Ate 2022 Michelle era a primeira dama do governo de Jair Bolsonaro.
Logo apos o casal deixar a presidência de republica, Jair foi para o EUA, onde ficou ate março de 2023, enquanto sua mulher Michelle retornou a Brasilia, em janeiro, para que, em fevereiro, ela ingressasse no PL, no cargo de presidente nacional do PL mulher, a convite de Valdemar Costa Neto, presidente da sigla.
Valdemar, que é um politico hábil, com excelente faro para encontrar oportunidades, que lhe revertam mais poder, diante da derrota eleitoral de Jair, em 2022, vislumbrou nela uma força politica para manter vivo o bolsonarismo entre as mulheres e, quiça, uma candidata forte para disputar a presidência da republica, caso seu marido Jair ficasse impedido de se candidatar em 2026, em razão dos desdobramentos judiciais, que poderiam atingi-lo, como aconteceu, em razão da tentativa de golpe de 8 de janeiro.
Talvez, por pensar que mulher não é parente, Jair Bolsonaro, no final de 2025, decidiu que a aposta de Valdemar em Michelle era equivocada.
Sentiu-se mais confiante em apoiar, como candidato a presidente, para substitui-lo, seu filho mais velho, Flavio.
Assim lançou sua candidatura.
Entretanto, Michelle Bolsonaro foi picada pela mosca azul, que todo ser é picado, quando, do nada, resolve ingressar na politica.
Michelle não gostou da decisão de seu marido Jair, pois acreditava que ela seria a candidata a presidente escolhida por ele.
Os filhos de Jair, que apesar de terem percepção aguçada para enxergar caminhos que possam ajuda-los, mas sempre tomam decisões erráticas, como fez Eduardo no caso das sanções impostas por Trump, entenderam a vontade de Michelle e entraram em atritos com ela.
Por outro lado, o governador Tarcísio também acreditava que Jair o indicaria como seu candidato preferido.
O apoio da direita e do mercado financeiro, que vê nele o candidato que colocará as finanças do Brasil em ordem e, como consequência, fara com que os juros da SELIC caiam para um nível, que recupere a capacidade de investimento das empresas privadas, são seu cacife.
Situação que não é mesma de Flavio, apesar de herdar os votos do pai.
Com a definição do nome de Flavio, Tarcísio recolheu-se, afirmando que seria candidato a reeleição a governador de São Paulo, mas, continuou apostando numa mudança politica, que fizesse com que Jair mudasse de ideia.
Especula-se que a decisão da transferência de Jair da prisão na PF para a Papudinha, tenha sido por influencia de Tarcísio e de Michelle, junto a Alexandre de Moares.
O sucesso deu-se porque os dois adotaram uma conversa cordial com o ministro, que é mais palatável à opinião pública, ao invés das investidas agressivas contra o Supremo, que os filhos de Jair Bolsonaro continuam praticando e que nada colaboram para a melhorar as condições de prisão do pai.
A ponto de políticos de direita e, mesmo, alguns bolsonaristas aplaudirem a atuação de ambos e parabenizarem Michelle e Tarcísio pela conquista de melhores condições da prisão de Jair no cumprimento da pena.
Essa cartada pode agradar Jair, que, diante de melhor acomodação prisional, pode rifar o filho, como já fez anteriormente, quando foi de interesse pessoal dele, fazendo-o lançar a dobradinha Tarcísio presidente e Michelle vice.
Simultaneamente, e não por acaso, a esposa de Tarcísio postou nas redes sociais a emblemática frase:
"Nosso pais precisa de um novo CEO, meu marido".
Que Michelle repostou.
Os filhos de Bolsonaro, reagiram.
Carlos publicou, sobre Michelle, que " o verdadeiro intento, ainda que de forma dissimulada, é medir forças com o próprio Jair Bolsonaro".
Como se diz no futebol, o jogo só acaba quando termina.
A data para o fim do jogo é abril, quando, Tarcísio deve optar ou não a ser candidato a presidente.
Se optar, terá que se descompatibilizar do cargo de governador e renunciar ao mandato.
Adorei a leve ironia contida no texto que se refere a pessoas candidatas ao poder. Tenho diversas duvidas se o golpe foi uma realidade paralela . De fato o. Brasil inter, o Brayracionsl é informado não se conformava como Lula, arquivo impresso da maior história de corrupção do Brasil poderia ser empossado . O Brasil não pedia uma nova ditadura é sim uma intervenção que afastasse um mal caráter do supremo posto da nação. Nessa condição confusa onde o Brasil está tudo o que realmente recomendo, na minha longa jornada de vida é não brigar com a Michelle. As. José Alves Silva
ResponderExcluir