Na cabeça dos eleitores, entre os partidos políticos brasileiros, ha uma divisão de esquerda e de direita.
Entretanto, na pratica, são todos iguais, na enfase populista.para agradar seus eleitores.
Não ha um projeto politico, em nenhum partido, que o identifique como tendo uma proposta de governo.
Todos os partidos tem "dono" e estes donos tem projeto de assumir o poder, junto com os seus filiados eleitos, e de la nunca mais saírem.
Não que esse posicionamento esteja errado.
Um bom politico tem que ter uma carreira politica, sim.
É importante que, ao longo de sua vida, se relacione com os demais políticos e pratique, evolutivamente, o comportamento de um politico que represente bem seu eleitorado.
Mas, infelizmente, não é isso que vemos.
Cumprem a premissa de serem carreiristas, mas, quanto a representação, ficam a desejar.
No que diz respeito à divisão de esquerda e direita, no âmbito congressual, ha a fila da esquerda e ha a fila da direita, que se encontram no Orçamento Publico.
Por essa razão, o Orçamento Publico é conhecido como Buraco Negro, aquele objeto astronômico que tem força gravitacional tão intensa ,que atrai para si tudo a seu redor.
Com a criação das emendas impositivas, cada parlamentar tem sua cota para gastar como quiser e, evidentemente, o faz para atender seus interesses pessoais de se manter no poder.
Nenhum direitista age como um liberal.
Age igual ao esquerdista na aplicação "social" de sua verba..
No fundo, acabam utilizando, de forma fatiada entre eles, grande parte do poder orçamentário não obrigatório, sem que sejam responsabilizados pelos erros cometidos, como acontece com o chefe do executivo.
Nesse sentido, é bem melhor, hoje, ser um parlamentar do que um presidente da republica.
Embora um presidente continue exercendo suas vontades,sendo limitadas pela conjuntura de ter ou não apoiadores no Congresso, ele tem espaço suficiente para manter sua visão econômica para o país.
No governo Bolsonaro, que se posicionou como de direita, portanto, supostamente, acreditando na privatização, este não conseguiu, em seus 4 anos de mandato, privatizar as empresas estatais.
Mesmo tendo um Congresso que, na sua maioria, também ,era considerado de direita!
Ai fica confirmada a tese que iniciei este artigo.
Isso porque Bolsonaro não teve um projeto de governo consistente.
Tanto o é que no ultimo ano de seu mandato acabou aderindo ao populismo, que a esquerda, costumeiramente, adota quando esta no poder.
Assim Bolsonaro, entre outros populismos, abaixou por decreto o preço de combustível, aumentou o valor do bolsa família mais do que os governos de esquerda fizeram.
Com a volta de Lula a presidência, este adotou seu modelo estatizador, desarticulando os processos de privatização, que estavam encaminhados.
Para o cidadão comum, pouco importa se tal empresa é publica ou privada.
Para ele, o que importa é ser bem atendido.
A própria NASA, nos EUA, que um pais essencialmente de direita, é uma estatal.
Teve o reconhecimento que teve, por ser bem gerida.
Aqui no Brasil, foi nos governos de direita militares, que foram criadas centenas de estatais.
Então, a existência de estatais não esta no fato de cria-las ou mante-las.
Está em geri-las bem, coisa que a esquerda insiste em não fazer.
Ao invés dos chefes dos executivos de esquerda nomearem, nas estatais, diretores profissionais, se possível fruto de seleção por headhunteres, nomeia políticos, sem a menor habilitação e senso de coisa publica.
Não satisfeitos, os chefes dos executivos aumentam o numero de diretorias,desnecessárias para uma boa operação, com o único objetivo de acomodar indicações politicas do partido ou de seus aliados.
Esta diretoria, por sua vez, ao invés de estruturar a empresa com apenas colaboradores necessários, adotam o mesmo principio do chefe do executivo da esquerda.
E incham as estatais com um numero excessivo de correligionários, desnecessários, visando que estes, no futuro eleitoral, sejam articuladores dos candidatos dos partidos de esquerda.
Essa é a razão das empresas estatais darem prejuizo nos governos de esquerda.
O exemplo clássico são os Correios.
Como explicar um prejuizo fabuloso?
Eles não explicam, mas eu explico, como fiz acima.
Entretanto, como os defensores dos partidos da esquerda ainda acreditarem que só a esquerda traz prosperidade para o cidadão comum, acabam por se cegar frente a realidade.
Nos países de esquerda, em especial nos latinos, todos fizeram gestões, que levaram o pais a uma situação catastrófica.
Embora considerem a China como um pais comunista, portanto de esquerda, enquanto era dominada pela mente esquerdista de Mao Tse Tung, o pais realmente estava numa situação péssima.
Isso mudou, embora continue sendo uma ditadura, dita comunista, a partir de Deng Xiaoping, que deu uma guinada para a direita na economia, acreditando na gestão profissional e na iniciativa privada.
O cidadão chinês, a partir da década de 70, começou a sentir a prosperidade, que os países de esquerda radical nunca assistiram.
O fato é que num pais no qual se busca o crescimento sustentável, tanto faz ser de direita ou de esquerda.
O que importa e ser administrado de forma profissional e não popularesca.
Com mais de 30 partidos e comercializando votos, quem dá mais leva? Infelizmente estamos fora desse privilégio! Vamos ter que amassando o pão do diabo!:
ResponderExcluirA vertente da esquerda como a da têm um ponto convergente: ô orçamento que os parlamentares puxam para suas bases e recebem um “rebate” do seu curral. Logo não há Direita ou Esquerda e sim oportunismos e oportunidades.
ResponderExcluirPobre Brasil
ExcluirPerfeito. Precisamos focarm em quem não quer perpetuar nossa "democracia" de compra de votos. O maior problema do Brasil é o centrão.
ResponderExcluirConcordo com você Geraldo em gênero, número e grau!!!!!🙏🙏🙏❤️❤️❤️
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