quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Liquidação do Banco Master e o mistério de seu protecionismo.

 



Já foram liquidados, no passado, vários grandes bancos.
Apenas como citação:
Banco Nacional, Bamerindus, Comind, Econômico, entre outros.
Nenhuma dessas liquidações movimentaram tantas instituições constitucionais para defender qualquer um deles, com tanta veemência, como esta acontecendo com a liquidação de um banco sem a expressão que os citados tinham.
É intrigante como o ministro do TCU, Jhonatan de Jesus, pretendeu investigar a ação técnica operacional do Banco Central, na liquidação do Master, inclusive avaliando sustar a liquidação, sem ter competência para isso.
Cabe ao Poder Judiciário, se provocado, julgar a legalidade ou não da liquidação.
O TCU, que apesar ter o nome iniciado por tribunal, sem o se-lo, como entendemos a etimologia da palavra, pois não é constituído por juristas, mas, predominantemente, por políticos, muitos oriundos do Congresso, nomeados pelo presidente da Republica, com o aval do Senado ou indicados pelo Congresso e nomeados pelo presidente, queira se postar como um Tribunal de Justiça.
Sua função é fiscalizar a administração direta e indireta da União, para garantir a legalidade das ações administrativas, que envolvem a área econômica e operacional.
Não podem, por exemplo, contestar a técnica adotada numa construção.  
Aliás, não é de hoje que Tribunais de Contas interveem nas ações de prefeitos e governadores eleitos, por suspeitas de ilegalidade, suspendendo, liminarmente, os efeitos de ações governamentais, que, depois, são verificadas inconsistentes e liberadas, provocando atrasos e aumento do custo das ações governamentais.
Suspeita-se que, assim o fazem, com interesse politico eleitoral.
Para não dizer mal feitos que atendem interesses de terceiros.
Mas, o alvoroço não fica apenas no TCU.
O Supremo, que também não tem competência de julgar nada alem da constitucionalidade de decisões jurídicas, através do ministro Dias Toffoli, puxou para si o julgamento, que transitava em esferas inferiores por envolver fraudes no Master, apuradas pelo BC e investigadas pela Policia Federal. 
Isso apos ter voado junto com um advogado do Master para assistir um jogo de futebol.
Pior, decretou sigilo!
Isso sem esquecer do contrato milionário entre o banco Master e o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes, sem explicações defensáveis.
Para completar a blindagem, foram contratados influenciadores, que, em seu dia a dia, estão mais interessados em fofocas, para defender o Master e detratar o BC! 
O fato é que por trás disso tudo ha um emaranhado de políticos e funcionários públicos graduados envolvidos na fraude praticada pelo Master.
Como explicar tantas aplicações de fundos de pensão em investimento de alto risco?
Todo gestor de bens de terceiros sabe que é importante buscar uma rentabilidade boa para o investimento que faz.
Mas, acima de tudo, deve ter cautela para não expor o capital de terceiros em risco.
O fato é que a opinião publica esta indignada com tudo isso.
Não aguenta mais ver tanto envolvimento indevido naquilo que funciona, como acontece com o BC.
Aguardo os desdobramentos, mas, lamentavelmente, acredito que a liquidação continuará e as responsabilidades dos envolvidos acabara em pizza!




3 comentários:

  1. Estamos sendo roubados descaradamente, e um governo acobertando todos os salafrários. Isso aqui não tem mais jeito. Difícil será querer moralizar essa organização instalada!

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  2. Bando de safados, não escapa um. Tudo interesse particular. Infelizmente o um país sem o mínimo respeito pelo recurso que deveria administrar. Fora todos estes marginais, pior que qualquer crime organizado. Além de organizados são legalizados. Credo, Deus tenha pena das maldades de gente que se dizem boas.

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  3. A metastase do Mal subiu à cabeça do Brasil, um país sem Justiça, sem a judiciario e sem poder executivo , presa do judiciario. Onde estava a fiscalizacao do BANCO CENTRAL ? Uns omissos criminosos escondidos num emprego publico de aparente prestige?
    Onde estava a Auditoria Independent, remunerados regiamente para cooperation? Onde estavam os auditores dos Fundos qué compravam papéis podres. À enfermidade do Brasil é ética é subiu à cabeça? José Alves Silva

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