O ministro Dias Toffoli, do STF, está, novamente, na berlinda, por sua atuação controversa na investigação do banco Master.
Na verdade, Toffoli sempre foi alvo de criticas.
Na verdade, Toffoli sempre foi alvo de criticas.
Sua carreira jurídica nunca indicou notório saber, que justificasse sua nomeação para ministro do Supremo.
Ha informações, de conhecimento publico, de que não passou, por duas vezes, em concurso para juiz de primeiro grau.
Tampouco fez doutorado, ate porque, para faze-lo, deveria ter feito, antes, mestrado, que, também, não o fez.
Nem escreveu nenhum livro, que o notabilizasse como jurista.
Seu currículo Lattes é fraco!
Em condições normais, nunca poderia ter sido indicado para atuar na Suprema Corte.
Mas, Lula, em 2009, nomeou-o ministro do Supremo, com a concordância do Senado, que, contrariamente à sua obrigação de fazer, não avaliou que Toffoli não atendia o requisito de notório saber e ratificou a indicação de Lula.
Sabe-se que sua nomeação foi em razão dele ter atuado como advogado do PT e de Lula e, supostamente, para que, num eventual processo envolvendo gente do PT no STF, pudessem contar com sua disposição para contemporizar a favor deles.
O que de fato aconteceu, quando, no processo do Mensalão, Toffoli votou a favor da absolvição de Jose Dirceu, o todo poderosos do PT, que, mesmo assim, foi condenado.
Isso sem contar suas decisões sem fundamento, que contribuíram para beneficiar acusados de corrupção na Lava Jato.
Na verdade, Toffoli tem, ha tempos, é um currículo para ser removido do STF.
Desta vez, Toffoli exorbitou.
Sem uma explicação convincente, puxou, para sua relatoria, no Supremo, a investigação do banco Master, que transitava em primeiro grau, e decretou sigilo absoluto no processo.
Diante das medidas tomadas por Toffoli, que foram consideradas incomuns, houve reações críticas no mundo político e jurídico, que acabaram provocando, nas mídias jornalisticas, investigações sobre a vida privada de Toffoli, com o objetivo de identificar o por quê do sigilo.O resultado foi que identificaram seu envolvimento no resort Tayayá, no Paraná, que teria sido comprado por fundos do banco Master.
Para piorar essa situação, as investigações aprofundaram-se e descobriram que a alegada participação na sociedade do resort não ser dele, mas de seus irmãos, era, supostamente, mentirosa.
A esposa de seu irmão José Eugênio, Cassia Pires, quando entrevistada disse:
"Moço, dá uma olhada na minha casa. Você está vendo a situação da minha casa? Eu não tenho nem dinheiro para arrumar as coisas da minha casa. Se você entrar dentro, vai ficar assustado. O que está lá (na junta comercial), eu não sei. Eu sei que moro aqui há 24 anos e não sei de nada que é sede (da Maridt) aqui. Aqui é onde eu moro".Essa declaração criou no imaginário popular que Toffoli usou seus irmãos como laranjas, para se distanciar de um envolvimento, que o comprometesse.
Isso sem contar os videos, que circulam nas mídias sociais, que mostram Toffoli frequentando, em varias ocasiões, o tal resort, sempre acompanhado por seguranças que custaram, no minimo, R$ 460 mil aos cofres públicos.
Apesar de suspeições, sabemos que Toffoli não sofrerá qualquer punição.
O espirito de corpo da Corte o protegerá, como toda corporação faz com seus pares.
O espirito de corpo da Corte o protegerá, como toda corporação faz com seus pares.
O Senado não mostra disposição em envolve-lo num processo de impeachment.
Mas, ha preocupação, entre os ministros do Supremo, de um mais desgaste na atual reputação negativa da Casa.
Diante disso, o presidente dela, Edson Fachin devera intervir, discretamente, para que o processo seja devolvido à primeira instancia e com isso abrandar as criticas ao Supremo.
O fato é que as instituições brasileiras, em geral, passam por uma crise moral e ética, que incomoda muito o cidadão brasileiro, a ponto de ressurgir uma indignação contra os políticos e as estruturas de poder, manifestada nas ruas e nas mídias sociais, que poderão resultar em surpresas nas próximas eleições.Os políticos perceberam isso.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, manifestou-se a respeito.
Lula também, ao afirmar em seu discurso, ontem, em Maceió, que falta vergonha na cara dos que defendem Vorcaro, dono do banco Master, que aplicou golpe de R$ 40 bilhões.
Lula também, ao afirmar em seu discurso, ontem, em Maceió, que falta vergonha na cara dos que defendem Vorcaro, dono do banco Master, que aplicou golpe de R$ 40 bilhões.
O momento de botarmos o Brasil nos trilhos é agora.
Mexamo-nos!