O ex ministro do Supremo Ricardo Lewandowski, assim que deixou o STF assinou contrato de consultoria jurídica com o Banco Master, através de seu escritório de advocacia, e o manteve, mesmo após assumir a pasta de Ministro da Justiça.
Ainda que nada surgiu, que o desabone legalmente, ate o momento, mas, a manutenção desse contrato é no minimo anti ética.
Como um ministro de estado pode estar envolvido com alguém que o mercado financeiro suspeitava de ser um golpista?
No minimo, quando surgiram suspeições, deveria ter encerrado tal contrato.
Ainda que eu pense que o certo seria te-lo feito assim que foi nomeado ministro de estado.
Mesmo que Lewandowski alegue que seus filhos eram quem prestasse o serviço, a sua figura foi decisiva para que Vorcaro, dono do banco fraudulento, contratasse seu escritório.
Por que Vorcaro não contratou outro escritório de advocacia, cujos integrantes não fossem autoridades publicas?
Óbvio!
Vorcaro queria Lewandowski, assim como outras autoridades republicanas ou seus parentes, como o contrato feito com a esposa do ministro Alexandre de Moares, para, no minimo, explorar suas influencias em situações que demandassem necessidade.
Diante da injustificada atuação de Dias Toffoli no caso Master, só falta descobrir que ele, também, tinha parentes com contrato com o banco Master.
O fato é que o Supremo, através do ministro Flavio Dino, exige dos congressistas, com razão, publicidade e eficiência na aplicação de verbas oriundas das emendas parlamentares.
Toda autoridade publica deve zelar pelos princípios constitucionais de
Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.
Mas, o próprio Supremo, guardião da Constituição, não dá nenhuma explicação de ações suspeitas de impessoalidade e moralidade de seus integrantes!
Por que?
Mas, o próprio Supremo, guardião da Constituição, não dá nenhuma explicação de ações suspeitas de impessoalidade e moralidade de seus integrantes!
Por que?
No estado do Rio de Janeiro, o presidente da Rio previdência, Deivis Marcon Antunes, foi demitido pelo governador do estado, por ser suspeito de irregularidades em aplicações no banco Master.
Quando apurados em outros municípios, cujos presidentes de institutos de previdência fizeram o mesmo, teremos outras demissões?
Mas, quanto ao prejuizo que essas instituições terão que arcar?
Vai ficar por isso mesmo?
Pelo jeito, sim.
Pelo jeito, sim.
Ai entra outra questão.
Os escritórios de advocacia, regiamente pagos, por menos qualificados que fossem, não conseguiram enxergar que havia indícios de fraude e, como consultores, que eram, apresentarem relatórios à direção do banco para evitar que cometessem crimes?
Ah! Mas, eles não eram auditores financeiros.
Realmente não eram.
Mas, deveriam, como consultores jurídicos, pesquisar junto aos auditores se havia algo suspeito, para que dessem soluções jurídicas para sanear o problema.
Como nem os auditores detectaram nada suspeito, apesar de estar na cara deles indícios de irregularidade, ali, todos os contratados tinham, como único trabalho, receber honorários.
Entretanto surgiram evidencias de fraude, que veio a publico, ha algum tempo.
Por que os escritórios dos "famosos" não encerraram. imediatamente, seus contratos, para que não tivessem seus nomes envolvidos?
Tudo isso fede!