terça-feira, 30 de dezembro de 2025

PT versus PL, o que tem atrás disso.



Foi feita uma pesquisa de opinião sobre qual partido é o mais preferido pelos eleitores.
O resultado foi liderado pelo PT com 24% e o PL, em segundo lugar, com 12%.
Os demais partidos foram apontados com menos de 2%.
Ou seja, ha um baixo reconhecimento de partido políticos além dos 2 partidos citados.
Entendo que, tanto o PT como o PL, só tiveram esses números mais expressivos porque abrigam Lula e Bolsonaro, respectivamente, que sentaram na cadeira de presidente.
Acredito que se Lula e Bolsonaro não tivessem tanta adesão, todos os partidos teriam baixo reconhecimento.
A confirmação desse meu pensamento baseia-se na disputa, que havia, no passado, entre o PT e o PSDB.
O PSDB elegeu FHC presidente, por duas vezes.
Disputou as eleições sucessivas, com boa votação, apesar de perde-las para o PT.
Hoje, por falta de lideranças, que caiam no gosto popular, o PSDB tem apenas 1% de predileção entre os eleitores.  
Interessante que, mesmo sendo alavancadores de reconhecimento de seus partidos, em outra pesquisa,  ambos os políticos tem alta rejeição dos eleitores!!!
Para complicar ainda mais como pensam os eleitores, ha outra pesquisa que mostra claramente a confusão ideológica que eles tem.
14% dos que se dizem bolsonarista se declaram de esquerda e centro esquerda!
34% dos que se dizem petistas se declaram de direita e centro direita!
Ou seja, essa sopa de letrinhas, que forma o espectro politico nacional, não representa nenhuma ideia politica relevante.
O eleitor vota para presidente naqueles mais carismáticos, com propensão ao populismo e que falam coisas, que agrada o ouvido do eleitor.
Mesmo que façam promessas vãs. 
O povo gosta de ser enganado! 
Os extremos polarizados da politica nacional  só vale para o cargo de presidente.
Para os cargos no Legislativo, em geral, são eleitos pessoas, sem conteúdo
politico ideológico e fracos intelectualmente.
As lideranças dessas siglas partidárias, espertos que são, entenderam bem isso.  
Criaram essa miríade de partidos apenas para que as lideranças escolham como candidatos seus apadrinhados ou aqueles, que se submetem à sua liderança e que tenham boa exposição nas mídias.
O que, realmente, importa é eleger o maior numero de "políticos",  no Congresso, sob seu controle, para que seus dirigentes manipulem verbas publicas, cada dia mais gordas.
Verbas essas que usam para se manterem, junto com seus asseclas, no Poder Legislativo, sem o desgaste que os presidentes sofrem.

5 comentários:

  1. Já falamos por diversas vezes, enquanto não mudar o sistema, continuaremos vendo os mesmos políticos que de avô a neto continuam na berlinda, a coisa se expandiu a todos os cantos do país, do maior ao menor município brasileiro. Todos sem exceção estão cheios de confiança e protegidos pelas sopas de letrinhas, trocam nomes, fundem, separam por pura conveniência. O povo faz o que determinam por acharem que estão sendo bem cuidados, a considerar que mais de 33 milhões de bolsas dão forças e esses usurpadores da dignidade humana e abuso do poder, vamos aumentar esse gado que dará sustentação ao modelo socialista criado até que chegará o dia que nada mais teremos o que fazer. Salve-se quem puder!

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  2. Concordo, mas penso que faltam pessoas agindo, muitos de nós, porque concordamos e nos calamos, sem tocar a alma do povo, sem provocar reflexões, quase como se não fôssemos parte e estivéssemos apenas assistindo a uma partida de futebol. Falta participação!

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  3. A complexidade do quadro politico partidário está muito bem definida em seu artigo. Os partidos, na minha modesta opinião, são cabidas onde interesseiros e interesses pessoais se cruzam. Você pensa num partido político e não vê nada além de blá-blá-blá. Conceitos esvaziados de verdade e puro ativismo político social , cultural e religioso. Tudo oco. Desmembramento de ideias e de valores utilizados para fins pessoais. A decepção do povo brasileiro com os partidos somada à ignorância do mesmo produzem mostrengos bizarros para ocupar cargos públicos críticos para o Brasil. José A. Silva

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