponsável fiscalmente, sem se preocupar com as consequências nefastas para a economia.
Editou medidas legais, como perdão de dividas de inadimplentes de MEIs, promessa de doação de R$5mil para cada dono de MEI, promessa de isenção de cobrança de transporte coletivo municipal nos finais de semana.
E outros benefícios, que só aumentam a Divida publica, que ainda estão por vir ate o dia da eleição.
Parece que despertou nesse segundo turno e botou para quebrar.
Como sua caixa de bondades do 1º turno não o levou a vence-la, Lula, agora no 2º turno, ampliou o populismo irresponsável fiscalmente, sem se preocupar com as consequências nefastas para a economia.
Editou medidas legais, como perdão de dividas de inadimplentes de MEIs, promessa de doação de R$5mil para cada dono de MEI, promessa de isenção de cobrança de transporte coletivo municipal nos finais de semana.
E outros benefícios, que só aumentam a Divida publica, que ainda estão por vir ate o dia da eleição.
O fato é que com as bondades Lula abusa do seu poder de incumbente para desequilibrar o jogo eleitoral a seu favor.
Não sei como os chamados eleitores pêndulos reagirão.
Aqueles que se sentirem beneficiados, capaz que votem nele.
Espero que não seja em numero suficiente para derrotar Flavio Bolsonaro.
Mas, não fica só na caixa de bondades.
Lula acabou com a legislação eleitoral brasileira, que proíbe que candidatos compareçam a inaugurações de obras públicas nos três meses que antecedem as eleições até o término do pleito, usando o artificio de que a promulgação da PEC 6X1 não é obra e vai comparecer hoje na cerimonia de proclamação da PEC no Senado.
No meu entendimento, obra é tudo aquilo que possa interferir na opção de voto do eleitor, por sentir-se atendido em sua demanda.
No meu entendimento, obra é tudo aquilo que possa interferir na opção de voto do eleitor, por sentir-se atendido em sua demanda.
Então participar da cerimonia é como se comparecesse a inauguração de uma obra.
Mas, parece,que o TSE não enxerga com os mesmos óculos que vejo as coisas, pois não se manifestou a respeito.
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Mas, parece,que o TSE não enxerga com os mesmos óculos que vejo as coisas, pois não se manifestou a respeito.
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