Quando o deputado Jair Bolsonaro, que ocupava o subsolo do baixo clero, conseguiu sair do ostracismo, de onde onde nunca deveria ter saído, e elegeu-se presidente da republica, ai começou seu delírio de Coiote.
Acreditava que seria o grande Mito da politica.
Mas, fez um governo desastroso, em parte por enfrentar uma pandemia da COVID, que desarranjou os projetos econômicos de seu mentor Paulo Guedes.
Ao invés de aceitar os fatos e reagir com inteligencia, adotou a pratica do Coiote.
Foi taxativamente contra o isolamento social, necessário na tentativa de redução da propagação da doença.
Depois, desdenhou daqueles infectados, que sofreram as consequências danosas da doença, inclusive com a morte de milhares de pessoas, sem que ele demostrasse qualquer solidariedade.
Jair Bolsonaro acreditava que agindo assim evitaria o colapso econômico que acabou acontecendo, como aconteceu no resto do mundo.
Diante dessa frustração, somado ao fato de que sua eleição estava comprometida com a previsível eleição de Lula, que acabou acontecendo, Jair entrou novamente no modo Coiote.
Acreditou que seria capaz de dar um golpe de estado e sair vitorioso.
O resultado foi sua condenação a 27 anos de prisão, que aconteceu mais rápido que esperava.
Para ele, melhor teria sido se continuasse aquele deputado sem expressão e solto.
Para nós, também, pois seriamos poupados de ouvir suas falas desrespeitosas durante a pandemia e, provavelmente, os efeitos da Lava Jato seriam mantidos, assim como Lula não teria seus processos cancelados, não teria sido eleito para seu terceiro mandato e teria encerrado sua carreira politica, dando lugar a um novo nome na esquerda.
Mas o passado não tem volta.
Resta-nos aguentar as consequências da eleição de Bolsonaro, em 2018.
Voltando as malfadas ações da família Bolsonaro.
Durante o processo judicial contra Jair Bolsonaro, o modo Coiote foi, desta vez, acionado por seu filho Eduardo, que se mudou para os EUA, se aproximou com facilidade dos membros do governo de Trump e conseguiu que este impusesse sanções, tanto econômicas contra o Brasil como contra os ministros do Supremo, que conduziam o processo contra o pai, na tentativa de que com essas medidas obteria a anulação do julgamento e seu pai não seria condenado.
Como vimos, não deu certo.
Pior.
O presidente Lula, que estava em queda de popularidade, conseguiu capturar a bandeira nacionalista da direita, defender a soberania nacional e recuperar sua popularidade, trazendo-lhe esperança de sucesso na reeleição de 2026.
A situação de Lula ficou ainda mais confortável, com a aproximação de Lula com Trump, pois com isso obteve redução do tarifaço em alguns produtos produzidos pelo Brasil.
Paralelamente a ação externa, tanto Eduardo, como Flavio, tentaram junto ao Congresso uma anistia, que acabou também não acontecendo.
Mas, a "esperteza" do Coiote Jair, quando ainda estava em prisão domiciliar, levou-o a tentar romper a tornozeleira eletrônica, numa suposta tentativa de fuga, que nem chegou a ser tentada, pois com a descoberta dos danos na tornozeleira, Jair perdeu a prisão domiciliar e foi encarcerado na Policia Federal, condição esta que continuou após a sentença de seu julgamento tornar-se definitiva.
Em sua condição de preso, Jair ficou desesperado e entrou novamente no modo Coiote.
Como escrevi em meu artigos, "Flavio, candidatíssimo a presidente em 2026?" e , antes, no artigo "Quem Bolsonaro apoiara como candidato a presidente?", Jair fez uma aposta dupla, a saber:.
1) Indicar Flavio como seu candidato a presidente, mesmo sabendo que ha uma grande rejeição a seu nome, mas, suponho, ele acredita que com seu nome definido terá tempo para reverter tal situação, conquistar mais votos e eleger-se.
Flavio eleito, sera apenas uma questão de tempo para Jair obter o esperado indulto presidencial..
2) Usar o lançamento da candidatura de Flavio como instrumento de negociação, para obter a anistia, que tanto deseja, e, depois, Flavio abandonaria .a candidatura e se reelegeria senador.
Como não sou vidente, mas.apenas um especulador de tendencias, acredito que a anistia não sera obtida.
Não ha um clamor popular que force os congressistas a votarem a favor.
Nem a família Bolsonaro tem alguma coisa, alem dos votos, que serão sempre da direita, para oferecer como premio.
Flavio, por suas vez, diante da derrota da anistia, desistirá de ser candidato.
Por uma simples razão.
Não vai querer correr o risco de, não sendo eleito presidente,ficar sem cargo publico.
Ele sabe que, se ficar exposto, haverá um eventual restabelecimento dos processos contra ele, que versavam sobre rachadinhas, e poderá acompanhar seu pai na prisão.
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A contextualização do drama Bolsonaro envolve atualmente a rejeição pelos seus filhos como pessoas de boa vontade, porém sem estrutura social e política para grandes projetos. A condenação de Bolsonaro é uma infâmia pois as FFAA não têm moral para fazer nada. O fato de em varias reuniões terem posto o tema para decisão não implica um plano de ação, a não ser para uma alma penada, como Moraes. O povo estava enojado vendo um maestro de prostitutas ser eleito presidente do Brasil e não queria sua posse, mas tampouco queria a volta da ditadura militar. Édson Fachin rasgou a bandeira do Brasil. A realidade é que ministros do STF viram na posse de Lula a oportunidade de estender seus tentáculos para um exercício extrajudicial do poder como por exemplo: captando honorários gigantes de bandidos e alimentando uma camaradagem espúria com a PF, Polícia, Negócios Pessoais e Independência Internacional.
ResponderExcluirEm conclusão Bolsonaro é um pobre coitado que fez inimigos com seu primarismo e o Judiciário correu pelas costas do miserável do Lula e o tem no cativeiro, de mãos amarradas enquanto Lula vê suas partes intimas sendo lambidas por coyotes. Joe Alves da Silva
Eu só quero que os bolsonaros sumam da política. É uma doença. Já mamaram demais no dinheiro público. Flavio é rachador, Eduardo foi funcionário fantasma de Bob Jeff... família sanguessuga, como boa parte de nossos políticos. E eficiência zero.
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