Temos assistido, quase que diariamente, abusos das autoridades, que perderam o pudor e estão cada dia mais ousados.
Fazem isso porque acreditam em sua invulnerabilidade e, se pegos em seus malfeitos, em sua impunidade.
De fato, estão certos.
Isso tornou-se realidade.
Mas, isso só acontece porque sabem que temos medo de derruba-los.
Interessante que nosso medo é contra o poder, que é algo intangível, pois o poder é efêmero.
Quantos já não o tiveram, por um tempo, e depois perderam.
O exemplo próximo é Jair Bolsonaro, que foi Presidente da Republica, cheio de poder e hoje esta preso.
Imaginamos que, como eles tem poder, podem nos manietar.
E conseguem porque aceitamos passivamente esse medo.
Veja o resultado daqueles que participaram do ato de 8 de janeiro de 2023, que foram presos e condenados.
Isso só aconteceu porque o ideal desse grupo não sensibilizou grande parte da população.
Se fossem em maior numero, teriam tido sucesso e os que os condenaram é que estariam presos.
Então, no momento em que nos sentirmos, realmente, indignados com tudo o que acontece no andar de cima do poder, o medo se dissipará e trilharemos o mesmo caminho, que outras nações fizeram, quando a saturação chegou no limite.
Ainda que não possa parecer, vivemos numa democracia não autoritária.
Não ha soldados nos espreitando em cada esquina para nos intimidar.
Como acontece, por exemplo, nas ditaduras de Cuba, da Coreia do Norte e da Venezuela, que prendem e matam quem for contra o governo.
Quando ha intimidação explicita, o medo é real.
Se reagirmos nos matam sem piedade, como fizeram e fazem governos tiranos, como vemos o que acontece, agora, no Irã, diante das manifestações contra o governo.
Mas, mesmo assim, o povo iraniano chegou em seu limite de tolerância e continuam a contestar e a enfrentar o governo.
Talvez, consigam derruba-lo.
Não será tarefa fácil, pois o povo não tem armas
Quem as tem é o poder.
Aqui no Brasil, percebi que, no momento seguinte á prisão dos insurgentes de 2023, fomos tomados pelo medo e nos recolhemos calados.
Mas, as vozes de contestação a tudo de ruim que assistimos voltaram com vigor.
Assistimos, abertamente, nas mídias jornalisticas criticas contundentes contra autoridades, que ate então não eram feitas.
Nas mídias sociais, acontece o mesmo.
Ha um processo de ebulição contra esse abusos.
Tanto o é que, por exemplo, o ministro Fachin, percebendo a crise envolvendo Alexandre de Moares e Dias Toffoli, no caso Master, retornou, antecipadamente, das suas ferias para tentar convencer seus pares da necessidade de um código de ética.
Se não houver contenção dos abusos das autoridades haverá um momento em que poderemos ter uma revolução francesa.
Quando o pior parece melhor! Quem não tem problema com dinheiro, pouco está preocupado com o poder, quem pouco tem luta para sobreviver, quem nada tem o poder afaga. A considerar que 44 milhões de soldados do poder, 39 milhões lutando por si, a de se considerar que o poder, a bandidagem e quem pode nada farão, só não dá para dizer qual é o nosso limite? Mas é certo que a ver a situação que nós encontramos 2027 deverá ser o ano de juntar os cacos!
ResponderExcluirEstá na hora de nós tomarmos o poder em nome do povo e para o povo!!!🙏🙏🙏❤️❤️❤️
ResponderExcluirMANIFESTAÇÃO CONTRA A BIZARRICE DO BANCO MASTER, DIA 22 ÀS 19H, NA RUA ELVIRA FERRAZ (ONDE FICA O ESCRITÓRIO DO MASTER), TRAVESSA DA FARIA LIMA. ROUPA DE TRABALHO, NORMAL. CHEGA DE PALHAÇADA.
ResponderExcluirO ABUSO DÊ AUTORIDADE É TRATADO NUM ESTUDO ESPECIFICO DE VIOLÊNCIA INDUZIDA. Hoje circulou uma intervenção desastrosa de Moraes na formatura da USP. Edson Fachin ainda que mantenha uma postura comedida é um comediante do direito pois a torrente de violências por ele causada exigiria, se fosse digno, a renuncia do STF. Ass. Jose A Silva
ResponderExcluir